quarta-feira, setembro 19, 2018
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Corte de cipós nas castanheiras pode aumentar a produção em até 30%

Resultado de dez anos de pesquisa indica que castanheiras que receberam o tratamento silvicultural de corte dos cipós produziram um terço a mais de castanhas-do-brasil que as infestadas que não foram tratadas. O que antes era percebido por alguns extrativistas foi comprovado pela pesquisa, que quantificou e criou parâmetros para esse tratamento de baixo custo, garantindo mais ganhos de produção e renda aos produtores da Amazônia.

Além do aumento de 30% na produção de frutos das castanheiras com o corte dos cipós, o trabalho também demonstrou que esse efeito foi observado a partir do quinto ano após o corte. Para se ter uma ideia, depois de liberados os cipós, as castanheiras recuperaram suas copas e algumas que nunca haviam dado frutos começaram a produzir. Outras árvores muito infestadas por cipós e que não foram tratadas morreram, enquanto aquelas que receberam o manejo se recuperaram.

Na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC), resultados do corte dos cipós já foram notados. “Algumas castanheiras infestadas não produziam. Seguimos a orientação de cortar os cipós e há árvores que já estão produzindo até cinco latas de ouriço”, afirma o presidente do Núcleo de Base Cazumbá, o extrativista Afonso da Silva.

Embasados na pesquisa, cientistas recomendam remover apenas os cipós que infestam a copa das castanheiras e que estão enraizados próximo ao tronco, dentro de um raio de cinco a dez metros. Cabe ressaltar que o corte de cipós em castanheiras é uma atividade fácil de ser executada e de baixo custo, pois o corte pode ser feito na época da safra e, em média, leva menos de um minuto para cortar um cipó.
Produção com sustentabilidade

Este trabalho, desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Acre e de Rondônia e das universidades norte-americanas da Flórida e do Alabama, se destaca por oferecer aos extrativistas informações quantificadas e recomendações de tratamento silvicultural para as castanheiras. “Temos buscado técnicas para melhorar a produtividade aliada à conservação dos recursos naturais. Isso incentiva o extrativista para que ele continue na atividade e obtenha renda com a manutenção da floresta”, explica a pesquisadora da Embrapa Rondônia Lúcia Wadt.

Segundo ela, as recomendações já foram feitas a diversas comunidades que têm adotado a prática com sucesso e vêm alcançando maior ganho na renda familiar. “Para a pesquisa, é este o resultado que buscamos: utilizar a ciência por meio da experimentação para promover melhoria de renda significativa aos produtores, sempre respeitando o meio ambiente e promovendo a manutenção da floresta em pé”, arremata.

Uma das localidades que adotaram as recomendações da pesquisa foi a do Seringal Porvir, em Epitaciolândia (AC), na Reserva Extrativista Chico Mendes. Segundo o presidente do Núcleo de Base Wilson Pinheiro II, Severino da Silva Brito, todos os extrativistas da comunidade já adotam essa prática. “O meu pai já fazia isso, ele falava que precisava cortar para evitar que os galhos das castanheiras secassem, mas eu não levava muito em consideração. Depois das práticas com o pessoal da Embrapa, a gente passou a ter esse hábito. Houve uma castanheira que bateu o recorde. Produzia meia lata de ouriço, nós podamos os cipós e, depois de dois anos, coletamos seis latas. Hoje em dia, não tem mais nenhuma castanheira com cipó na minha área. Eu digo que quem tem castanhal deve cortar o cipó para ter mais castanha”, conta.
A pesquisa

Por causa da importância da castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa Bonpl.) para a economia extrativista, chamaram a atenção dos pesquisadores as quedas na renda familiar de extrativistas verificadas nos últimos anos e atribuídas à baixa produção das castanheiras. Os produtores relataram que cipós presentes nas castanheiras diminuíam a produção de frutos. Então, para testar essa hipótese, os cientistas realizaram experimento com 138 castanheiras,  conduzido e avaliado por dez anos, na Reserva Extrativista Chico Mendes, no Estado do Acre.

Nesse trabalho, 454 cipós foram cortados de 78 castanheiras com diferentes intensidades de infestação. O corte dos cipós foi feito em duas partes, próximo ao solo e a uma altura de dois metros do chão. Todas as árvores do experimento, tanto as que receberam o corte de cipós quanto aquelas que não receberam o corte foram monitoradas uma vez ao ano para coleta de dados de produção de frutos e acompanhamento da reinfestação pelos cipós. Todos os cipós que rebrotaram ou qualquer infestação nova em castanheira tratada foram cortados sistematicamente para manter as árvores tratadas livres de cipós. Durante os quatro primeiros anos, não houve diferença de produção entre castanheiras tratadas e não tratadas. Os bons resultados começaram a ser percebidos a partir do quinto ano, quando as árvores que receberam o corte de cipós produziram melhor do que as que não tiveram os cipós cortados.

