Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Somente no mês de maio, o preço da gasolina subiu 16,07%. Nesta segunda-feira (21/5) houve protestos de caminhoneiros contra as altas

Os preços do combustível voltam a subir nas refinarias a partir desta terça-feira (22/5). Segundo informações do site da Petrobras, a gasolina subirá 0,9% e o diesel 0,97%. Com a alta, o preço da gasolina passará a custar R$ 2,0867, enquanto o do óleo sobe para R$ 2,3716. No início desta manhã, caminhoneiros de todo o país se mobilizaram para protestar contra os últimos reajustes nas bombas de combustíveis.

Houve registro de paralisação de rodovias federais nos estados do: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, Paraná, Ceará, Paraíba, Goiás e Espírito Santo.

Este é o 11º aumento nos últimos 17 dias. A exceção ocorreu entre os dias 12 e 15 deste mês, quando a estatal interrompeu a sequência de altas ao manter o preço da gasolina em R$ 1,9330, e entre os dias 19 e 21 quando os preços passaram para R$ 2,0680. Ao longo do mês de maio, o preço da gasolina subiu 16,07%.

O produto iniciou o mês custando R$ 2,0877 na porta das refinarias, sem a incidência de impostos, e passará a valer a partir da meia-noite de hoje R$ 2,0867, contra os R$ 2,0680 em vigor desde o último aumento, no sábado (19/5).

Já o óleo diesel, com aumento previsto de 0,97%, acumula alta de 12,3% desde o dia 1º de maio. Com o último aumento, o preço do produto passará de R$ 2,3488 – preço que passou a valer também no último sábado – para R$ 2,3716. É o sétimo aumento consecutivo do produto.

A Petrobras rebate as criticas às altas constantes dos derivados e atribui as elevações de preços às oscilações do preço do barril do petróleo no mercado externo. Segundo a estatal, “os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo”.

Segundo a companhia, a variação dos preços nas refinarias e terminais é importante para que a empresa possa competir de forma eficiente no mercado brasileiro. (Com Informações da Agência Brasil)

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