Segundo “Le Parisien”, ex-piloto alemão teria sido admitido na tarde desta segunda-feira no Hospital Georges-Pompidou com maca coberta por lençol azul para “tratamento secreto”

O ex-piloto de Fórmula 1, Michael Schumacher, teria dado entrada no Hospital Georges-Pompidou, em Paris, na tarde desta segunda-feira. A informação é do jornal francês “Le Parisien”, que afirma que o heptacampeão, de 50 anos, teria chegado sob um forte esquema de segurança e com sua maca coberta por um pano azul para não revelar a identidade do alemão. De acordo com a publicação, Schumi chegou em uma ambulância registrada em Genebra, cidade da Suíça (país em que a família Schumacher reside atualmente).

Schumacher teria sido levado ao hospital francês para um experimento com células-tronco com o pioneiro médico francês, Philippe Menasche, para reduzir inflamações causadas pelo estado em que se encontra. O procedimento deve ser realizado nesta terça-feira, com o alemão sendo liberado na quarta. Esta, inclusiva, seria a segunda vez que Schumi é tratado neste hospital, porém, a primeira vez que se tem notícias do ex-piloto desde a época do acidente. A redação do GloboEsporte.com entrou em contato com a assessoria da família, que optou por não comentar o caso.

Michael Schumacher sofreu um grave acidente de esqui, em Méribel, na França, às 11h07m locais (8h07m no horário de Brasília) do dia 29 de dezembro de 2013. O alemão teve um trauma ao bater a cabeça em uma pedra e foi levado de helicóptero ao hospital Moutier, a 17 km dali, menos de dez minutos após a queda na Estação de Esqui. Posteriormente, foi removido para outro hospital, em Grenoble, sudeste da França. Segundo comunicado oficial, Schumacher estava em estado crítico e seria operado naquele mesmo dia.

Após quase três meses no hospital de Lausanne, na Suíça, Schumacher foi transferido para casa. Segundo nota de Sabine Kehm, assessora da família, o heptacampeão da Fórmula 1 apresentou progressos em seu quadro clínico e continuaria o tratamento na mansão de sua família, na pequena cidade de Gland, às margens do Lago Léman, também na Suíça, onde permanece até hoje sob um forte esquema de segurança.

Comentários

comentários