De acordo com a pesquisadora Lúcia Wadt, ao analisar o porquê da melhoria da produção, percebeu-se que a competição por luz na área da copa da árvore e a competição por água e nutrientes no solo tiveram efeito. Castanheiras com menos de 25% de sua copa coberta com cipós produziram mais frutos que aquelas que apresentaram mais de 25% da copa infestada. A quantidade de cipós enraizados próximo do tronco da castanheira também foi importante, pois quanto maior o número de cipós próximo do tronco da castanheira, menor a produção de frutos.

Importância econômica e social da castanheira 
A importância da castanha-do-brasil é reconhecida para a economia extrativista. Trata-se da única castanha comercializada internacionalmente que é coletada em florestas naturais por populações tradicionais. Além disso, a castanheira é uma árvore gigante da Floresta Amazônica e serve como estrutura para seres vivos de diferentes espécies que habitam ao seu redor. Seu tronco pode chegar a mais de três metros de diâmetro, e a planta, a 50 metros de altura.

Em 2014, a castanha-do-brasil movimentou 79,6 milhões de reais na produção primária (IBGE, 2016). A grande maioria dessa produção vem de unidades de conservação, terras indígenas e assentamentos rurais, sendo responsável por boa parte da renda de mais de 55 mil pessoas representadas por povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares (MDA; MMA; MDS, 2009).

Dada sua importância para a economia regional, a queda na renda familiar de extrativistas foi atribuída à baixa produção das castanheiras. Esta ligação entre a produção dos frutos e a renda pode ter consequências diretas para a conservação da floresta, pois, com a baixa coleta, os extrativistas podem desistir da atividade e partir para outras que alteram a floresta, como a pecuária e a agricultura intensiva.

As relações entre produção dos frutos da castanheira, renda familiar e manutenção das florestas conservadas tornam a castanheira uma espécie-chave para estratégias de conservação da Amazônia. Apesar da importância econômica e da conservação da espécie Bertholletia excelsa, ainda são poucos os estudos sobre a variação na produção e tratamentos silviculturais que podem favorecer a produção de frutos.

Segurança no trânsito: projeto do deputado Mosquini proíbe ingestão de bebidas alcoólicas no interior de veículos

A cada ano cerca de 45 mil pessoas perdem suas vidas em acidentes de trânsito no Brasil. Este alto índice de acidentes motivou o deputado federal Lúcio Mosquini (PMDB-RO) a apresentar na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6.795/2017, que visa proibir a ingestão de bebidas alcoólicas no interior de veículos.

“Há uma verdadeira epidemia de acidentes de trânsito no país. E o mais doloroso é que uma grande parcela dos acidentes poderiam ser evitados se não houvesse consumo de bebida alcoólica no interior dos veículos”, afirmou Mosquini.

O projeto do deputado rondoniense visita alterar o artigo 105 da Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro. De acordo com o projeto a ingestão de bebida alcoólica no interior de qualquer tipo de veículo será considerada uma infração grave sujeita à multa e medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo.

“O meu projeto busca proibir a ingestão de bebidas alcoólicas não só pelos condutores mas também pelos passageiros. A ingestão de bebidas alcoólicas pelos passageiros podem gerar situações que representem perigo para a
segurança do trânsito, como por exemplo este oferecer bebida ao condutor. É este tipo de situação que queremos evitar e que vidas sejam preservadas”, concluiu Mosquini.

A proposição do deputado Lúcio Mosquini visa contribuir para o
aperfeiçoamento do Código Brasileiro de Trânsito, no que diz respeito à segurança.

“Um novo começo”

 
A longa lista de denunciados liberada pelo ministro Edson Fachin deixou cada cidadão um tanto mais amargo nessa Páscoa. Ficou a impressão de ter sido esta efetivamente a “delação do fim do mundo”. Não é. E vem muito mais coisa por aí – pode-se imaginar. Mas definitivamente não é o fim do mundo. Só vai dar mais trabalho para fazer, agora, o que é necessário. “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, podemos começar agora a construir um novo fim”, disse Chico Xavier. Já escrevi que não são os políticos que se transformam em bandidos: são os bandidos que conseguem se eleger com os nossos votos. E caso não haja qualquer reação da sociedade, eles poderão ser reeleitos indefinidamente. É preciso mobilização para primeiramente exigir investigação e julgamento de cada caso comprovado – resguardado o direito constitucional à ampla defesa – punir com severidade corruptos e corruptores. Além de encontrar meios legais para afastar os empresários corruptos – todos eles – do comando das empresas, para que possam corrigir os rumos, pagar o que devem e continuar a operar – legalmente, claro – para preservar os empregos que geram.

É preciso atitude para enfrentar uma realidade absurdamente adversa, corrigir os rumos prosseguir com decisão para fazer o que é preciso em favor da recuperação moral, política e econômica do país. Nesse sentido a OAB demonstrou, mais uma vez, sua capacidade de olhar a realidade de frente, identificar alternativas eficazes e partir em busca de resultados. A primeira ação de grande significado foi manifestada no ofício datado do último dia 12 e endereçado à ministra Carmem Lúcia, presidente do STF. Assinado pelo presidente nacional da Ordem, Cláudio Lamachia, por Homero Junger Mafra, Coordenador Nacional do Colégio de Presidentes, e José Horácio Halfeld Rezende Ribeiro, Presidente do Colégio de Presidentes dos Institutos dos Advogados do Brasil, a OAB, imensamente preocupada com a prestação jurisdicional considera fundamental “que a Justiça se concretize para uma nação à espera de redenção”.
 
