segunda-feira, outubro 22, 2018
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#COMUNICADO: Atendimentos na UPA/Sul serão suspensos nesta terça-feira e quarta-feira

A suspensão se deve ao trabalho de readequação na rede elétrica


A Secretaria de Saúde de Porto Velho (Semusa) informa a população que, em virtude da necessidade de readequação da rede elétrica, o atendimento na UPA/Sul será suspenso nesta terça-feira,16, e quarta-feira feira,17. Uma força-tarefa foi montada pela Semusa na UPA/Leste para receber o fluxo de atendimento da UPA/Sul. Os pacientes serão direcionados também para o pronto atendimento

Ana Adelaide.

O trabalho de manutenção está sendo realizado pela Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur) que está refazendo a rede elétrica de algumas unidades de saúde que foram inspecionadas previamente e necessitavam de reparos.
A primeira unidade de urgência a passar pela readequação foi o pronto atendimento José Adelino e UPA leste.

Comdecom

#ELEIÇÕES2018: Expedito pede que eleitores comparem preparo e também o plano de governo

Ao eleitor que ainda está indeciso, o candidato ao governo Expedito Junior recomenda basicamente duas coisas: ver quem está mais preparado e comparar os dois planos de governo. Expedito explica que se preparou por quase dez anos para ser governador, conhece todos municípios, distritos, seus problemas e tem as  melhores propostas para resolve-los.

O candidato chamou também a atenção para o crescimento do adversário, levado pelas ondas do candidato a presidente Bolsonaro. “Nós temos que estadualizar a eleição. Do que adianta um presidente forte se tiver um governo estadual fraco?”, questionou, acrescentando que os agentes penitenciários, os quais foram subordinados ao seu adversário, assim como servidores municipais da educação, pasta da qual também foi secretário, não o apoiam. Nem sentem saudades.

Além disso, lembra ele, seu adversário continua ligado ao grupo do ex-governador Confúcio, que inclusive gravou mensagem em apoio a ele, numa demonstração de que querem o prolongamento do mandato do ex-governador. Uma assessora da deputada federal Marinha Raupp, a jornalista Edna Kobayashi, foi indicada para a coordenação da campanha do coronel.  “Eu, ao contrario do meu adversário, nunca estive no governo Confúcio. Eu defendo a renovação”, destacou no sábado, durante participação no programa Papo de Redação, apresentado pelos Dinos, na TV Record.

Expedito aproveitou para falar de seu plano de governo como o apoio a agricultura familiar, a começar da regularização fundiária, falou da política de industrialização como forma de gerar emprego e renda além de agregar valor a produtos básicos como o couro, a soja, o peixe e ainda minérios como o ouro que sem um controle pelo governo saem clandestinamente, deixando apenas danos.

Ele voltou a afirmar que seu secretariado terá um perfil técnico e não por indicação política.          Ele voltou a chamar a atenção da população da capital para a importância de elege-lo para que Porto Velho possa ter, pela primeira vez na história, governador e prefeito do mesmo partido, o que vai resultar em benefícios para os moradores.

“Não vamos ficar de costas para Porto Velho. Vamos construir o novo pronto socorro João Paulo II e transformar o atual em um hospital de traumas, para atender as dezenas de acidentados diariamente em Porto Velho, principalmente envolvendo motocicletas, vamos construir a nova rodoviária, ajudar a prefeitura no asfaltamento de ruas e resolver de vez o problema do abastecimento de água tratada e da rede de coleta de esgoto, enfim, temos um amplo projeto para a nossa capital, que só se realizará com a nossa eleição.

TRANSPOSIÇÃO

Expedito referiu-se também ao trabalho que fez quando senador, para a transposição dos servidores. Segundo ele, a proposta que ele conseguiu aprovar, incluía servidores contratados até 1991, mas depois que saiu “fizeram uma colcha de retalhos e deu no que deu. Com nossa bancada, contando com a força do senador eleito Marcos Rogério e dos deputados reeleitos Expedito Neto e Mariana Carvalho, vamos insistir na inclusão dos servidores de 91”.

