Um recipiente com acúmulo de água pode virar um criadouro e desenvolver um foco de contaminação em até uma semana, quando o mosquito já depositou ovos e se desenvolveu com as larvas, sinal que existem mosquitos voando e há possibilidade de infecção de pessoas com a Dengue, Chikungunya, Zika vírus e Febre Amarela.

É preciso ficar alerta ao cronograma de passagem do carro que coleta os lixos para evitar acúmulos, pois em algumas localidades há redução no período de carnaval

Os dias de folia no carnaval exigem responsabilidade social, diante do acúmulo de lixo nas ruas e a possibilidade do aumento de criadouros do mosquito Aedes Aegypt. O mosquito transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela, pode se proliferar e produzir maior risco à população representado por qualquer objeto que possa se transformar em criadouro, segundo a Gerência Técnica de Vigilância Epidemiológica da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia.

A ingestão de água é de fundamental importância durante o período de carnaval, onde os foliões precisam se hidratar para festejar com saúde. Porém, é necessário muito cuidado com o despejo de recipientes largados nas ruas nos trajetos dos blocos, como copos descartáveis, garrafas pets, pratos descartáveis, tampinhas ou qualquer objeto que possa acumular água.

“Se a pessoa terminou de tomar uma garrafinha de água e não tem uma lixeira, segure um pouco e vá mais adiante até encontrar um local seguro para descartar”, alertou a gerente Arlete Baldez.

O Governo de Rondônia atua com a prevenção integrada de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), Aids e Hepatites virais, alargando o trabalho com o controle das arboviroses, que são as doenças transmitidas por insetos, como o Aedes Aegypt.
As três esferas de governo, Federal, Estadual e Municipal, trabalham durante o ano com medidas de prevenção para evitar criadouros do mosquito, mas a Agevisa observou a dificuldade de incorporação da sociedade à prática comum de cuidados diários.

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