“A excepcionalidade do momento pelo qual o Brasil atravessa causa enorme apreensão à sociedade brasileira com possíveis danos à imagem do País no processo de combate à corrupção e de busca de decência na política e na atuação do Estado. Nesse contexto, a diretriz constitucional da duração razoável do processo é garantia que nunca pode ser negligenciada sob pena de conseqüências nefastas e generalizadas decorrentes da demora nas decisões e julgamentos. É inegável a mácula contra aqueles que estão sob investigação em inquéritos, bem como os denunciados em ações penais, que se agiganta com o tempo. Constam mais de 500 processos (inquéritos e ações penais) de competência originária em trâmite perante o Supremo Tribunal Federal que podem avolumar-se como decorrência das investigações em curso, sendo fato incontroverso que sempre se constituem em questões complexas e volumosas” – lembra o documento.

A OAB observa também que nesse cenário, que “impinge aos Ministros do STF uma intensidade de atuação incompatível com a atual estrutura”, é recomendável recorrer à ampla utilização do artigo 21-A do Regimento Interno do Supremo, que permite o auxílio de magistrados instrutores convocados. Na tarde de ontem o STF distribuiu nota para anunciar a criação de um “grupo de assessoria especializada” para reforçar a equipe do gabinete do ministro-relator Edson Fachin. A intenção é dar celeridade e prioridade aos processos da Lava-Jato – que já somam hoje 113 inquéritos e cinco ações penais no tribunal. Os integrantes do grupo ainda não estão definidos, mas, segundo o jornal O Globo, devem ser incluídos juízes e assessores do tribunal especializados em processos penais. A ministra declarou que a decisão foi tomada em conjunto, após reunião, pela manhã, com o ministro Fachim, para acertar como o tribunal haverá de cuidar da tramitação dos processos, de forma a evitar investigações muito longas, que oferecem risco de prescrição dos crimes antes mesmo do julgamento.
 
É nada menos que dramática a situação brasileira, mas sempre haverão de ser encontradas soluções, desde que se persevere na busca. A reforma da Previdência é um exemplo: o governo já admite aceitar a redução do tempo originalmente proposto de contribuição para a aposentadoria integral. E outros pontos de conflito haverão de ser mudados para que o ônus não recaia exclusivamente sobre os trabalhadores mais humildes. Nesse sentido é bastante oportuno e elucidativo o artigo do professor Milton Seligman do Woodrow Wilson Institute de Washington. Ele pergunta: “Como vamos sair dessa confusão? Quando e como faremos a nossa travessia?” Observa que a raiz dos males que hoje angustiam a nação está na atividade política, que no entanto é fundamental para a democracia. E assegura que somente a vontade de mudar e um debate amplo e urgente – no Congresso Nacional e na sociedade – sobre as alternativas para uma importante reforma eleitoral que reduza drasticamente os custos da democracia nos permitirão olhar para 2018 com a esperança de eleger dirigentes que consolidem a nossa desejável travessia para tempos melhores.
Andrey Cavalcante

Porto FGV realizará palestra gratuita sobre os impactos do novo CPC nas empresas com professor da FGV

O novo Código de Processo Civil (CPC) está em vigor há um ano e, por isso, ainda é um texto bastante recente na área jurídica. O documento normatiza processos judiciais em diversas áreas e, para falar sobre os impactos que o novo CPC teve nas atividades e nas estratégias empresariais, a Porto FGV realizará a palestra “O CPC e seus impactos nas empresas”, ministrada pelo procurador do Estado do Rio de Janeiro e professor da FGV, Marco Antônio dos Santos Rodrigues.

 

O diretor de Operações da Porto FGV, Rodrigo Campos, destaca que a palestra é uma oportunidade de entender como o CPC efetivamente interferiu nas atividades empresariais. “O novo CPC foi uma grande mudança na advocacia, em todos os âmbitos. Agora, um ano depois, podemos mostrar as mudanças que ele trouxe de fato para o mundo empresarial e como os empresários podem lidar com elas”, aponta. Entre os pontos que serão abordados estão o sistema de precedentes, o incidente para a desconsideração da personalidade jurídica, as novas regras sobre fraudes patrimoniais e sobre o ônus financeiro do processo.

 

Marco Antônio Rodrigues é pós-doutor pela Universidade de Coimbra, mestre em Direito Público e doutor em Direito Processual pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Além de procurador, Marco Antônio é professor da Fundação Getulio Vargas, professor adjunto de Direito Processual Civil da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e professor de cursos de pós-graduação em Direito pelo Brasil.