#ARTIGO: Sobre como um fake pode ser útil

Chegou-me via wattszapp essas imagens do livro “Em defesa do socialismo”, escrito por Fernando Haddad. Tentei confirmar o conteúdo, naveguei pelas bibliotecas virtuais da Unicamp, USP e UnB, enfim, por todo o Google, e não foi possível confirmar a autenticidade do texto. O livro de fato existe.

Essa publicação é, provavelmente, fake, mas o que chamou-me a atenção é que nessas páginas, vislumbra-se uma descrição plausível do Brasil a partir de 2003, quando o PT e a esquerda ascenderam ao poder.

Em minha opinião, o maior expoente do marxismo  depois do próprio Karl Marx e Fredrich Engels, foi (e é) o italiano Antonio Gramsci. Gramsci desenvolveu a chamada “Teoria da hegemonia cultural”. Por essa teoria, Gramsci discorda dos líderes comunistas soviéticos – primeiro Lenin, depois Stalin – no que diz respeito à tomada do poder pelos “trabalhadores”.

Para os líderes da revolução russa, a internacionalinação do comunismo deveria se dar via luta armada em cada país – “trabalhadores” contra burguesia.

Já para Gramsci, a tomada do poder deve se dar via infiltração da esquerda nos postos chaves da administração pública, principalmente em setores que, direta ou indiretamente, são ligados à cultura, para fazer uma espécie de “lavagem cerebral” em massa na população, podendo assim assumir o controle do Estado sem luta, sem derramamento de sangue, e de forma incontestável – por ser incontestável, temos em mãos um projeto de poder, e não projeto de pais, de governo.

Devemos nos perguntar: ao elaborar a sua teoria da hegemonia cultural, estaria Gramsci se dirigindo ao movimento comunista internacional enquanto ideólogo, ou sua tese era uma proposta para a Itália livrar-se do fascismo? Pensadores diversos antagonizam-se em defesa das duas possibilidades. Há os que vão além e sustentam que Gramsci pretendia atingir os dois objetivos. No Brasil, o PT se elegeu democraticamente, isso é fato. Todo partido para chegar ao poder usa de estratégias de base, isso desde a Grécia antiga. O grande eleitor do PT em 2002 foi o desgaste do PSDB.

O maior laboratório das idéias de Gramsci no mundo foi o PT no Brasil. Na verdade, o PT não chegou ao poder em uma eleição, nem via revolução armada.

O PT construiu o seu caminho ao longo de 40 anos. Criou os chamados “movimentos sociais” – ativismos variados, como o ativismo ambiental, ativismo LGBT, ativismo pela reforma agrária (leia-se: MST), o feminismo, enfim, criou os movimentos que formam a base do que hoje chamam de “politicamente correto”.

Eles (os petistas) foram extremamente eficientes em sua concepção de chegada ao poder. Hoje somos obrigados a achar bonito o casamento de homem com homem. Se achar feio, somos logo rotulados de homofóbicos. Temos que achar correto a ação de mulheres peludas  manifestando-se cagando no meio da rua e em frente às câmeras de TV. Se acharmos incorreto, seremos rotulados de machistas. Os Direitos humanos consideram um absurdo a polícia matar bandidos mas não está nem aí se os bandidos matarem 500, até 1.000 policiais por ano, como aconteceu no RJ ano passado. Para os Direitos Humanos, a polícia parece não ser constituída por seres humanos. Até a família de tradição judaico-cristã, modelo adotado em todo o mundo ocidental, é alvo de demonização da esquerda. A esquerda, definitivamente, está adoecida.

Movimentos sociais + política de cotas + bolsa-de-compra de votos reúnem as chamadas “minorias”, transformando-as, conjuntamente, numa maioria.

Isso explica porque o PT, absurdamente, obteve 32% dos votos neste primeiro turno das eleições, em que pese toda a sua cúpula estar presa por corrupção.

Concluindo, depois da chegada do PT ao poder, valores basilares da sociedade brasileira foram demonizados e substituídos por valores impostos por esse tal conceito de “Politicamente correto”. O desafio do povo brasileiro agora é desPeTizar o país. Do contrário, quem salvará o Brasil?

