quinta-feira, janeiro 24, 2019
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Eyder Brasil precisa de um milagre para vencer a corrida pela Presidência da Assembleia de Rondônia; comando oposicionista pode engessar governo Rocha

O grupo que vai apoiar o governador Marcos Rocha na Assembleia Legislativa precisa, urgentemente, de um milagre. Se os números divulgados pelos oposicionistas, liderados pelos deputados Alex Redano (PRB) e Laerte Gomes (PDSD), são verdadeiros, essa turma já estaria comemorando a vitória na disputa pela Presidência e pela Mesa Diretora do parlamento rondoniense, com 17 votos conquistados. Aos governistas, restariam apenas sete. Tem alguma base real, esse número que levaria os opositores do novo governo ao poder, na Assembleia?

Não se tem certeza, mas há indícios. Um deles: foram realizados até agora exatos 14 jantares. Nos últimos, todos os que estariam fechados compareceram. Os encontros têm confirmado que a chapa liderada pelos dois experientes políticos (Redano vem de uma reeleição em Ariquemes e é nome quentíssimo para disputar a Prefeitura em 2020 e Laerte Gomes, ex prefeito de Alvorada também se reelegeu com facilidade, agora tendo sua base eleitoral em Ji-Paraná), tem força, embora não se saiba se a terá até o dia da escolha da nova Mesa. Há tanto otimismo no grupo que já se discute qual dos dois assumirá nos primeiros dois anos e qual deles ficará com o tempo restante, no comando da Casa.

Até porque as forças governistas entraram na briga bastante tempo depois que a turma opositora já estava agindo há tempo. Não se diga que tudo já está definido, porque em política tem gente que já viu até cavalo voar. Mas se a turma do governo não entrar com tudo, buscando apoios para seu candidato, o deputado Eyder Brasil (PSL), pode-se dizer que as chances de mudança no quadro desenhado, só seriam alcançadas com um verdadeiro milagre, embora muita gente ainda acredite que milagres existem.

O governador Marcos Rocha corre sim o risco de ter uma Assembleia formada por um grupo opositor dos mais fortes que, se quiser (não vai querer?), pode transformar sua administração num inferno. Quem conhece política sabe o que se está dizendo.  Por trás desse grupo forte, há, claro, movimentações de políticos que estão trabalhando duro para que o resultado final seja contra os novos comandantes do Palácio Rio Madeira/CPA. Como no Brasil mal termina uma eleição, já começa outra, os derrotados de outubro estão de olhos voltados para o futuro, porque tem nova eleição em 2020.

Alex Redano, por exemplo, será um duro adversário do governo, já que seu mais provável adversário em Ariquemes, na disputa pela Prefeitura, será o atual prefeito, Thiago Flores, do PSL e do partido de Rocha. Laerte Gomes é uma liderança política consolidada e poderá ser uma voz cada vez mais forte, no parlamento. Pelos corredores da Assembleia, antes desse fim de semana, por coincidência quando já começou a mudança do parlamento para o prédio novo, na Calama com Farquar, a sucessão era o grande assunto. Tirar a vitória do grupo opositor, há quem ache que  será uma espécie de missão quase impossível. O governo de Marcos Rocha começa, então, com esse grande e vital teste da sua força política. Conseguirá reverter uma situação que há alguns dias parecia perdida?

OS NOMES DOS DOIS LADOS

Alguns nomes que participam do grupo opositor, segundo as conversas (obviamente não oficiais), que envolvem os corredores da Assembleia e os bastidores  da política, são figuras carimbadas na vida publica rondoniense. Mas há também caras novas. Além de Alex Redano (PRB) e Laerte Gomes (PSDB), um dos principais nomes do grupo é Jean Oliveira (MDB), segundo deputado mais votado, filho do ex presidente da Casa, Carlão de Oliveira. Dois vereadores que se transformaram em deputados também estariam na turma: Jair Montes (PTC) e Marcelo Cruz (PTB).  A mesma aliança teria o apoio de três deputados do PRB: o próprio Redano, além do Pastor Alex Silva e o Cabo Jhony Paixão. Há outros três,  citados como da turma: Ezequiel Neiva (PTB), Chiquinho da Emater (PSB) e Ismael Crispim (PSB). Os adversários de Marcos Rocha alegam que contam ainda com nomes importantes, como os de Rosângela Donadon (PDT), Geraldo de Rondônia e Adelino Follador, mas o trio também é contabilizado à turma que estaria com Eyder Brasil.  Os demais nomes ainda não estão claros. Eyder Brasil diz que, dos nomes anunciados como de apoio à oposição, ele já conversou com vários, que se mostraram dispostos a dialogar com o representante do governo e apoiá-lo. Faltam apenas 18 dias…

SILÊNCIO DE LEBRÃO

O deputado José Lebrão preferiu não falar, ao menos por enquanto, sobre uma eventual desistência da disputa pela Assembleia. Segundo o deputado Eyder Brasil, o candidato do governo à presidência da Casa, Lebrão teria aberto mão da corrida pelo comando da ALE, para apoiar à nova proposta vinda do Palácio Rio Madeira/CPA. O parlamentar mais votado na última eleição esteve no interior neste final de semana e, ao menos por enquanto, segundo sua assessoria, não quer falar sobre o assunto. Nesta próxima semana, já no novo prédio da Assembleia, que começou a ser ocupado desde o meio da semana passada (a inauguração oficial será provavelmente na próxima terça, dia 22), é possível que Lebrão se pronuncie. Nos bastidores da ALE, ouve-se que a saída de Lebrão de uma eventual disputa pela presidência da Casa não seria tão pacífica e consensual. Mas como esse assunto nunca é tratado de forma pública e oficial, não há como garantir que o parlamentar, eleito com votação expressiva para mais um mandato, esteja mesmo fora do jogo ou ainda esteja dentro. Na semana que vem, se saberá…

CARA NOVA NA CASA

Advogado e promotor de eventos, ele começou na política conquistando um mandato de vereador em sua cidade, Cacoal. Foi candidato à Prefeitura, ficando em segundo lugar. A cidade elegeu a prefeita Glaucione Rodrigues. Em outubro, ele deu um salto. Foi eleito deputado estadual, para um primeiro mandato, com 12.859 votos, numa cidade onde o eleitorado passa pouco dos 60 mil aptos a votarem. Adailton Fúria (PSD) é uma cara nova na política estadual, embora na sua região seja reconhecido por um trabalho comunitário forte, direcionado principalmente para as populações mais carentes. Ele assume seu primeiro mandato em fevereiro, afirmando que vai realizar, no parlamento estadual, o mesmo trabalho – sério e dedicado às causas mais populares – que fez durante os quatro anos de mandato na Câmara Municipal de sua cidade. Embora tenha feito a grande maioria dos votos em Cacoal – 10.256 – Adailton Fúria teve uma particularidade em sua campanha: teve eleitores nos 52 municípios de Rondônia. Vem com tudo, o jovem parlamentar!