 

A palestra será realizada no dia 28 de abril às 16h30, no auditório do Centro de Educação Executiva da Porto FGV (rua Paulo Freire, 4767, bairro Flodoaldo Pontes Pinto). A entrada é 1kg de alimento não perecível. Mais informações pelo telefone (69) 3301-4646 ou pelo e-mail admissao@portovelho.br.

 

 

Assessoria de Comunicação

 

Luizinho Goebel destaca ação da Câmara de Vereadores

 

Vereadores realizaram sessão itinerante no distrito de Estrela de Rondônia

Durante seu pronunciamento na sessão desta terça-feira (18), o deputado Luizinho Goebel (PV) destacou a Sessão Itinerante realizada pela Câmara Municipal de Presidente Médici no distrito de Estrela de Rondônia. O parlamentar agradeceu a iniciativa de todas as autoridades municipais que se disponibilizaram a levar as ações da Câmara para mais próximo da população situada em localidades longínquas.

O deputado também agradeceu a recepção a ele destinada na sessão e parabenizou a presença das demais autoridades que, segundo Luizinho, fez com que ele pudesse atestar a importância da realização de uma Sessão Itinerante.

“O princípio da política se baseia nas pessoas escolherem seus representantes, votar no seu escolhido e que este, de fato, represente os interesses de quem o escolheu. E da forma que aquela sessão foi realizada, aquelas pessoas tiveram a oportunidade de levar as demandas do distrito e da região aos seus representantes. E nos incluímos nisso porque ouvimos atentamente as necessidades da sociedade”, declarou Goebel.

O deputado relatou alguns compromissos feitos durante a Sessão Itinerante em Estrela de Rondônia, entre eles, a destinação de recursos por meio de emenda parlamentar individual para a aquisição de maquinários como tratores, carretinhas e roçadeiras para serem utilizados na limpeza e manutenção dos distritos de Presidente Médici.

Também serão liberados recursos para a construção e ampliação da sede da APAE de Médici graças à emenda do deputado. Segundo Luizinho, a instituição é de extrema importância para o município e atende uma parcela da sociedade, que precisa constantemente do apoio das autoridades políticas.

“Fico feliz em ser o primeiro deputado a colocar emenda para atender a APAE de Médici e incentivar outros colegas a também viabilizarem recursos, para contribuir com essa importante associação”, declarou o parlamentar.

A Prefeitura de Presidente Médici encaminhará ao gabinete do deputado Luizinho, projeto para a construção de uma capela mortuária. Goebel informou que assegurou recurso para atender essa demanda do município que atualmente se utiliza do espaço da Câmara de Vereadores para a realização dos funerais.

Ainda falta mais de 42 mil eleitores comparecerem ao recadastramento biométrico

 

Faltando poucas semanas para o fim do prazo do recadastramento biométrico do município de Cacoal, a Justiça Eleitoral verifica que mais de 42 mil eleitores ainda não compareceram à Central de Atendimento da Biometria, na sede da CEMADERON (Av. Belo Horizonte, nº 3632 – Jardim Clodoaldo).

A partir desta semana, considerando o pouco comparecimento de cidadãos no chamamento por bairros, a Justiça Eleitoral passou a convocar os eleitores de todo o município de Cacoal ao mesmo tempo, tanto da zona urbana quanto da rural, para realizarem a atualização cadastral com dados biométricos.

Mesmo os eleitores de bairros que já foram chamados, assim como os moradores da zona rural do município, os quais ainda não realizaram a regularização cadastral, poderão comparecer à Central de Atendimento da Biometria na CEMADERON, visto que o prazo do recadastramento está terminando no mês de maio.

O atendimento é bem rápido nos guichês individuais de coleta de dados, das digitais e de fotografia. O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia alerta os eleitores, para sua própria comodidade, a comparecerem o quanto antes, evitando filas na última semana.

CANCELAMENTO DO TÍTULO ELEITORAL

O comparecimento é obrigatório para todos os eleitores da zona urbana e rural. O eleitor que não atender a convocação terá seu TÍTULO ELEITORAL CANCELADO, ficando impedido de fazer matrícula em universidades públicas, tomar posse em cargos públicos, tirar passaporte e obter qualquer documento ou participar de programas sociais que exijam apresentação de certidão de quitação da Justiça Eleitoral.

Seção de Comunicação Social do TRE-RO

QUANDO A NOTÍCIA “ESQUECE” DE DIZER PORQUE A POLÍCIA ATIRA!

