Os deputados federais bem que tentaram repetir na Câmara a manobra que resultou em uma votação simbólica no Senado Federal para criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), ou seja, para que o eleitor não identificasse como votou cada deputado, mas não conseguiram esconder quem votou a favor do repasse de dinheiro público que deverá retirar 30% do total das emendas parlamentares de bancada para financiar as campanhas eleitorais no próximos anos. A estimativa é que esse fundo tenha R$ 1,8 bilhão.
Segundo informações dos próprios deputados, aconteceu uma articulação entre PT, PMDB, PCdoB e outras legendas para aprovação do projeto que criou o FEC. Esses partidos manobraram para realizar uma votação simbólica para que os eleitores não soubessem os nomes dos deputados que votaram a favor da fundo que deverá reduzir repasses de emendas de bancada para áreas como educação, saúde e segurança.
Dos oito deputados federais de Rondônia apenas Nilton Capixaba (PTB) votou pela aprovação do fundo bilionário para financiamento de campanha com dinheiro público.

Foram contrários a FEFC os deputados, Expedito Netto (PSD), Lindomar Garçon ( PRB), Lúcio Mosquini (PMDB), Luiz Cláudio (PR), Marcos Rogério (DEM), Mariana Carvalho (PSDB)  e Marinha Raupp (PMDB).

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