A HORROROSA BELMONT NA PAUTA

A denúncia, feita nessa coluna na sexta-feira, de que Rondônia poderia perder suas grandes empresas distribuidoras de derivados de petróleo, caso a Estrada do Belmont continuar a porcaria que é, deu resultados imediatos. Na própria sexta, o deputado Eyder Brasil entrou no circuito. Horas depois, ele conseguiu encontrar uma hora na pesada agenda do governador Marcos Rocha, que receberá uma comissão de representantes da área, para uma conversa e busca de solução para o grave problema. O encontro está marcado para esta terça, dia 15, no meio da tarde, no gabinete do Governador. Um grupo de pelo menos oito empresários, que participará do evento, pesos pesados do setor, é também responsável pelo pagamento de algo em torno de 80 milhões de reais em ICMS todos os meses (perto de 1 bilhão de reais/ano). Todos estão sendo instados a se mudarem para o Amazonas, porque a abandonada e horrorosa Estrada do Belmont tem causado inúmeros prejuízos, não só às distribuidoras, mas também a toda a população do bairro Nacional e proximidades. Ao que tudo indica, dessa vez a obra sai mesmo do papel. Há dinheiro no orçamento de 2019 para isso, segundo informou aos empresários o ex governador Daniel Pereira.

BOLSA FAMÍLIA SÓ A QUEM PRECISA

Quando o recadastramento das famílias beneficiadas pelo Bolsa Família for concluído, ainda neste mês, se saberá exatamente quantas entre quase 82 mil famílias beneficiadas no Estado (algo em torno de 380 mil pessoas), recebem os valores por necessidade ou estão “encostadas” em programas sociais por malandragem e safadeza. No país inteiro, um grande levantamento dos benefícios está sendo feito, para manter as famílias mais pobres sendo assistidas e para acabar com milhares de vagabundos (incluindo políticos, parentes e até primeiras damas), que recebem o dinheiro criminosamente. Aqui em Rondônia não houve, ao menos até agora, nenhum desses escândalos, mas o recadastramento é vital para que tais atos sejam evitados. A secretária de ação social do Estado, Luana Rocha, convocou as famílias a fazerem o recadastramento e pediu apoio aos Prefeitos, para que os beneficiados em suas cidades sejam alertados sobre a importância de se apresentarem para o cadastro novo, até o próximo dia 18, nessa próxima sexta-feira. Ao contrário dos governos do PT, que transformaram o Bolsa Família num esquema de compra de votos disfarçado, no governo Bolsonaro o benefício será pago – e ampliado – apenas para quem realmente precisa.

A BR 364 MAIS ALTA E A PONTE DE ABUNÃ

Serão ainda alguns meses de sofrimento, para os milhares de motoristas que vão ao Acre, de Rondônia ou trafegam no sentido contrário. Há mais de um ano, eles sofrem horas a fio, esperando em longas filas, para chegaram até a Balsa de Abunã, indo de um lado a outro do Madeirão. A má notícia é essa. E a boa? A boa é que, provavelmente no final de abril, estarão concluídas todas as obras de elevação da BR 364, num trecho aproximado de 20 quilômetros, para evitar que a rodovia seja atingida por novas cheias, como aconteceu na megaenchente de 2014. Falta ainda a conclusão de detalhes e sinalização num trecho de 16 quilômetros, já pronto e os outros quatro quilômetros serão também totalmente concluídos até abril, segundo informação oficial do Dnit. Mas não é só apenas isso, como dizem aqueles comerciais bregas da TV: em agosto, deve ser aberta oficialmente a ponte de Abunã, sobre o rio Madeira, ligando pela primeira vez, por terra, os dois estados do norte. Tudo isso, é claro, se não houver mudança de cronograma de última hora ou cortes de verbas. Se tudo continuar dentro da normalidade, como até agora, as datas anunciadas pelo Dnit, para as duas obras, serão mantidas.

ELES MANDAM, NÓS OBEDECEMOS!

Estava demorando! Os agentes penitenciários anunciam que estão em “estado de greve”, caso suas reivindicações não sejam atendidas. Principalmente em relação ao Plano de Cargos e Salários e reajustes, que teriam sido combinados com o governo anterior e vetado já no atual governo. É uma categoria criada depois de muita pressão, importante para o sistema prisional, mas que vive em função de reivindicações sem fim. É impressionante como os servidores públicos, no geral, se afirmam como castas diferenciadas, na sociedade brasileira. Temos, na realidade, dois países. Um dos servidores públicos, uma ampla minoria, mas com direitos recheados de benefícios, feriados, feriadões, ganhos extras, bônus, auxílio moradia e por aí vai. De outro, a imensa maioria dos trabalhadores brasileiros, muitos desempregados aliás, mas que, quando estão na ativa, recebem salários ridículos, não têm benefício algum e ainda são obrigados a manter, com impostos pagos com seus minguados ganhos, toda a estrutura de vantagens e benefícios no serviço público. Para se ter ideia, no mês de dezembro, houve servidores (em Rondônia), que receberam mais de 300 mil reais em salários e outros vencimentos. Enquanto essa doença não for curada, o Brasil  continuará vivendo sob o tacão das injustiças sociais.

PERGUNTINHA

Nos dois novos processos em que o ex Presidente Lula é réu (no caso do Sítio de Atibaia e no de ser acusado de ter recebido propina para a compra de um terreno para a nova sede do PT), em que as sentenças estão para sair a qualquer momento, você acha que ele será absolvido ou condenado?

SINFAR entrega pauta de reivindicação dos farmacêuticos de Rondônia ao Sindicato das Farmácias

O Sindicato dos Farmacêuticos (SINFAR) encaminhou no último sábado (12), através do ofício 001/2019/SINFAR-RO, ao Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (SINDIFARMÁCIA), a pauta  de reivindicação da categoria farmacêutica visando a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2019/2020 e a assinatura de um termo de compromisso para assegurar ultratividade, que é a prorrogação da vigência e validade da atual convenção coletiva até a assinatura do novo instrumento coletivo, que vence no próximo dia 30 de janeiro.

