sábado, agosto 18, 2018
Início Site Página 212

A lava jato em Rondônia: Jornal de senador chama colegas de mafiosos e gangsters

O senador Acir Gurgacz aproveita a oportunidade para dar o troco a adversários, principalmente o inimigo Ivo Cassol

O jornal Diário da Amazônia, do senador Acir Gurgacz (PDT), chamou os senadores Valdir Raupp (PMDB) e Ivo Cassol (PP) de mafiosos. Os dois aparecem nas planilhas de propina da Odebrecht.

Raupp , codinome Alemão, teria recebido R$ 20 milhões; Cassol, alcunhado Maçaranduba e Nova York, teria embolsado R$ 2 milhões e cerca de 60 mil dólares para uma viagem de férias com a família para os Estados Unidos. A este, o jornal da família Gurgacz acrescentou o adjetivo de gangster.

Por enquanto, eles são investigados. Ainda não foram formalmente denunciados ao Supremo Tribunal Federal, que poderá receber ou não a denúncia. Portanto, Raupp e Cassol não são réus…pelo menos por enquanto.

Recentemente, Cassol fez uma série de acusações ao senador Acir Gurgacz e à sua empresa, a Eucatur, acusada de sonegar impostos ,   e agora está recebendo o troco.

Veja trecho da coluna do jornalista Carlos Sperança no Diário da Amazônia desta segunda-feira:

Os mafiosos “Alemão” e “Maçaranduba”, como ficaram conhecidos depois das denúncias da Odebrecht, que cobravam propinas em Rondônia, sempre deram pinta que faziam a política tradicional do populismo e que tinham a mão grande estendida para o erário público. Às voltas com tantos processos desde as décadas passadas, os dois políticos sempre juravam inocência e a coisa ia passando, passando…
De “Alemão” acreditava-se até então numa propina de apenas R$ 500 mil, mas a goela do parlamentar era mais aberta: agora as acusações chegam a R$ 20 milhões, e sua imagem de gangster ilustra as matérias das principais redes de televisão do País. Já “Maçaranduba” tem problemas com a justiça devido às suas empreiteiras que ganhavam todas as licitações em sua cidade de origem. Já está condenado em todas as instâncias, e eis que surge agora também o seu envolvimento na “Operação Lava Jato”. Guloso também, “Maçaranduba” tem apetite e goela voraz, como a de um crocodilo.
As máscaras caíram de vez e novamente a vala comum atinge a classe política de Rondônia. Haja gangsterismo por aqui! É uma praga!

tudo rondônia

MP obtém liminar para suspender lei que determinava rodízio de funerárias

O Ministério Público de Rondônia, por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, obteve decisão liminar junto ao Judiciário, garantindo que  empresas prestadoras de serviços funerários possam, livremente, atender familiares de falecidos, sempre que escolhidas, bem como possam se dirigir  à Central de Óbitos da Capital para requererem a Guia de Autorização para Liberação, Transporte e Sepultamento de Corpo, independentemente de ordem de rodízio.

A decisão é desdobramento de Ação de Direta de Inconstitucionalidade (ADI), proposta pelo Procurador-Geral de Justiça, Airton Pedro Marin Filho. Na ação, o Chefe do MP rondoniense alegou  que os artigos 18, 20 e 31 da Lei Complementar nº 632/2016, do Município de Porto Velho, que tratam do sistema de rodízio entre funerárias da Capital, violam a Constituição do Estado de Rondônia.

Na ADI, o Ministério Público argumentou que os dispositivos legais criaram para a municipalidade um sistema de rodízio entre as empresas prestadoras de serviços funerários, de tal modo que os familiares de um falecido somente poderiam escolher a funerária que estivesse disponível no topo da vez, de acordo com o sistema implementado. Assim, a empresa contratada no dia não poderia mais ser escolhida na rodada do rodízio, exceto quando o falecido fosse titular ou beneficiário de plano de assistência funeral, seguro de vida com auxílio-funeral, bem como convênios com instituições públicas, desde que credenciadas.

O MP detalhou, ainda, que, se porventura, o óbito ocorresse na Capital, o traslado do corpo somente poderia ser feito pela concessionária que estivesse na ordem primeira do sistema de rodízio, mesmo que o falecido e seus familiares residissem em outra cidade e tivessem disponibilidade para custear os serviços de sua preferência.

Ocorre que, para o Ministério Público, os artigos que respaldam tais condutas ferem os direitos de livre iniciativa, livre concorrência e de defesa do consumidor, assegurados na Constituição Federal e na Constituição do Estado de Rondônia.

