“O Banco da Amazônia, como o Banco do Nordeste  são bancos de desenvolvimento das regiões mais deprimidas economicamente, de maior pobreza do Brasil.

Ele deve mudar, não pode ser um banco comercial. Hoje em dia está cada vez mais burocratizado o crédito. E muita gente já pegou crédito das suas propriedades. E o Basa tem sobra de dinheiro, e ele não consegue investir por falta de projetos. Se é por falta de projetos, o banco deve ir atrás, deve sair dos seus muros e ir atrás dos clientes, dos proprietários rurais e colocar, inclusive, um crédito automático para custeios.

Para aqueles clientes bons que pagam suas contas, mesmo devendo ele pode ter um acréscimo. Deixar disponível, como o Banco do Brasil faz, quando a pessoa é um servidor público, ter um crédito disponível.

O Banco da Amazônia tem um Modelo antigo, arcaico e precisa mudar. É por isso que ele está sendo criticado, e está ameaçado. Sobrar dinheiro no Banco da Amazônia é vergonhoso.

Nós temos é realmente que fazer esse dinheiro entrar na produção primária, entrar na pequena propriedade, estimular tudo, e por fim, devemos investir uma parte dos recursos em infraestrutura, principalmente na educação, nas escolas, nas creches.

Os prefeitos fazerem pequenos empréstimos, encontrar modalidades para investirem dinheiro para investimentos municipais, em alguns assuntos importantes.

Entre eles, a educação, a infraestrutura urbana, o saneamento, o esgoto das pequenas cidades e água tratada para todos. O Banco da Amazônia pode fazer carteiras especiais para isso”.

Comentários

comentários