A intenção inicial do SINFAR  era a de ter entregue a pauta de reivindicações até o final de dezembro de 2018, mas não foi possível devido as enormes dificuldades financeiras, causadas pela recusa de mais de 90% das farmácias em cumprir a  CCT-2018/2019, que não efetuaram o desconto da contribuição assistencial, prevista na atual convenção coletiva, mesmo esta tendo sido mediada e homologada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Diante da intransigência patronal, até mesmo a publicação de um edital de convocação de assembleia em jornal de grande circulação foi prejudicada. O SINFAR já denunciou a postura antissindical dessas farmácias de Rondônia ao Ministério Público do Trabalho (MPT).

Considerando o iminente fim da vigência da atual CCT o SINFAR solicitou ao Sindicato patronal que agilizasse o máximo possível as providências para marcar a primeira rodada de negociação e sugeriu que a mesma aconteça até na última semana deste mês de janeiro, antes do vencimento da Convenção Coletiva atual.

Os farmacêuticos apresentaram aos donos de farmácias a proposta de renovação de todas as cláusulas da CCT-2018/2019, observando as alterações e acréscimos a seguir: reajuste pelo INPC e mais 3% aumento real (6% aproximadamente); PLR de 1 (um) piso salarial; tíquete alimentação com aumento maior pra jornada 36 horas na mesma proporção do praticado em 2018; adiantamento de 40% do salário até o 15º dia, sendo opcional e facultativo ao farmacêutico; auxílio-funeral; auxílio-creche; auxílio por filho excepcional; homologação “virtual” em que a empresa envia ao SINFAR por e-mail o Termo de Rescisão para prévia conferência.

Com base em convenções coletivas já praticadas em outros estados, o SINFAR reivindica ainda: acesso à medicamentos com prescrição médica, com subsídio gradativo de: 80% para o piso 4; 60% para o piso 3; 50% para o piso 2 e 40% para piso 1; abono de ausências para dirigente sindical de até 30 dias ano para desenvolvimento de atividades sindicais; desconto de mensalidade autorizada individualmente pelo empregado com repasse ao sindicato; e seguro de vida.

O SINFAR ressaltou a importância da assinatura de um termo de compromisso visando assegurar a ultratividade da CCT-2018/2019 até a assinatura da nova convenção coletiva de trabalho. O Sindicato destacou que tal medida, além de uma prova de boa-vontade e boa-fé nas negociações, evitaria a necessidade da entidade demandar na Justiça do Trabalho por um Protesto Judicial para prorrogação da CCT vigente, a exemplo do que ocorreu em 2018, nos autos do Processo nº 0000009-2018.5.14.0000.

Assessoria: SINFAR-CUT/RO.

Acusado, acreano fica no BBB 19 mas produção eliminou lutador de UFC neste sábado (10)

Apesar das queixas, o professor acreano Vanderson Brito, continua no BBB 19, mas um dos selecionados, Fábio Alano, de 27 anos, foi desclassificado neste sábado (12). Em comunicado enviado à imprensa, a Globo afirmou que “tomou conhecimento de fatos relacionados ao participante, avaliados como inadequados ao perfil dos competidores conforme o regulamento do programa”. Sem entrar em detalhes sobre quais foram os fatos que fizeram o gaúcho, que é lutador de MMA, ser eliminado. A emissora disse que ele não será substituído.

Vanderson Brito não se manifestou sobre as acusações de uma ex-namorada.

Mega Sena acumula e pagará R$ 25 milhões na terça-feira

Ninguém acertou as seis dezenas e o prêmio principal da Mega Sena acumulou. A estimativa de prêmio para o próximo sorteio, concurso 2115, é de R$ 25 milhões. O resultado sairá na terça-feira, 15 de janeiro. Os números sorteados foram: 17 – 25 – 30 – 35 – 42 – 57.

A Mega-Sena é o jogo lotérico que paga um prêmio milionário para o acertador dos 6 números sorteados. Mas quem acerta 4 ou 5 números também ganha! Para realizar o sonho de ser o próximo milionário, o apostador tem de marcar de 6 e 15 números, entre os 60 disponíveis no volante.

EDUCAÇÃO: Mais de 1 mil inscritos para concorrer a bolsas do programa Faculdade da Prefeitura

Prazo para inscrição segue até o dia 21 de janeiro

Cerca de 1,2 mil pessoas já se inscreveram para o programa Faculdade da Prefeitura, em Porto Velho. O prazo para concorrer às bolsas universitárias segue até o próximo dia 21 de janeiro. No total, são oferecidas 61 vagas em diversos cursos de três instituições de ensino da Capital.

As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, no portal da Prefeitura, no link Programa da Faculdade da Prefeitura. No ato da inscrição, o candidato deverá informar somente uma opção de curso dentre os disponíveis pelo Programa.

Os candidatos serão classificados de acordo com a sua opção de curso e as notas obtidas no Enem 2018. A divulgação dos candidatos pré-selecionados está prevista para o dia 23 de janeiro de 2019. O resultado definitivo será publicado no dia 18 de fevereiro e as inscrições nas Instituições de Ensino Superior serão no período de 18 a 20 de fevereiro de 2019.

Requisitos para se inscrever

O candidato que desejar concorrer a uma das bolsas de estudo oferecidas pelas Faculdades Fimca, Faculdade Sapiens e Centro Universitário São Lucas deverá ter realizado o Enem 2018 e obtido nota mínima de 400 pontos.

Deve ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou ter sido bolsista integral em instituições privadas. Ter domicílio no município de Porto Velho pelo período mínimo de 5 anos antes do início da concessão do benefício.

Deve ter renda mensal familiar de até 3 salários-mínimos ou, renda mensal per capita de até 1 salário mínimo. O candidato não pode possuir, no ato da matrícula, vínculo ativo ou trancado com instituições de ensino superior, quer sejam públicas ou privadas ou beneficiários de outros programas de concessão de bolsas de estudos não restituíveis.