Ao deferir o pedido do MP, o Tribunal de Justiça de Rondônia afirmou que, com base no texto constitucional  estadual, “está indicado que o sistema de rodízio, implementado  pela Lei Complementar 632/2016, reflete de forma direta na impossibilidade de livre escolha da empresa funerária por partes familiares, a ponto de a família do falecido ficar obrigatoriamente vinculada à prestação de serviço de uma empresa, que por inúmeras razões, não desejar contratar”.

Assim, o Judiciário suspendeu a eficácia dos artigos 18, caput e parágrafo 1º; 20, caput, I,II,III e VI e parágrafos 1º e 2º, e, ainda, o artigo 31, caput, todos da Lei Complementar nº 511/2013, alterada pela Lei Complementar nº 632/2016, até o julgamento do mérito.

Assessoria de Comunicação – ASCOM

RONDONIENSE PERDE “EM CASA” NO ACRE

Jogando na Arena da Floresta, em Rio Branco, o Rondoniense perdeu a primeira partida dá semi final da Copa Verde para o Luverdense, por 2×1.

O Periquito da capital fez dois tempos distintos. No primeiro foi envolvido, deu espaços e acabou tomando dois gols que abalaram a equipe. Tanto que até os 30 minutos da etapa inicial, o ataque não havia criado nenhuma jogada de perigo contra o gol do time de Mato Grosso.

Ricardo, num belo chute de fora da área abriu o placar e Baggio, aproveitando um rápido contra ataque, ampliou para o Luverdense.

No segundo tempo, o Rondoniense mudou a postura em campo. Adiantou a marcação, diminuiu os espaços e pressionou a defesa do LEC a maior parte do tempo.

Aos 20 minutos, Pemaza recebeu pela esquerda, invadiu a área e chutou forte. A bola passou “tirando tinta” da trave do gol matogrossense.

O esforço foi recompensado aos 30 minutos. Depois de bola alçada na área, o goleiro deu rebote e Careca aproveitou para diminuir.

No minutos finais o Rondoniense pressionou ainda mais, contudo o Luverdense se fechou e conseguiu segurar o placar e a vitória, 2×1.

As duas equipes voltam a se enfrentar na próxima quinta feira, em Lucas do Rio Verde (MT).

O Luverdense, que não perde um jogo em casa desde junho do ano passado, joga com a vantagem do empate para chegar á final.

ac 24horas

O SILÊNCIO DE HERMINIO COELHO SOBRE AS DENUNCIAS DE SONEGAÇÃO DO PRESIDENTE DO SEU PARTIDO SERIA UMA MUDANÇA DE HÁBITO?

FILOSOFANDO
“A linguagem política destina-se a fazer com que a mentira soe como verdade e o crime se torne respeitável.” GEORGE ORWELL (1903/1950) era o pseudônimo usado por Eric Arthur Blair, escritor, jornalista, ensaísta e político inglês nascido na Índia Britânica (Bengala) quando o país era simples colônia inglesa.

CENTENÁRIO
A principal promoção do calendário de eventos do Centenário do Jornal Alto Madeira acontece nesse sábado, dia 15, com o lançamento do selo postal de 100 anos e a exposição sobre a vida do jornal, às 19 horas na Casa de Cultura Ivan Marrocos (nome do saudoso editor do AM), bem no centro de Porto Velho.

ESPECIAL
E também em comemoração da data, a edição de hoje do AM é especial, com matérias assinadas por vários jornalistas e colaboradores que frequentaram ou ainda estão presentes no dia-a-dia de suas páginas. O editorial – como não poderia deixar de ser, do mestre e decano do jornalismo rondoniense, o diretor geral da publicação, Euro Tourinho, vai destacar que a vocação desse hebdô centenário sempre foi e continua sendo a liberdade.
No geral, os demais textos especiais seguirá o mesmo condão, sobre a importância da informação livre e sobre o patrimônio cultural em que se converteu o AM ao longo dos 100 anos de circulação. Graças a muitas das intervenções do Alto Madeira – da defesa de bandeiras históricas – Porto Velho chegou aos dias de hoje com essa feição cosmopolita que permite à cidade consolidar em futuro breve o cenário moderno-eclético e, sobretudo, republicano, o que é a aspiração da maioria de seus moradores.