Veja-se só a inversão de valores, que acaba causando danos terríveis à sociedade, pela informação tendenciosa, parcial, tristemente maquiada. Manchete do site G1, ligado à Rede Globo, informa que “cerca de 70 mil alunos do Rio já ficaram sem aulas em 2017 por causa de ações policiais” e que tais ações, “causaram perdas de 30 dias de aulas”. Diz mais a notícia: “as ações policiais atrapalham as atividades das escolas e já deixaram alguns funcionários e alunos feridos”. A afirmação canalha omite, em todo o texto, os motivos pelos quais a polícia teve que agir (ou reagir) com violência, como se ela estivesse trocando tiros consigo mesma; como se os policiais saíssem dos quartéis dispostos a fecharem escolas na  base da bala, sem motivo algum. “Nesta terça-feira, dia 18, 792 alunos da rede municipal ficaram sem aula no Rio”. Dos estudantes afetados,  segundo a informação absurda e facciosa, 228 frequentam escolas na Praça Seca, zona oeste da cidade e outros 564 em creches em Acari, zona norte. E conclui, o texto vergonhoso e parcial: “nos dois casos, tiroteios interromperam as atividades das escolas”. Ué, tiroteio contra quem? Polícia contra polícia? Polícia contra estudantes? Nada disso. A informação que deveria envergonhar a imprensa nacional, pela doentia parcialidade e defesa dos criminosos, não diz, em nenhum momento, que os policiais agiram em defesa da sociedade, combatendo bandidos que dominam praticamente toda a cidade do Rio de Janeiro. O leitor é induzido a acreditar que é a polícia a culpada pela falta de segurança. Que é a polícia que exagera. Que não há bandidos no Rio, fortemente armados, dominando a tudo, atirando, matando, usando crianças como escudos. Para a Globo e o para o site G1, que infelizmente, ainda têm credibilidade, a culpa da violência é das autoridades da lei e não de quem, há décadas, destrói a mais linda cidade brasileira.Pior de tudo é que esse tipo jornalismo doentio se espalha pelo país.

Pior de tudo é que esse tipo de jornalismo doentio se espalha pelo país. Outras redes de TV seguem o mesmo exemplo, atacando a polícia e fazendo o possível para esconder que ela também é vítima. Pois que defendam e vangloriem os bandidos, a maior poderosa rede de TV do país e outras menores. Nesse cantinho, modestíssimo e quase insignificante, contudo, esse crime contra a opinião pública jamais será cometido. Pronto. Falei!

OS POLICIAIS SE SUICDARAM?

Só no Rio, no primeiro trimestre deste ano, 55 policiais foram mortos pela bandidagem. Outros tantos morreram em São Paulo. Em duas décadas e apenas no Rio de Janeiro, foram assassinados mais de três mil policiais. Para se ter uma rápida ideia do que isso significa, o número representa quase 4 por cento de todos os americanos mortos na Primeira e na Segunda Guerras mundiais. Hoje, no Rio, um PM é fuzilado por bandidos a cada dois dias e meio. Se depender do noticiário do G1, daqui a pouco vamos ser informados que essa gente toda da polícia se suicidou, porque os textos ignoram a existência do crime organizado, dos traficantes, da ralé criminosa que assola o Rio. E age pela extinção das forças da lei. Literalmente. Alguém leu alguma coisa sobre isso? Alguém viu alguma reportagem da Globo, que surpreendentemente agora é amiga dos bandidos e inimiga da polícia, dizendo que o grupo de vítimas era composto por  gente defensora da sociedade, contra o banditismo que aterroriza não só a Cidade Maravilha, mas todo nosso país? Uma vergonha!

 

SAÚDE À NOITE

O governador Confúcio Moura, em seu Blog, dias atrás, elogiou muito ao prefeito de São Paulo, João Dória, pelo sucesso do programa de atendimento do sistema de saúde à noite. Mais de 100 mil exames que estavam atrasados, alguns pacientes esperando até há um ano, foram colocados em dia, graças à iniciativa. Pois a Secretaria de Saúde de Rondônia entendeu o recado do chefe. Tanto que, desde segunda e até essa sexta, mesmo no feriado, serão realizados mais de 1.200 exames, no projeto “Corujão da Saúde”!  Os pacientes de Porto Velho, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena serão atendidos no período noturno, para realização de exames de imagem de alta complexidade. Ora, os resultados certamente serão tão positivos que, certamente, a Sesau deveria estudar o assunto e ampliar esse tipo de atendimento no terceiro turno para vários tipos de exames. Não seria um grande avanço para a saúde pública rondoniense?

 

NA HORA DA MORTE

Finalmente, as famílias porto velhenses poderão velar e enterrar seus entes queridos, em funerárias que elas mesmo escolham. Lei municipal em vigor desde o início do governo Mauro Nazif impedia essa liberdade de escolha, o que era claramente inconstitucional, mas que valeu durante anos. Ou seja, só a funerária que estava no topo da lista, a que estivesse à frente, num rodízio criado pela Prefeitura, poderia ser acionada. Os familiares não tinham direito algum de escolher quem deveria ser contratada para os serviços funerários, O Ministério Público estadual entrou com uma ação, retratando o óbvio: que a lei era absurdamente inconstitucional. O Tribunal de Justiça acatou a decisão e determinou o fim dessa medida que, até hoje, não se entende como foi posta em prática. O único benefício que a lei, agora cancelada, tinha, foi o de acabar com os papa defuntos, nas portas dos hospitais. Esse mal, aliás, não pode voltar…

GOLAÇO DE MORO!