Caso esteja com vínculo ativo ou trancado em alguma instituição de ensino superior, bem como, ter sido selecionado por outro programa de concessão de bolsas de estudo, o candidato deverá optar por uma das vagas, nos termos do artigo 1º da Resolução nº. 003/CGFP/2018, de 20/02/2018, publicada no DOM nº. 5.638, de 20/02/2018. O candidato também não pode ter sido beneficiado pelo Programa Faculdade da Prefeitura em edições anteriores, concluído ou não, pelo período equivalente à duração do curso.

Comdecom

Prof. Carlos, um sonhador

Carlos se foi, mas nos deixou sua marca indelével. Seu sonho se transformou em realidade. E o Classe A nos será eterno.

Carlos Alberto Bezerra de Freitas ou simplesmente professor Carlos do colégio Classe A é uma dessas pessoas que passam pela nossa vida e deixam não só saudades, mas principalmente muitos ensinamentos. Professor de Química formado em Campina Grande, interior da Paraíba, o professor Carlos chegou a Rondônia ainda na década de 1980 e começou a lecionar no colégio Orlando Freire em Porto Velho. Junto com outros colegas professores acreditou na ideia de uma educação de qualidade e por isso fundaram o Classe A, colégio que se tornou uma referência na educação de Rondônia nos últimos tempos. Durante 12 anos consecutivos, o colégio do professor Carlos liderou o ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio, em todo o Estado de Rondônia. O Classe A também é líder absoluto nas aprovações do ITA e em várias outras escolas.

Tive o prazer de trabalhar com o professor Carlos no Classe A. Entre 2004 e 2013 prestei serviços àquela escola de renome e lá aprendi muitas coisas com o jovem e dedicado mestre. Disciplina, organização pedagógica e competência formavam o tripé de sua visão escolar. E isso ele implantou com maestria no seu estabelecimento de ensino durante quase três décadas. Ser “aluno Classe A” não era para qualquer um. Estar morando em Rondônia e estudar em uma das 200 melhores escolas do Brasil sempre foi um privilégio, um grande orgulho. Carlos sempre soube como ninguém escolher a sua equipe de professores e colaboradores. Incentivava a todos e sempre sincero e acolhedor, não media esforços para ajudar os que mais necessitavam. Do servente ao mais graduado professor, ele tratava a todos com igualdade e muito respeito.

Da Páscoa Solidária aos mais incríveis projetos sociais e educacionais. Assim era a rotina de uma das melhores escolas de Rondônia e do Brasil. Muito diferente de minhas posições, o professor Carlos sempre acreditou em Rondônia e nas potencialidades de sua gente. “Devo tudo o que tenho a este brilhante Estado”, costumava me dizer sem arrodeio, quando “chateado” lia alguns dos meus textos. Tentei, sem sucesso, várias vezes convencê-lo a não gostar de um lugar tão atrasado, sujo e inóspito. “É preciso ter gratidão, Babaloo!”. Guardadas as devidas proporções, a Educação de Rondônia se divide em duas partes bem distintas: antes e depois do Colégio Classe A. Impossível para muitos médicos, advogados, engenheiros, e tantos outros profissionais liberais não se lembrarem dos ensinamentos deste grande homem.

Suas lições de honestidade, competência, humildade, reconhecimento e acima de tudo humanidade nunca serão esquecidas pelas novas gerações. O professor Carlos do colégio Classe A nos deixará muitas saudades, é verdade. Sua ida precoce nos entristece como se tivéssemos perdido alguém da nossa família. E perdemos mesmo: a família Classe A está de luto por esta irreparável e insubstituível perda. A educação de Rondônia perdeu um dos seus maiores baluartes e um dos seus maiores incentivadores. Carlos engrandeceu o nome de Rondônia dentre as melhores escolas do país. Eu fico um pouco mais pobre agora que meu amigo “resolveu” nos deixar. Mas todos nós temos de nos conformar. São as regras já estabelecidas e que não podemos e nunca vamos mudar. Aos familiares, minhas mais sinceras condolências. Carlos se foi, mas nos deixou sua marca indelével. Seu sonho se transformou em realidade. E o Classe A nos será eterno.

Professor Nazareno

Secretário-Geral do CNJ acompanha implantação do SEEU em RO

“O SEEU é um sistema específico para a execução penal e com ele ganham o estado, o cidadão e o próprio apenado, que, a partir da implantação, terá tudo disponibilizado em rede na internet.

Na tarde da última quarta-feira, 9, o Secretário Geral do Conselho Nacional de Justiça, Carlos Vieira Von Adamek e o coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ (DMF/CNJ), Luís Geraldo Lanfredi, reuniram-se com o presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia Walter Waltenberg Silva Junior para verificar de perto a implantação do Sistema Eletrônico de Execução Unificada. Rondônia é o terceiro estado no país a receber o SEEU.

Os trabalhos começaram na terça-feira, 8, com a chegada da equipe do CNJ formada por juízes do Distrito Federal, Paraná, Minas Gerais e alguns servidores que estão orientando os funcionários e juízes locais para uso e implantação do sistema. Depois de serem recebidos pelo presidente, O Secretário-geral do CNJ e o Coordenador do DMF foram até a Escola da Magistratura e a Vara de Execuções de Penais- VEP, onde estão sendo digitalizados os processos e aplicados os treinamentos. Ambos ficaram satisfeitos com o que viram.

“O SEEU é um sistema específico para a execução penal e com ele ganham o estado, o cidadão e o próprio apenado, que, a partir da implantação, terá tudo disponibilizado em rede na internet, podendo-se verificar o andamento dos processos, consulta de prazos e cumprimento de todas as condições subjetivas em que poderá haver progressão”, destacou o desembargador Carlos Adamek. Segundo ele, no sistema já estão previstos o prazo de encerramento da pena ou livramento condicional, o que permitirá uma administração mais célere e em tempo com a concessão do direito que o apenado tem. “Todos têm que cumprir a pena a que foram condenados, porém ela deve ser cumprida nos termos previstos em lei, sem atrasos e com a possibilidade de reinserção do apenado na sociedade para que ele não volte a delinquir”, acrescentou.

Já Luís Geraldo Lanfredi ressaltou a importância do trabalho para atingir um padrão de uniformização nacional da execução penal. “Trata-se de um sistema maduro, bem desenvolvido, que confere bastante celeridade e confiança ao sistema de execução de pena, permitindo, portanto, que Rondônia hoje possa, ao final desse processo ser colocada na “primeira divisão” da execução penal do país com referência para todos os estados da federação”.