OBVIO ULULANTE
Deu em toda a imprensa amestrada e sempre disposta a blindar Valdir Raupp et caterva: “Raupp nega acusações de delatores…” Ué, queriam o que? Uma confissão pública? Tadinho do Raupp, tão inocente, tão cândido, tão vítima. Negar, negar e negar: isso é o óbvio ululante. Esse é o mantra, e cantiga de todos, mesmo diante de todas as evidências. Nesse cenário de terra arrasada, a conversa bovina dos partidários do barbudo de Rolim não alivia nada. Só serve para quem ainda vive na ingenuidade de acreditar na virgindade dos políticos rondonienses. Tudo feito às claras, né? Tudo devidamente aprovado pela Justiça Eleitoral, né? É, parece ser fácil fazer a Justiça Eleitoral engolir lorotas… Ah!, já sei, você com esse olhar atravessado está convencido também de o Lula é uma vítima e que não tem nada a ver com esse pantanal fedorento de corrupção em que o Brasil se transformou. Vá se roçar nas ostras, ô mameluco!

SÃO SUSPEITOS
Se os órgãos do controle externo rondonienses começar um trabalho mais profundo de investigações nas principais instituições políticas e de governo do estado, podemos ter por aqui efeitos semelhantes ao que vemos no plano nacional, com a bomba jogada pelo ministro Edson Fachin, o relator da Lava Jato no STF.
Nossos procuradores do MP, nossas autoridades do TCE ainda não demonstraram vigor necessário, indo a fundo nas investigações nem mesmo de nomes notórios dos capítulos mais conhecidos das maracutáia. Você, leitor, sabe de alguma investigação séria sobre a invasão dos comissionados nas instituições públicas locais? O colunista confessa: não ouve falar sobre nada disso.

CORRUPÇÃO ATIVA
Se instituições como MP e TCE escarafunchar contratos dos órgãos públicos com prestadores de serviço em áreas manjadas como limpeza, segurança privada, aluguel de automóveis, compras ou aluguéis de imóveis, contratos de propaganda (a lista é longa), etc, etc, etc, certamente descobrirá crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, formação de cartel (afinal, não é o que acontece – só para exemplificar – no segmento do transporte urbano e coleta de lixo??) e fraude em licitação.
Enquanto as brechas da legislação facilitar aos espertalhões buscar na política a ferramenta para se fazer fortuna rapidamente a corrupção não deixará de ser generalizada no país. Essa é a constatação que vemos hoje diante do envolvimento da maioria dos políticos, inclusive os de Rondônia.

LIVRAI-NOS
Nenhum estado, por pior que seja seu eleitorado, não mereceria no seu governo um Cassol outra vez (não é possível que esse personagem pense mesmo em voltar ao comando rondoniense), um Raupp de novo ou (meu Deus!) um sujeito que tenta justificar como válida sua decisão de não pagar impostos e sonegar mais de bilhão de reais…
É verdade que o eleitorado (excetuando o de Vilhena) vem procurando um melhor caminho para Rondônia. Em Porto Velho a enorme renovação da Câmara Municipal é um balizamento disso. Mas no resultado final a sensação é de que ainda estamos longe da solução ideal. Muita escória da política sobreviveu e até corruptos notórios retornaram ungidos pelo voto. Talvez seja importante – diante dos entraves às ações da Justiça para apartar esses lombrosianos ladrões do dinheiro público com rapidez – rezar por uma intervenção divina.

POR CIMA
Coisa boa é estar por cima da carne seca. Ontem chegou aos ouvidos do escriba uma notícia reveladora de como magnata procura cercar-se da melhor blindagem. Um dos senadores listados na Delação do Fim do Mundo, ou seja, na lista de Fachin, já entabula negociações para contratar nada mais e nada menos que o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakai, o preferido dos miliardários, um dos mais caros criminalistas do Brasil.

CALOU-SE
Intrigante como as pessoas mudam seu viés ideológico sem maiores explicações. O deputado José Hermínio, político com raiz profunda no petismo, acostumado a fustigar o governo e seus acólitos sempre que identifica algum ranço de desvio ético, ficou completamente calado diante da demolidora denúncia feita contra o Senador Acir Gurgacz pelo também senador Ivo Cassol em relação à sonegação mais do que bilionária contra os cofres do estado.

Mega-Sena: ninguém acerta, prêmio acumula e pode pagar R$ 75 milhões na próxima quarta

As dezenas sorteadas foram: 10 – 15 – 16 – 19 – 28 – 35


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1.921 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (15) em Canela (RS).