Não adianta chiar. Ele é diferenciado mesmo. Pode até aqui e ali ser prepotente ou exagerar, mas, na grande maioria dos momentos da Lava Jato, o juiz Sérgio Moro está dando um show de competência e dedicação à verdadeira Justiça. Mostra ainda que tem um QI acima da média e que aceita o jogo de quem quer jogar, desde que seja de acordo com suas regras. A última dele foi sensacional. Pressionado pelos advogados do ex Presidente Lula, de que teriam que ser ouvidas nada menos do que 87 testemunhas do acusado, o que é um acinte, embora legal, Moro topou. Mas devolveu a moeda no mesmo tamanho: exige que Lula esteja presente em todos os 87 depoimentos. Nada de ficar à distância, a se rigojizar de que seus defensores farão Moro passar por dissabores e constrangimentos, interrogando tanta gente. Ligeirinho, a defesa vai recuar. Tentaram colocar contra a parede um magistrado sério e amado por todo o Brasil. Se deram mal!

O SAMBA DO BOM SENSO

Carnaval em abril? Ridículo. O programado para ser realizado em Porto Velho, no final do mês, finalmente foi cancelado. O bom senso prevaleceu, porque ficaria completamente fora de ordem se ouvir, com mais de 60 dias de atraso, o som do samba pelas ruas da cidade. Mas há ainda outra questão, entre as mais importantes, para que a festa não seja realizada. Não que a cultura popular não precise de apoio e incentivo. Pelo contrário. Mas, à medida que em que o país começa a viver novas realidades, está na hora de se tirar o dinheiro público desses eventos. Eles devem ser realizados com financiamentos privados. O Poder Público deve participar organizando, dando segurança e ponto final. As Prefeituras estão contando centavos (Porto Velho está nesse rol) e uma gastança como a feita com o carnaval – e ainda completamente fora do calendário – seria um abuso. Nada contra a festa, mas que ela aconteça dentro do calendário normal e que seja bancada com grana privada. Afora isso, só serve muito bem, como uma luva, para políticos cooptarem votos às custas do erário público. Ou não é verdade?

 

NÚMEROS ESTARRECEDORES

 

Do primeiro ao trigésimo primeiro dia, mais de 17 assassinatos a cada 24 horas. Uma morte violenta a cada hora e 15 minutos,  mais ou menos. Foi assim o mês de março em Pernambuco, o mais violento Estado do país, onde o império do crime continua não só existindo, como se ampliando cada vez mais. Em março, nada menos do que 548 pessoas perderam a vida, a maioria na Capital, Recife, uma das mais belas cidades do Brasil, mas também a mais violenta, proporcionalmente à sua população. Os programas sociais, as ações policiais e as campanhas realizadas para tentar diminuir a mortandade têm tido resultados pífios. No Estado, apenas no primeiro trimestre, 983 pessoas já foram assassinadas. No ano passado, Pernambuco registrou um recorde: 4.479 crimes de morte. Um crescimento de 15 por cento sobre o ano anterior. E a violência continua crescente. Pernambuco é o pior retrato do Brasil, na questão da (in)segurança pública. Mas todo o país está assim…

 

PERGUNTINHA

Dois feriadões seguidos, duas sextas para aumentar os finais de semana. Na terra dos feriadões, não seria melhor a gente trabalhar em dobro, para sair da crise, do que ficar fazendo de conta que somos um país rico?

Gurgacz deflagra ‘guerra’ a eventuais adversários ao Governo de Rondônia em 2018

A doença do século: nenhum país consegue conter a obesidade!

A obesidade se transforma, para grande parte da população do Brasil, numa das mais graves doenças. Mesmo ainda tendo milhares e milhares de pessoas que passam fome, no outro lado da balança está um número assustador: um em cada cinco  brasileiros está obeso. Ou seja, quase 20 por cento da população.  Em uma década, o número de obesos saltou de 11,5 por cento, para esse número assustador, que só cresce.

Ainda não considerados obesos, contudo, 53 por cento dos brasileiros estão,  sim, acima do peso. Pesquisa nacional aponta que o país passa por uma transição em termos de nutrição. Antes, éramos desnutridos, na grande maioria da população. Agora, estamos entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade e já temos percentual também muito preocupante de pessoas com obesidade mórbida. Nos Estados Unidos, por exemplo, esses dados já são inacreditáveis.

Na terra do presidente Trump (que, aliás, está apenas um pouco acima do peso), a epidemia crescente de obesidade já atinge 40 por cento das mulheres, 35 por cento  dos homens e 17 por cento das crianças e adolescentes. Os esforços para incentivar os americanos a perderem peso têm surtido pouco efeito, de acordo com as pesquisas realizadas pelos Centros para Controle e Prevenção de Doenças.