 

Texto: Marcus Fernando Fiori (Professor – Departamento de Jornalismo – Unir/Vilhena)

Foto: Arquivo pessoal

 

#TJRO: Presidente levará ao Pleno Administrativo questão dos precatórios

O presidente do Tribunal de Justiça, Walter Waltenberg, informou, na manhã desta quinta-feira, a realização de uma reunião com integrantes do Pleno Administrativo, para providências a serem adotadas em relação às dívidas dos precatórios do Estado de Rondônia.

Em conversa com os secretários de Finanças, do Planejamento, Orçamento e Gestão, juntamente com o Procurador-Geral do Estado, a Juíza Auxiliar da Presidência, responsável pela questão, falou da urgência de uma proposta que seja aceitável e atenda às recomendações do Conselho Nacional de Justiça – CNJ.

“O CNJ, quando faz determinações, espera o cumprimento imediato, sob pena de responsabilização do gestor. Por esta razão, informaremos ao Pleno sobre as providências que consideramos adequadas para o caso”, disse o presidente do TJRO Walter Waltenberg. O desembargador lamenta que não tenha ocorrido aos técnicos agir com a mesma habilidade com que foram negociadas outras dívidas, como por exemplo a do Beron – Banco do Estado de Rondônia. Para Waltenberg, o empenho dos técnicos não corresponde às atitudes de consideração e respeito que o governador do Estado, Daniel Pereira, tem para com o Poder Judiciário.

“É uma situação insustentável, pois as regras para pagamento dos precatórios ficaram até mais flexíveis, permitindo, além da renegociação de valores por meio de acordo com os credores, o parcelamento da dívida, o que nos faz crer que a questão dos precatórios não está sendo tratada pelos técnicos com a importância que deveria”, afirmou o presidente.

Para Waltenberg, a situação é simples de resolver, posto que orçamento é uma peça flexível, um projeto de gasto que muitas vezes não se realiza. Ele observou que quem faz o acompanhamento da gestão orçamentária, sabe o que vai sobrar e o que não vai se realizar em determinada época do ano ou em determinado exercício financeiro. “Mas, no caso dos precatórios, não está havendo esse cuidado que a gente observa em outras ações do executivo”.

Segundo o chefe do Poder Judiciário, o bloqueio das contas do Estado vai causar “um trauma absolutamente desnecessário, pois seria mais fácil se nós pudéssemos decidir onde fazer os cortes e não os fazer de maneira imperativa, totalmente destoada da forte relação institucional e republicana que o Judiciário tem com o Executivo”, finalizou.

Assessoria de Comunicação Institucional

#ELEIÇÕES2018: Senador eleito Confúcio Moura diz que coronel Marcos Rocha é seu aliado

senador eleito Confúcio Moura (MDB) em entrevista a rede Record disse que o candidato ao governo de Rondônia é seu aliado.

Confira vídeo.

#ARTIGO: Colcha de retalhos da eleição (2)

As novas (e manjadas) desculpas dos grandes institutos de pesquisa.

Talvez, se é que se darão à coragem de uma autocrítica, os grandes institutos de pesquisa poderão tirar uma grande lição dos resultados do pleito do dia 7, em que erraram de tal forma que é inadmissível que queiram continuar tendo credibilidade para oferecer um serviço que ao final mostra falhas enormes, o que, aliás, não é novidade para quem acompanha eleição, ainda que faça isso de longe, tomando conhecimento apenas dos resultados, declarados com a máxima seriedade possível, como se “verdades verdadeiras” fossem, pelos âncoras de programas televisivos.

Uma espécie de “sinônimo de verdade indiscutível”, os resultados apresentados pelos grandes institutos de pesquisa acabam se transformando em galhofa, dentre os motivos porque – eu, pelo menos, há muitos anos de “janela” e atuando em várias eleições de 1976 a 1998, nunca vi ou conheci alguém que confirmasse ter sido entrevistado pelos pesquisadores.

Antes que eu continue, é interessante lembrar esses grupos de análise de “Fato ou Fake”. Nada contra que se busque a verdade, mas é só dar uma olhada a quem os detetives virtuais estão servindo para que eu, pelo menos, fique com a “pulga atrás da orelha”.

Voltando às pesquisas, eu sempre desconfio delas, e tenho razões, uma delas porque quando assessorei campanhas tive vários exemplos de razões para desconfiar – e já escrevi várias vezes disso.