Veja as dezenas sorteadas: 10 – 15 – 16 – 19 – 28 – 35.

A quina teve 127 apostas ganhadoras e cada uma vai levar R$ 30.856,70. Outras 9.277 apostas acertaram a quadra e vão ganhar R$ 603,45 cada uma.

A estimativa de prêmio do próximo sorteio, que será realizado na próxima quarta-feira (19), é de R$ 75 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Odebrecht deu dinheiro a índios, policiais e sindicalistas por obras em RO, diz delator

Henrique Valadares é um dos ex-executivos que fecharam acordo de delação. Segundo ele, repasses serviam para sindicalistas não apoiarem greves, e policiais, para garantirem segurança nas obras.

 

O ex-executivo da Odebrecht Henrique Valadares afirmou em depoimento que, além de políticos de Rondônia, sindicalistas, policiais e índios do estado também receberam pagamentos da construtora para evitar problemas nas obras das hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau. Ele não especificou, contudo, os valores transferidos.

O depoimento de Valadares foi prestado ao Ministério Público no acordo de delação no âmbito da Operação Lava Jato.

As declarações do delator serviram como base para o Supremo Tribunal Federal autorizar a abertura de inquérito para investigar repasses da Odebrecht a políticos de Rondônia.

Os pagamentos

De acordo com Henrique Valadares, sindicalistas de Rondônia “cobravam pedágios mensais” à Odebrecht para “não apoiarem greves, atos de violência, esse tipo de coisa.”

O delator explicou, ainda, que os repasses a policiais de Rondônia serviam para pagá-los por “bicos” que eles faziam ao “dar proteção nos canteiros de obras das hidrelétricas”.

Valadares afirmou, também, que caciques de tribos indígenas da região também receberam dinheiro. O delator não explicou os motivos para esses repasses.

g1

Polícia de Rondônia era Tropa de Elite nas planilhas da Odebrecht, diz delator

A rubrica “Tropa de Elite” contabilizava os pagamentos que eram feitos aos policiais que deviam garantir a ordem nos canteiros de obras da usina Santo Antônio, em Porto Velho (RO), para evitar revoltas como a ocorrida durante a construção da hidrelétrica de Jirau, também erguida no Rio Madeira, em Rondônia.

 

Destruição do canteiro de obras na Usina Hidrelétrica de Jirau

O pagamento de propina envolvendo obras das hidrelétricas da Amazônia também incluía o repasse para policiais que atuam no entorno do empreendimento. Segundo o delator Henrique Serrano de Prado Valadares, que dirigia a área de energia da Odebrecht, as planilhas que eram administradas pelo departamento de propinas da empreiteira incluíam a alcunha de “Tropa de Elite”, uma referência ao filme dirigido por José Padilha.

A rubrica “Tropa de Elite” contabilizava os pagamentos que eram feitos aos policiais que deviam garantir a ordem nos canteiros de obras da usina Santo Antônio, em Porto Velho (RO), para evitar revoltas como a ocorrida durante a construção da hidrelétrica de Jirau, também erguida no Rio Madeira, em Rondônia.

“Eram pagamentos feitos para o ‘bico’ que a polícia fazia e recebia por esse ‘bico’, para dar proteção no canteiro, principalmente nos momentos críticos, como aconteciam aquelas invasões e incêndios como acontecia lá em Jirau. Então, ela (polícia) rateava lá entre eles”, disse Valadares.

O delator não mencionou quais valores foram repassados nem nomes de recebedores e por quanto tempo a propina foi paga. As obras das usinas são citadas pelos delatores como alvos para desvios de recursos e para alimentar o caixa 2 do departamento de propinas da Odebrecht.

O NOME É JOÃO CARLOS GONÇALVES RIBEIRO “ EX-HOMEM DE CONFIANÇA” DO CASSOL

Ivo Cassol acompanhado pelo presidente da Assembléia Legislativa, Neodi Oliveira, pelo deputado estadual, Tiziu Jidalias, e pelo secretário João Carlos, na época da CPI das Usinas.

 

LIGAÇÕES PERIGOSAS
O “homem do Cassol” delatado junto com seu chefe de receber propina de 3 milhões de reais, logo após deixar o Governo de Rondônia (saiu junto com “seu patrão” que foi disputar o Senado).

LIGAÇÕES PERIGOSAS I
O Governador empossado João Aparecido Cahula (era vice do Cassol) manteve o secretariado do Cassol.