O magistrado disse, ainda, que o TJRO se apresenta como uma referência não só do ponto de vista da infraestrutura de tecnologia, mas também da infraestrutura funcional, “pois nos disponibilizou o melhor material humano e podemos trabalhar, num curto espaço de tempo que nós temos a colocação de processos físicos da ordem de 30 mil todos dentro do sistema nesse curto período”.

O presidente do TJRO salientou que o cronograma de implantação do SEEU, embora ágil, está sendo feito sem atropelos, respeitando inclusive as instituições parceiras do sistema de Justiça tais como OAB e Defensoria Pública.

Assessoria de Comunicação Institucional

AMAZONAS QUER LEVAR NOSSAS GRANDES EMPRESAS E RONDÔNIA PODE  PERDER ANUALMENTE  1 BILHÃO DE REAIS EM ICMS

Por falta de ação, por não priorizar uma obra vital; por empurrá-la com a barriga, há anos, entra governo e sai governo, Rondônia pode acabar tendo um prejuízo de tal monta, que levaria anos para se recuperar. Isso é, se conseguisse se recuperar algum dia! Os cofres do Estado podem perder, todo o mês, nada menos do que 80 milhões de reais (perto de 1 bilhão por ano ou um oitavo do total de seu atual orçamento de 2019), caso não resolva o problema da Estrada do Belmont. Isso mesmo! Uma pequena estrada, de pouco mais de quatro quilômetros, que não custaria aos cofres públicos mais que 8 milhões de reais, com todas as estruturas necessárias, pode causar um dano arrasa quarteirão à economia de Porto Velho e de Rondônia. O motivo é simples: as grandes empresas de distribuição de combustível (gasolina, diesel, gás de cozinha e outros derivados de petróleo), estão sendo instadas a se mudarem para Humaitá, no Amazonas, onde teriam acesso muito melhor e mais barato ao um porto, para desembarcarem suas mercadorias e as distribuir por toda a região. Várias grandes empresas, como a Ipiranga, a JBS, a ATEM Distribuidora, a PDV S.A. e outras, estão quase desistindo de trabalharem nas péssimas condições impostas por uma rodovia de chão batido, abandonada pelo poder público, mesmo que nela passem, todos os meses, alguma coisa em torno de 12 por cento de todo o ICMS recolhido nesta terra de Rondon. Em jogo, não apenas danos materiais e grandes perdas financeiras das empresas que ali recebem suas mercadorias. O abandono da Belmont prejudica também grande número de  moradores do bairro Nacional, que, desesperados, devido a péssima qualidade da Estrada, já a fecharam inúmeras vezes, exigindo uma solução que até agora não passou de promessas em série.

Ali, onde apenas uma balsa que vem do rio Madeira pode descarregar até 3 milhões de litros de combustível, empresas, caminhoneiros e moradores vivem um verdadeiro inferno, todos os dias. Há não apenas prejuízos porque a estrada de tão importantes terminais de carga e descarga, está longe de receber o apoio que merece (Prefeitura e Estado ficam empurrando o problema um para o outro) mas os há  igualmente, porque nenhum empresário pode imaginar fazer novos investimentos, ampliar seus negócios, comprar novos e modernos equipamentos, porque ninguém sabe até quando a Belmont estará aberta e até quando suportará o trânsito que abriga todos os dias. Há muito tempo as autoridades do Amazonas estão de olho nesse riquíssimo mercado de Porto Velho, que, infelizmente, nossas autoridades desprezam. Felizmente, há agora uma luz no fim do túnel: o governador Marcos Rocha já sabe do assunto e, ao que tudo indica, vai resolver priorizar a solução do problema.  Até porque poderia estourar nas mãos dele uma perda financeira absurda, causada por erros do passado , quando fizeram de conta que a Estrada do Belmont não é importante. Os 80 milhões de reais em ICMS, todos os meses, não são argumentos suficientes para resolver o problema?

TEM DINHEIRO PARA A OBRA

O deputado Eyder Brasil (PSL), único parlamentar eleito pelo partido do governador Marcos Rocha, tomou conhecimento do assunto ontem, ao participar do programa Papo de Redação, dos Dinossauros, na rádio Parecis FM. Imediatamente, entrou no circuito. Afirmou que vai pedir ao Governador que receba, com a maior urgência possível, uma comissão de empresários  da Estrada do Belmont e do Terminal  Petrobras, para discutir uma solução para o assunto. Daniel Pereira, em suas últimas semanas no comando do Estado, visitou a área e conversou com lideranças das empresas que ali funcionam. Viu de perto toda a situação, mas avisou que não teria recursos financeiros para dar início às obras de pavimentação ainda no seu governo. Contudo, deu uma boa notícia: há recursos destinados ao asfaltamento da Belmont, em toda a sua extensão de pouco mais de quatro quilômetros, previstos no orçamento de 2019. O que se sabe é que as empresas da Estrada do Belmont querem ficar aqui mesmo, onde algumas têm, inclusive, planos de expansão. Só mudariam para o Amazonas caso fossem totalmente abandonadas. O deputado Eyder Brasil já disse, ontem, que o governo rondoniense não permitirá que isso ocorra e que vai trabalhar em conjunto com os empresários, para resolver o problema.  Pode ser que ainda nessa sexta surjam novidades sobre o assunto.

SOBRAM SETE VOTOS

Vamos fazer uma soma, rapinho. O grupo liderado pelo deputado Eyder Brasil, na disputa pela Assembleia Legislativa, anuncia que já conta com 15 votos. Com isso, teria garantida a vitória tanto à Presidência quanto à Mesa Diretora. Seus concorrentes (Alex Redano, Jean Oliveira, Laerte Gomes, entre outros), têm certeza absoluta que já podem contar com a grande maioria dos votos: pelo menos 16. Ora, somando-se os 15 da turma de Eyder com os 16 da oposição, temos 31 votos. Aí  é que a conta não fecha, claro, porque são apenas 24 deputados. Onde estariam os outros sete? Claro que essa é uma forma bem humorada de colocar a situação da corrida pelo comando do parlamento rondoniense, na eleição que acontecerá na casa de shows Talismã, no próximo 1º de fevereiro. A verdade é que a corrida pelo voto dos parlamentares (12 novos, 12 reeleitos), vai acontecer até a 25ª hora, ou seja, não há como fazer uma previsão de quem realmente tem bala na agulha, como diria o apresentador Ratinho Massa. Os dois grupos estão trabalhando duro, fazendo o que mais os parlamentares gostam de fazer:  conversar. Aliás, que ninguém se surpreenda se, na última hora, surgir uma chapa de consenso, com nomes dos dois lados.