No Brasil, os resultados de campanhas antigordura corporal também tem tido resultados apenas paliativos. A verdade é que, sem uma ampla mobilização nacional, a começar pela orientação às crianças nas escolas, pouco se conseguirá. Querem notícia pior?  Nenhum país do mundo conseguiu reduzir ou deter a obesidade. É uma meta ousada, para o Brasil, apenas conseguir segurar esse indicador, nos próximos dos anos. Não há uma fórmula mágica para se deter essa terrível doença. O quadro em Rondônia também é preocupante.  Para se ter uma ideia da gravidade da situação, apenas a Policlínica Osvaldo Cruz, na Capital, segundo dados oficiais, atende a mais de 1.200 pessoas por mês, com doenças relacionadas à obesidade. Estamos sendo atingidos em cheio por essa doença do século 21. Milhares de rondonienses e milhões de brasileiros correm sérios riscos, por não combatê-la.

GUERRA AOS ADVERSÁRIOS

O senador Acir Gurgacz  partiu para o ataque, mesmo um ano e meio antes da eleição de 2018. Candidatíssimo ao Governo, ele abre fogo contra possíveis adversários, como os senadores Ivo Cassol e Valdir Raupp, citados na Operação Lava Jato. Recentemente seu jornal, o Diário da Amazônia, também atacou o presidente da Assembleia, Maurão de Carvalho, que é hoje um dos nomes mais fortes ao Governo. Acir não está para brincadeira. Está mirando em qualquer obstáculo que possa ser colocado em seu caminho, quando começa a se preparar para enfrentar o 2018. Só o futuro dirá se é correta a tática de atacar desde agora, inclusive podendo fechar portas para futuras alianças ou se o ideal era esperar um pouco mais, até que o quadro todo se defina. É sempre bom lembrar que tanto Raupp quanto Cassol foram citados e serão investigados. Absolutamente nada mais que isso. Espera-se agora para ver os próximos passos dessa guerra política que começa a ocorrer em Rondônia. Por enquanto, Acir parece estar com vantagem. Se a manterá até o final, só o futuro é quem vai dizer.

O TEMA EXIGE REFLEXÃO

As delações premiadas da Odebrecht atingiram em cheio lideranças de Rondônia e criaram um clima e divulgação de suspeitas como poucas vezes se viu e leu nesse Estado. Fala-se em números superlativos, que teriam envolvido valores de corrupção nas obras das usinas do rio Madeira, mas, é claro, ao menos até agora não há provas sobre os casos. As delações apontam para todos os lados, destroem histórias (muitas merecidamente, aliás!), mas muitos que no futuro serão considerados inocentes, estão colocados na mesma vala comum e jamais recuperarão suas imagens, perante a opinião pública. Não se quer que culpados sejam inocentados. O que se quer é que inocentes não sejam acusados injustamente. Numa democracia, tem que se fazer a ampla Justiça. E condenar antecipadamente quem sequer foi denunciado (já que, por enquanto, tudo está ainda apenas na fase investigatória), pode criar um perigoso jogo de caça às bruxas, atingindo também quem não merece ser atingido. É bom refletir um pouco, sobre tudo isso.

A CUT PROTESTA

Ainda sobre o tema: tem razão em protestar, nas redes sociais, o representante da CUT rondoniense, Itamar Ferreira. Delação premiada de executivo da Odebrecht denunciou que a central sindical teria recebido dinheiro ilegal, para que evitasse greves nas obras de Santo Antônio, no rio Madeira. A mesma denúncia foi feita contra a Força Sindical. No caso da Força, foi citado nominalmente o deputado Paulinho, líder da central, de que ele teria recebido dinheiro, inclusive para festa de aniversário da entidade. Já no caso da CUT, foi feita a citação, sem apontar quem teria recebido os valores, quando, quanto e em que circunstância. O que vale para uns, vale para todos. O recebimento ilegal de dinheiro de corrupção pela CUT, precisa ser provado tanto quanto no caso de entidades, instituições e pessoas denunciadas, mas sem qualquer prova concreta. Portanto, até que elas, as provas, surjam, a denúncia contra a CUT deve ser tratada com as mesmas reservas.

VONTADE DE CHORAR

Oitenta foragidos foram presos em operações da Polícia Militar, em Rondônia, apenas nos primeiros meses do ano. Oitenta. Entre eles, há casos sintomáticos. Um dos que voltaram essa semana para a cadeia, já foi pego nove vezes. Entra e sai das cadeias quando quer. Outro, acusado de roubo, tráfico de drogas, direção perigosa, de estar bêbado ao volante, foi preso pela décima vez. Fica alguns dias atrás das grades e depois é solto, por decisão judicial. Os nomes e detalhes estão nos levantamentos divulgados pela PM. A situação está igual em todo o Brasil, mas parece que no Rio Grande do Sul, as coisas estão piores ainda. Depois de que desembargadores das Terceira Vara Criminal terem absolvido um traficante por uso de arma, alegando que ele tinha direito a usá-la para proteger sua boca de fumo, agora, mais uma, mais ou menos no mesmo nível. Dupla de assaltantes e ladrões de carros foi para uma audiência na Justiça….com um carro roubado. Flagrados, deveriam apodrecer na cadeia, até pelo deboche. Nada disso. A Juíza que decidiu o caso mandou libertar os dois, depois de apenas três dias de prisão. Alegando que eles têm direito a responder por mais esse crime em liberdade. Não dá vontade de chorar?