LIGAÇÕES PERIGOSAS II
Mas o Secretário João Carlos Gonçalves Ribeiro “pediu” para sair.

LIGAÇÕES PERIGOSAS III
Fontes me informaram que foi trabalhar na Usina de Santo Antônio, tal fato se confirmado poderá mostrar as famosas “ligações perigosas”

LIGAÇÕES PERIGOSAS IV
Se o “dono de tudo” Marcelo Odebrecht “deu com a língua nos dentes” imagina um funcionário não se sabe por quem foi indicado?

DALLAS OU CASSOL
O Dallas não sei, mas o Cassol falaria “anssim”: “Cada um responde pelo seu CÊPÊFÊ, quero ver o posicionamento da Santo Antônio Energia com está ligação “umbilical” com o ex secretário João Carlos.

TÁ NA ÁREA AINDA
João Carlos ainda é visto constantemente na Usina de Santo Antônio.

QUE É ISSO COMPANHEIRO?
Segundo a revista CARTA CAPITAL o deputado federal Arlindo Chinaglia, presidente da Câmara entre 2007 e 2009, é apontado pelos delatores como destinatário de 10 milhões de reais em um esquema relacionado a obras da hidrelétrica de Santo Antonio. Outros beneficiários teriam sido o deputado cassado Eduardo Cunha e o senador Romero Jucá, ambos do PMDB.

CPI DAS USINAS
Ela existiu, mas…. confira aqui

MP obtém condenação para que Estado construa nova unidade prisional

O Ministério Público de Rondônia obteve junto ao Judiciário a condenação do Estado de Rondônia à obrigação de fazer, consistente na desativação da atual Cadeia Pública de Espigão do Oeste e consequente instalação de uma nova Unidade Prisional naquele Município.

A condenação é resultado de ação civil pública proposta pelo Promotor de Justiça Tiago Lopes Nunes, em julho de 2015. O Integrante do MP ingressou com a ação, tendo como objeto a desativação da atual Cadeia Pública de Espigão do Oeste e a instalação de uma nova Unidade Prisional na Comarca, visando atender as normas técnicas pertinentes, especialmente no que tange à localização, estrutura, capacidade, salubridade e segurança.

A ação civil pública foi julgada procedente na última segunda-feira (10/04),  pelo Juiz de Direito Titular da 2ª Vara de Espigão do Oeste, Wanderley José Cardoso.

Segundo o Magistrado, caso a primeira determinação não seja conveniente e oportuna à Administração Pública, alternativamente, poderá o Estado de Rondônia construir uma penitenciária regional, a ser situada em local estratégico, visando atender, tanto o município de Espigão do Oeste, quanto os municípios circunvizinhos.

De acordo com o Promotor de Justiça Tiago Lopes Nunes, “a interposição de demanda jurisdicional para compelir o Estado a efetivar políticas públicas deve ser sempre medida de exceção, considerando a regra de separação dos Poderes. No presente caso, todavia, os problemas da Unidade Prisional de Espigão do Oeste se revelaram absurdamente graves, sobretudo no que tange à calamitosa condição sanitária, à ausência de segurança adequada e à superlotação. Assim, a reiterada omissão do Poder Público em resolver, ou mesmo minorar, as irregularidades constatadas acabou por amesquinhar, a níveis insustentáveis, os direitos constitucionalmente assegurados aos detentos, às pessoas que os visitam, aos servidores da Secretaria de Justiça que laboram no Presídio e à população local. Nesse contexto, violado o mínimo existencial que deve ser assegurado para preservar a dignidade da pessoa humana, o Ministério Público não teve outra saída senão provocar o Poder Judiciário a impor ao Estado a efetivação de medidas práticas para fazer cessar essa situação insustentável.”.

Ao decidir o pleito aforado pelo Ministério Público, o Magistrado afirmou que: “a falta de mínimas condições físicos sanitárias das celas, do prédio e a superlotação são fatores determinantes para a construção de nova unidade e a desativação do prédio atual”. Assim concluindo, asseverou que: “deve o Estado de Rondônia ser condenado a uma obrigação de fazer consistente na construção de um novo prédio para a Unidade Prisional de Espigão do Oeste para que ofereça condições de salubridade aptas a abrigar seres humanos, com garantia mínima de dignidade e sem afetar a saúde ou integridade moral dos presos, assegurando, por outro lado, a segurança dos servidores públicos e da população local, violada ante a precariedade da situação.”

Assessoria de Comunicação – ASCOM