UM NOVO MEIO AMBIENTE

Um novo sistema de comando, voltado para os reais interesses ambientais, buscando uma convivência pacífica com a produção rural, começa a se notar pelos lados da Sedam. A Secretaria, que funcionava quase como um órgão fora do governo, um apêndice, com vida própria, decisões próprias e muitos problemas (operações policiais e prisões de servidores são casos recentes, fáceis de lembrar), começa, sob o comando do agente penitenciário Elias Rezende de Oliveira, a viver novos tempos. Por lá, ninguém mais tem coragem em falar que funcionários do órgão podem queimar máquinas e equipamentos, como alguns faziam até há pouco, em muitos casos destruindo os únicos meios de sobrevivência de famílias de pobres agricultores. A enorme burocracia (criando sempre dificuldades) e a demora quase eterna para liberação de licenças, segundo o novo secretário, são coisas do passado. Felizmente. Destravar processos e acelerar ações para a área do meio ambiente são prioridades. Já se vê resultados concretos em relação a isso, em poucos dias de trabalho do novo secretário e sua equipe. Pelos lados da Sedam, as coisas estão mudando. Pelo jeito, para muito melhor!

ACRE BUSCA NOSSA PARCERIA

O recém empossado governador do Acre faz visita oficial a seus vizinhos, para falar de integração, de agronegócio e de parcerias. Acompanhado do seu secretário  da Agricultura, Paulo Wadt, o governador Gladson Cameli será recebido por Marcos Rocha, no Palácio Rio Madeira/CPA, ainda nesta sexta. Depois ele vai ao interior do Estado. Em Cujubim, se encontra com empresários da região. Camelli vai anunciar projetos para que seu Estado também ingresse no mundo do agronegócio, que tão positivos resultados tem trazido a Rondônia. Com empresários da região anunciará a abertura do Acre para o agronegócio. O Acre vem aí, em busca de parcerias, investimentos e boas ideias, para impulsionar sua economia, estagnada por governos petistas que priorizaram o paternalismo e deixaram o PIB acriano muito abaixo do que poderia ser. O novo governante, com visão diferente e progressista, quer o apoio de Rondônia, para ampliar seu desenvolvimento. Começa bem, pois, o governador Camelli.

SÓ METADE DOS COMISSIONADOS?

O número de nomeados no novo governo de Rondônia, ao menos até o final desta quinta-feira, não tinha passado de 500. Centenas de cargos comissionados ainda não foram tocados. Em muitos casos, ainda permanecem em suas cadeiras os nomeados ainda nos governos de Confúcio Moura e Daniel Pereira. Não foram alcançados, nestes primeiros dez dias, pela caneta de Marcos Rocha. Nos próximos dias, as coisas ficarão mais claras. Principalmente aos famosos CDS. Hoje, há, segundo dados do governo anterior, menos de 5 mil cargos em comissão, no Estado. A nova administração diz que esse número é maior, não menos que 6 mil, mas ainda não divulgou os números definitivos. O que está decidido é que, quando terminar de nomear toda a sua assessoria de não concursados, o novo governo deixe sem serem ocupados algo perto de 50 por cento de todos os cargos de confiança. A informação, extraoficial, tem sido comentada com insistência entre os principais membros da nova equipe de comando em Rondônia. Supondo-se que sejam 6 mil os cargos comissionados, a intenção seria nomear pouco mais de 3 mil, simplesmente deixando os demais postos sem serem ocupados. Será uma espécie de revolução na administração estadual, caso isso ocorra mesmo!

 

A SÚCIA PERDEU O PODER

Os descerebrados, os mentirosos e beócios, os apenas idiotas por apaixonados ideológicos, esses não suportam que seus líderes estão atrás das grades ou a caminho delas. Nunca levantaram a voz para protestar contra os bandidos que tomaram de assalto nosso país. Continuam defendendo todos esses criminosos, seus ídolos, apenas por ligação ideológica, porque, na verdade, o Brasil não tem importância para eles. E o que fazem, então? Querem é destruir aqueles a quem o povo brasileiro escolheu, para tentarem recuperar um país que eles, a turma dos encantados pelos bandidos e pelos ladrões do dinheiro público presos ou prestes a sê-los, fizeram de tudo para destruir. Daí correm às redes sociais; usam covardemente a mídia amestrada e aparelhada pelo esquerdismo, apenas para atacar o novo governo, legitimamente eleito por ampla maioria e pelos que queriam ver essa súcia pelas costas. O dicionário explica o que é  súcia, para quem não sabe: “reunião de indivíduos de má índole ou de má fama; malta, bando, grupo criminoso”. Ai da ministra que emitiu uma opinião há anos. Agora, sua fala (como se só eles, os donos da verdade pudessem falar suas aberrações”) é tida como uma agressão. Bolsonaro é ditador. Nícolas Maduro não. Lula é um preso politico e não um chefe de quadrilha. Não ser envergonham, esses idiotas. Sorte nossa que eles só tem algum crédito entre eles mesmos. Os brasileiros de bem, é claro, ficam rindo desses imbecis. Felizmente, servem apenas, na maioria dos casos, como motivo de piadas.

 

PERGUNTINHA

Com tanta violência atingindo os cidadãos de bem; com tantos bandidos soltos pelas ruas; com tanto criminoso agindo livremente, você acha correto que os primeiros passos do novo governo, nessa área, sejam com preocupações relacionadas com os melhorias na estrutura dos presídios e direitos dos presos?

Pagar IPTU em cota única em Rolim terá desconto de 20%

 

Contribuinte também pode requerer a taxa do lixo ou tirar pela internet

Já foi publicado o decreto que estabelece a data base para vencimento do Imposto Predial Territorial Urbano-IPTU do município de Rolim de Moura. Larrúbia Huppers, Secretária Interina de Fazenda, explicou que o documento assinado pelo prefeito Luizão do Trento, está embasado no artigo 18 da lei n.º 947/2000 e ficou definido que a data base para vencimento do imposto para o exercício 2019, pagamento que em cota única realizado até o dia 10 de fevereiro deste ano, terá desconto de 20%. Para o contribuinte que pagar até o dia de Março o desconto será de 15%. Quem optar por pagar em cota única até o dia 10 de Abril, o percentual de desconto será de 10% e quem deixar para pagar até o dia 10 de maio, obterá um desconto de 5%.