Nem vou tratar da disputa presidencial. Aqui mesmo em Rondônia a última disputa deixou bem claro haver diferenças entre o que diziam as pesquisas e o que saiu das urnas eletrônicas que, aliás, também têm suspeições de manipulação, apesar de todas declarações em contrário incluindo da comissão da OEA, órgão dominado pelos bolivarianos e dias adeptos o que, para mim, já tira muito da credibilidade dos tais observadores.

Em 1998 era só andar nas ruas que você sentia que o Bianco seria eleito. Mas nos dias finais do primeiro turno as pesquisas o colocavam em quinto lugar. Agora, outra vez. Na feira, no mercado, nas rodas de conversa era comum ouvir a frase: “Vou votar nos candidatos do Bolsonaro”. Ou não enxergaram que o candidato Vinícius Miguel teria uma aceitação maior que as pesquisas diziam?

Parece que isso não serviu de nada para os pesquisadores. E o resultado mostrou que há desculpas para tudo.

Dane-se a diferença entre o resultado das pesquisas e o resultado do pleito. Daqui a dois anos teremos eleições outra vez e, com certeza, novamente mais desculpas…..

COLCHA DE RETALHOS DA ELEIÇÃO (3)

(16 – terça)

Você pode duvidar de Jesus, mas não das urnas eletrônicas…..

Lúcio Albuquerque, repórter 

#ARTIGO: A hora de pendurar as chuteiras não é exercida pelos políticos

A melancolia é a companheira dos perdedores. Perder um Fla-Flu, um Palmeiras e Corinthians, um GreNal, um Cruzeiro-Atlético Mineiro, um AtleTiba para o torcedor derrotado é uma situação crítica, morrer com o olho aberto. Na política não é diferente, porque o eleitor fanático fica embriagado, o mesmo ocorrendo com o candidato, que não tem a mínima condição de sucesso, mas acredita que “já ganhou”. Ledo engano.

Saber a hora de parar, fechar a cortina, abrir espaço para o novo são condições fundamentais no humano. Mas não é isso que ocorre na maioria das vezes, tanto na política, como no futebol.

Jogadores como Pelé, Zico, Tostão, Ademir da Guia, Romário, Rivelino, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Fenômeno, dentre tantos outros craques brasileiros pararam na hora certa. Na política a prática deveria ser a mesma, mas não é. O político se recusa a “pendurar as chuteiras” teimosamente.

Amargar uma derrota, no futebol ou na política é uma condição estressante, dolorida. Não é a dor do corpo humano e sim da alma. É uma situação, que somente quem passou ou passa por ela pode senti-la por inteiro.

É fundamental que na política, como no futebol, os participantes saibam abrir espaços para o novo, para o jovem. A experiência de vida é fundamental, da maior importância, mas há sempre chegando alguém com maior potencial e em condições de exercer com maestria um mandato político, ou uma carreira de futebol profissional. Coerência é uma palavra oportuna para a situação.

A campanha do MDB em Rondônia, por exemplo, não foi comandada, organizada, planejada pela cúpula do partido. O MDB de hoje, que há anos é o maior partido do país nasceu como Movimento Democrático Brasileiro-MDB, depois que foi acrescentado o Partido e o “P” no MDB. O MDB de hoje não tem nada a ver com MDB do saudoso Ulysses Guimarães. Retirar o “P” não quer dizer que voltou às origens.

A partir de fevereiro do próximo ano o MDB em Rondônia será “o MDB de Confúcio Moura”, ex-governador e eleito senador nas eleições do último dia 7. Certamente emedebistas tradicionais como o senador Valdir Raupp, a deputada federal Marinha Raupp, o suplente de senador e presidente do diretório regional Tomás Correia serão expurgados por Confúcio e sua equipe, que trabalharam para o Coronel Marcos Rocha (PSL) e não para o candidato a governador do partido, Maurão de Carvalho no primeiro turno das eleições deste ano.

Na convenção do MDB, Confúcio e seu grupo impuseram a sua candidatura e provocaram um quebra-quebra na sede do partido intimidando os membros da executiva. Sua equipe foi quem “coordenou” a campanha do candidato do partido ao governo e se adonou do MDB. Maurão era um candidato com potencial suficiente para chegar ao segundo turno. Perdeu para Marcos Rocha (PSL), que teve Emerson Castro, ex-chefe da Casa Civil de Confúcio, membro do MDB como coordenador da campanha.

