Federações ricas, clubes e campeonatos pobres. Assim é a regra no sistema feudal que se estabeleceu nas federações estaduais de futebol no Brasil.
A CBF financia entidades e seus presidentes. A verba não chega aos clubes, passa longe das categorias de base, dificilmente propicia avanços nas competições e acaba repousando em superávits contábeis ano após ano. Além de encaminhar dinheiro para as entidades estaduais, a CBF mantém um repasse financeiro diretamente para todos os presidentes das federações a título de verba de representação.

Em Rondônia onde se diz que tem futebol profissional a Federação de Futebol do Estado de Rondônia – FFER entidade controlada como se fosse uma empresa particular o seu presidente Heitor Costa (ex-deputado estadual e ex-secretário de Estado), reina absoluto há quase 30 anos graças as suas inúmeras manobras nada republicana em se perpetuar no cargo, com apoio (leia-se) votos de ligas desportivas que na quase sua maioria só existem no papel o que torna as eleições um jogo de carta marcada.

E dinheiro não é problema na FFER pelo menos é o que aponta os repasses financeiros da CBF às federações em 2016 segundo revelou o jornalista Marcel Rizzo em seu blog que diz, FFER recebeu no ano de 2016 para fomento do futebol o total de R$ 1,43 milhão uma boa grana para um entidade que promove um campeonato que muito tem como um amardozão melhorado. Enquanto a FFER tem uma polpuda grana os times que disputam o campeonato de futebol profissional edição 2017 passam por dificuldades financeiras somando a isso tem o fato que os poucos campeonatos de categorias de bases são promovidos por iniciativa de abnegados amantes do futebol espalhados nos municípios que muitas das vezes não recebem apoio do Poder Público e sim do comercio local.

Para se fazer o quanto a FFER nada em uma boa grana a Federação da Bahia que tem dois times na elite do futebol brasileiro (Bahia e Vitória) recebeu em 2016 R$ 975 mil reais mesmos valores que receberam a dos Estados de: Goiás, Minas Gerais e Santa Catarina, já a Federação do Rio de Janeiro recebeu R$ 890 mil reais a campeã do ranking é a do Estado do Maranhão com R$ 1,73 milhão.

 

 

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