EMERSON SE DESNUDA

Imperdível, porque franca e esclarecedora, a entrevista concedida pelo chefe da Casa Civil, Emerson Castro, ao jornalista Vinicius Canova, do site Rondônia Dinâmica. Emerson abriu o jogo, se desnudou, contando fatos complexos; abordou temas polêmicos e não deixou qualquer pergunta sem resposta. Não correu de nada. Até sobre tentativas de extorsão que sofreu, por parte de representantes da imprensa, fez parte do bate papo. Emerson contou sobre a crise na Prefeitura, quando assumiu o governo municipal no final do governo Sobrinho; sobre acusações de negócios do governo com sua família; sobre a possível busca de uma vaga para o Tribunal de Contas e muitos outras situações bastante quentes.  É daquelas entrevistas que se têm que ler da primeira à última sílaba.

ENROLAÇÃO OFICIAL

A enrolação continua. Dos sete mil servidores rondonienses que têm direito já reconhecido da União para passarem aos seus quadros, apenas dois mil já o foram. É uma tal de má vontade, de enrola, de passa a perna, de obstáculos burocráticos infindáveis, que não se pode deixar de se suspeitar que é caso pensado. Isso que, se forem computados os que têm direito à transposição e que atuavam no Estado até 1991, poderia quadruplicar esse número. Ou seja, perto de 30 mil rondonienses estão sendo prejudicados, simplesmente porque a legislação não é cumprida. O descaso é tão grande que, só no Sintero, o maior sindicato do Estado, dos mais de 4.500 servidores que já deveriam ter sido transpostos, apenas 600 o foram. Enfim, a novela continua. O desrespeito a Rondônia continua. A União, que deixou de cumprir suas obrigações para com os servidores do ex Território durante décadas, continua fazendo todo o possível para que o direito de toda essa gente não seja respeitado. Uma vergonha!

PERGUNTINHA

Não é a solução mágica encontrada pelo Dnit, que ao invés de consertar a rodovia, implantou velocidade máxima de 40 quilômetros por hora na BR 364, entre Jaru e Ouro Preto, porque a estrada está em péssimas condições?

Luizinho Goebel pede ao DER recuperação de estradas no interior

Após receber uma série de reclamação de moradores de diferentes municípios do Estado, devido às péssimas condições em que se encontram algumas estradas e linhas, o deputado Luizinho Goebel (PV) indicou ao Departamento de Estradas de Rodagens (DER) a realização de serviços em várias vias.

No município de Corumbiara, o parlamentar indica encascalhamento na Linha 05 e a construção de uma ponte na Linha 02 B, ambos os locais em precárias condições de trafegabilidade. Outros dois municípios que necessitam de encascalhamento são Urupá, nas Linhas TN 10 e TN 14; e São Miguel do Guaporé, na Linha 86, Km 6, região Sul.

Em Cacaulândia, segundo o deputado, se faz necessária a construção de uma ponte na RO 010 e a recuperação das Linhas C 25, TB 40 e RO 140.

Em todos os trechos, buracos e lama causam prejuízos aos produtores, que diariamente precisam se deslocar a cidades vizinhas para escoar seus produtos. A situação das vias também apresenta riscos de acidentes.

SINDSEF mobiliza servidores federais para greve geral no dia 28 de abril

Em plenária promovida pelo SINDSEF (Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Estado de Rondônia), servidores da Funasa, Departamento de Controle de Zoonoses (DCZ), Funai, Ministério da Saúde, Ibama e Ministério do Trabalho e Emprego  aprovaram a adesão à Greve Geral que será realizada no dia 28 de abril. A reunião ocorreu nesta segunda-feira (17), dando início ao calendário de visitas aos órgãos federais em Porto Velho, com o objetivo de mobilizar a categoria para a paralisação nacional contraria as reformas da Previdência, Trabalhista e a retirada de direitos.

“O SINDSEF é contra as reformas. Estamos convictos que a crise anunciada pelo Governo e as medidas das reformas propostas de forma unilateral, pretendem promover um retrocesso social e retirada de direitos trabalhistas. Tais medidas devem ser amplamente questionadas por todos para que possamos garantir sua derrubada no Congresso. Para isso, faz necessário a mobilização da base e da categoria para adesão da greve”, disse Abson Praxedes, presidente do SINDSEF/RO ao convidar os servidores para a paralisação.

A proposta original do governo pretende equiparar as idades para aposentadoria entre homens e mulheres. De acordo com o advogado Elton Assis falta base atuarial para definir a idade mínima para transição e há falsas informações sobre o déficit no regime próprio dos servidores públicos.

Em reunião realizada no dia 11 de abril, o advogado Raul Fonseca advertiu sobre os impactos da terceirização no serviço público, conforme lei sancionada pelo Governo Federal no inicio do mês. Segundo ele, a lei acaba com a obrigatoriedade de concurso público, precariza o serviço público e a estabilidade dos servidores.