A secretária esclareceu que os descontos servem como atrativos para que o contribuinte pague com antecedência, e o município aumente a arrecadação e que esses recursos são aplicados em melhorias para a comunidade. Ela lembrou que o contribuinte pode procurar a divisão de receita na prefeitura municipal e retirar o boleto para pagamento do IPTU. Dados do setor de finanças do município mostram que menos de 50% dos moradores estão em dia com os impostos. Quem atrasa pode ter o nome levado a protesto e incluso na dívida ativa.

Larrúbia lembrou que para facilitar a vida de quem não pode pagar em cota única, o imposto poderá ser pago em até 6 vezes, porém o valor da parcela não pode ser inferior a meia UPF (UNIDADE PADRAO FISCAL) 1 (uma) UPF para 2019 equivale a R$ 90,49.

A Partir da próxima semana o contribuinte que preferir poderá emitir o boleto online, através do site www.rolimdemoura.ro.gov.br

Os moradores também poderão requerer a taxa de serviço de Remoção de Lixo.  A taxa também pode ser parcelada em até 4 vezes, com vencimento até o dia 10 de Maio.  O valor da parcela não pode ser inferior a meia UPF. Quem preferir pagar de uma só vez a taxa do lixo, pode acessar através do site do município, quem pretende parcelar deverá se dirigir a prefeitura municipal.

INCOMPETÊNCIA, DESLEIXO DAS AUTORIDADES E UM POVO QUE ENCHE SUA CIDADE DE LIXO: PODERIA HAVER OUTRO RESULTADO?

A solução vai demandar talvez uns 30 anos, quem sabe mais. E vai custar alguns bilhões (isso mesmo, Bilhões!) de reais. Se cada administração, nas últimas três ou quatro décadas, tivesse feito ao menos um pouco, a situação das alagações em Porto Velho não chegariam ao ponto que têm chegado. Há uma conjunção de motivos para que a cidade fique embaixo d´água, principalmente quando ocorrerem chuvas torrenciais, como as registradas na manhã desta quarta. Há sim grande responsabilidade do Poder Público, que jamais fez o que deveria fazer, com competência e responsabilidade, no decorrer das últimas décadas,  enquanto a cidade crescia com invasões e falta de infraestrutura. Há sim culpa de administradores demagogos, que se elegeram jurando que iriam acabar com as alagações, sabendo que estavam enganando a população, porque esse problema não se resolve em quatro anos, nem em oito, quem sabe em 30? Além disso, os que fizeram alguma coisa o fizeram de forma errada. Por exemplo, colocando uma canalização muito menor do que a necessária, em áreas sempre críticas nos períodos do inverno amazônico. Canos que não dão vazão às águas torrenciais e que, para se economizar tostões, jogaram fora milhões e milhões de reais, porque se o serviço prestado não resolve o problema, todo o esforço nele dispendido não serviram para nada.   Há ainda questões geográficas. Numa cidade plana, onde as águas não escoam ou escoam com grande dificuldade, são necessárias obras gigantescas e caríssimas, para resolver o drama do município , que fica embaixo d´água.  Por fim, uma culpa da cultura da sujeira, da má educação, de um povo que não tem um pingo de amor por sua cidade, não pode ser esquecida. Milhares de pessoas jogam lixo, sofás, pneus, camas, fogões, geladeiras e tudo o mais dentro dos córregos e canais, entupindo tudo. É essa pequena tragédia social, causada por gente que aceita viver na podridão, eivada de uma cultura de inesgotável falta de vergonha na cara, que piora ainda  mais esse cenário trágico.

Some-se, então a falta de respeito das administrações públicas para com sua cidade; os problemas de investimentos e obras mal feitas; o total desleixo de grande parte da população, que joga seu lixo em qualquer lugar e se terá um quadro dantesco de tudo o que ocorre em Porto Velho, a cada tempestade mais forte do nosso inverno amazônico. Quando começaram a aparecer cenas em fotos e vídeos nas redes sociais, com canoas tirando pessoas de dentro dos ônibus, eles tomados pela água ate uma altura perigosa do veículo, se sintetizou o que tem ocorrido seguidamente nesta pobre Porto Velho. Viramos notícia nacional, de novo. E, de novo, por nossas deficiências. Que ninguém se engane: se não mudar a mentalidade dos governantes e da população, nossa Capital continuará cada vez pior e cada vez mais subaquática, a cada chuvarada. Não há milagres, quando se cometem os mesmos erros, imaginando que, no final, o resultado será diferente. É a burrice elevada à sua mais alta potência.

EYDER COMEÇA A BATALHA

Corrida pela presidência da Assembleia Legislativa se intensifica. A entrada do deputado Eyder Brasil, do PSL (partido do governador Marcos Rocha) na corrida pelo comando do parlamento, esquentou a disputa. Eyder já realizou várias reuniões com colegas seus, apresentando seus planos e defendendo a tese de que uma relação de harmonia entre deputados e o governo é algo extremamente positivo para o Estado. Ele garante também que a forma de fazer campanha será diferente do que foi feito em tempos passados. Não haverá negociações que não sejam claras e transparentes, esclareceu. O governador Marcos Rocha tinha pensando, inicialmente, em não ter qualquer envolvimento com a disputa no legislativo estadual. Mas quando voltou de Brasília e depois de ter conversando sobre o assunto com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, mudou de posição. A partir daí é que se decidiu pela entrada de Eyder Brasil na corrida pelo comando da ALE. Ele já teria apoio de vários deputados que antes estavam com o deputado Lebrão, que abriu mão da própria candidatura para apoiar o nome indicado pelo PSL.

A OPOSIÇÃO SE FORTALECE

Enquanto isso, o grupo opositor também se fortalece. Dois nomes despontam como possíveis candidatos à Presidência, num primeiro momento: Alex Redano, do Podemos de Ariquemes e Jean de Oliveira, do MDB de Porto Velho.  Uma terceira via (o deputado Laerte Gomes, do PSDB de Ji-Paraná), não pode ser descartada, embora ele mesmo tenha dito que, a princípio, não pretende entrar na disputa.  Na noite desta quarta, um jantar reuniu vários representantes do grupo que estaria bastante fortalecido. Essa ala de parlamentares novos e reeleitos, teria, até dias atrás, conforme conversas de bastidores, número suficiente para vencer a disputa. Contudo, a entrada de Eyder Brasil na disputa, pode mudar o cenário, na medida em que deputados que já teriam fechado com a turma de Redano e Jean, já estariam aceitando conversar com o representante governista. A verdade é que a presidência da Assembleia e a formação da Mesa Diretora são os grandes temas da política, nesse momento. As duas frentes são fortes e não se poderia dizer, a essas alturas do campeonato, qual delas tem mais chances de vencer. Mas, seja quem for, espera-se que a prioridade maior do vencedor seja defender os interesses do Estado.

ONGS NÃO ACEITAM FISCALIZAÇÃO

Claro que elas iam chiar. Como não o fariam? Afinal de contas, depois de anos a fio abocanhando grandes fatias do dinheiro público, mesmo o disfarce de serem “não governamentais”, milhares de ONGs terão que prestar contas de suas ações. Não aquelas que realmente ajudam a quem precisa; têm trabalhos sociais importantes; que ensinam e atuam em regiões, onde falta o poder público e que são de grande utilidade para a sociedade brasileira. Mas, é claro, todas aquelas outras, a imensa maioria, que, usando a famosa frase de que “representam  a sociedade civil  organizada” (quem não conhece essa malandragem?), tomam conta de regiões inteiras do país, ditando ordens e determinando rumos. E o fizeram, durante quase duas décadas, mas principalmente nos últimos 15 anos, sob os aplausos do antipatriótico governo petista, de seus aliados, obviamente todos aparelhos pela ideologia esquerdista, que quase destruiu nosso país. Agora, quando o novo governo já determinou  que vai supervisionar, coordenar e acompanhar as ações “de organismos internacionais e de organizações ditas não governamentais que atuam no país”, começaram os protestos. Nada menos do que 50 ONGs já protestaram. Não querem ser fiscalizadas. Dizendo-se representantes da tal sociedade civil organizada (outra criatura inventada por petistas!), um documento diz que tais entidades, “não podem ser tuteladas pelo Estado”!. Até teriam razão, caso não usassem dinheiro público. Quem o usa, tem sim que ser fiscalizado. Ponto final.

O ACRE NO COMANDO DO SENADO?

Comenta-se, pela região norte, que o senador acriano Sérgio Petecão, do PSD, eleito com mais de 244 mil votos (fez quase 30 por cento dos votos válidos), pode ser uma surpresa na disputa pelo Senado. Ele confirmou que se lançará na disputa, mesmo sabendo que terá que enfrentar pesos pesados da tradicional política brasileira. Ele informou que vai sim entrar na corrida pelo comando de uma das mais altas funções da vida pública brasileira. Petecão já foi  deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa e é deputado federal. Nas três vezes que se candidatou a Prefeito de Rio Branco foi derrotado. Na última, por apenas algumas dezenas de votos. Ao conversar com amigos rondonienses, essa semana, o recém eleito senador afirmou que a hora é de renovação no comando do Congresso. Mas terá que enfrentar, por exemplo, Renan Calheiros, a velha raposa da política brasileira. Ele seria praticamente imbatível. O senador do Acre, que teria sido o responsável pela grande derrota nas urnas dos Viana, que mandaram e desmandaram no Estado durante longos anos, já teria apoio de outros senadores da região, como Osmar Aziz, do Amazonas, deve procurar nos próximos dias, os representantes de Rondônia (Marcos Rogério e Confúcio Moura), para conversar sobre o assunto. Mesmo do baixo clero, o senador do Acre anda sonhando alto.

ROCHA, AS ONGS E A BR 319

Por falar nisso, é importante que o governador Marcos Rocha comece mesmo a mexer  mais profundamente no assunto relacionado às obras na BR 319. Nas últimas duas décadas, questões ideológicas, somadas aos interesses de proprietários de balsas e barcos que fazem o trajeto Manaus-Porto Velho, se uniram a decisões inacreditáveis da Justiça, impedindo que a rodovia recebesse novamente asfalto. Ela já foi pavimentada há muitos anos, mas como nunca houve manutenção, tudo se deteriorou. Até porque a junção de esforços das ONGs malandras, de parte ideologizada do MPF e do Judiciário e, ainda, o lobby dos grandes empresários da navegação da região, impedindo que a obra, vital para a região, fosse realizada. No seu primeiro encontro em Brasília, pouco mais de  24 horas após sua posse no Governo rondoniense, Rocha já começou a tratar do assunto, em reuniões com pelo menos dois generais do Exército. Na campanha, o Coronel agora Governador avisou que a ligação por terra entre Porto Velho e Manaus seria prioridade. Logo que assumiu começou a mexer com o assunto. Não pode deixar por aí. Há necessidade de pressão, em todos os níveis, para que a rodovia seja totalmente concluída. É importante destacar que a obra tem o apoio explícito do presidente Jair Bolsonaro. Será que dessa vez os grandes interesses nacionais sairão ganhando?

LULA: MAIS DUAS SENTENÇAS

Pode ser nessa quinta. Pode ser na sexta. Pode ser no final de semana. Está tudo pronto para que a juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, anuncie as sentenças em mais dois processos a que responde o ex presidente Lula. Ele está preso em Curitiba, na Polícia Federal, condenado a 12 anos e meio, pelo primeiro da série de crimes a que responde: o caso do tríplex de Guarujá. A magistrada substituiu  seu colega Sérgio Moro, que deixou a magistratura para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro. As duas novas sentenças aguardadas para as próximas horas ou próximos dias são relacionadas com as acusações de que Lula é o verdadeiro dono do sítio de Atibaia, que teria recebido como propina, por negócios escusos com a Construtora Odebrecht e também da OAS.  A terceira, que também depende apenas da decisão da dra. Gabriela Hardt, para ser encerrada em primeira instância, relaciona-se com a denúncias de que o ex-presidente teria aceitado um terreno para construção do Instituto Lula, em São Paulo, e um apartamento ao lado do seu, em São Bernardo do Campo. Mesmo que seja condenado nos dois processos, Lula pode recorrer para instância superior. Se absolvido, ele continua preso, pela condenação anterior.

PERGUNTINHA

Você está separando uma grana para comprar seu barco e navegar pelas ruas de Porto Velho, quando ocorre uma enxurrada como a que se registrou nessa quarta, quando choveu mais de 92 milímetros em poucas horas?