No próximo dia 28 teremos as eleições em segundo turno, inclusive a presidente da República, com Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) disputando a sucessão de Michel Temer (MDB). Há décadas não tínhamos eleições com candidaturas extremas como a de Bolsonaro e Haddad e radicalização de duas siglas, dois segmentos opostos.

Em Rondônia a radicalização não é diferente. Expedito Júnior (PSDB) não é extrema esquerda, porque o PSDB sempre foi um partido centro-esquerda. O opositor é extrema direita e vem com o apoio do beligerante Bolsonaro. Marcos Rocha já disse que não quer composição com nenhum outro partido para o segundo turno. Não é o caminho recomendável no processo político, onde a prioridade é a composição. Expedito já se declarou simpático a Bolsonaro, apoio recusado por Marcos Rocha e seu grupo.

No dia 28 o eleitor terá duas opções: Expedito Júnior ou Marcos Rocha. Caso não queira validar o voto, anula ou vota em branco. Mas é importante votar em um dos candidatos, que foram levados ao segundo turno. É o exercício da democracia.

No caso de a vitória do coronel Marcos Rocha o futuro governo terá a continuidade do governo Confúcio Moura, que comandou o Estado em dois mandatos seguidos. Não com a ardileza do ex-governador, mas com a imponência militar (Confúcio também é PM da reserva), que é notória nas participações públicas de Rocha, após a garantia da disputa do segundo turno.

Com Expedito vitorioso o maior favorecido será Porto Velho, onde o prefeito tucano Hildon Chaves (PSDB) tem enorme influência, porque a capital tem o maior colégio eleitoral do Estado, com mais de 330 mil eleitores.

Ao eleitor só resta dois caminhos: Expedito ou Marcos Rocha. Decida.

ELEIÇÕES2018: Eleitor pode emitir certidão de quitação eleitoral a partir de segunda-feira, dia 15

A partir da próxima segunda-feira (15), os eleitores  poderão emitir pela internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral, a certidão de quitação eleitoral. A certidão é um documento importante  que  comprova que o eleitor está em dia com a Justiça Eleitoral, e é exigido na hora de  tirar o passaporte ou para assumir cargos públicos.

Também nos casos em que o eleitor perdeu o comprovante de votação, a certidão  pode substituir o comprovante, já que ela é uma  prova que o eleitor não possui débitos com  o TSE.

A certidão pode ser obtida pessoalmente em qualquer cartório eleitoral, para isso basta levar  o canhoto entregue no dia da votação do primeiro turno. Também pode ser emitida pelo site do TSE  ou pelo Tribunal Regional da sua federação.

Se o eleitor preferir, ele também pode baixar o  aplicativo E-titulo  no celular ou no tablet e emitir o documento.

A certidão de quitação eleitoral é um documento gratuito.

#RECEITAFEDERAL: paga o quinto lote de restituições do Imposto de Renda

A Receita Federal paga nesta segunda-feira (15) o quinto lote de restituições do Imposto de Renda 2018. Também estão no lote restituições de 2008 a 2017 que haviam caído na malha fina e foram regularizadas.

De acordo com a Receita Federal, serão pagos R$ 3,3 bilhões para 2.532.716 contribuintes. Desse total, R$ 3,157 bilhões referem-se ao quinto lote do IR de 2018, que contemplará 2.459.482 contribuintes.

A Receita Federal recebeu 29.269.987 declarações do Imposto de Renda dentro do prazo legal neste ano. O número superou a estimativa inicial, que era de 28,8 milhões de declarações.

Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

#Mega-Sena acumulada em R$ 27 milhões sai para uma aposta; confira os números sorteados

Uma aposta realizada em Marabá, cidade paraense a cerca de 700 km da capital Belém, faturou sozinha o prêmio de R$ 27.364.769,44 sorteado pela Mega-Sena neste sábado (13).

Na noite deste sábado, os números revelados pelo concurso 2.087 da loteria, realizado no caminhão da sorte estacionado na cidade de Joaçaba, em Santa Catarina, foram: 02 — 18 — 19 — 23 — 34 — 53.

Além do prêmio principal, 52 apostas que acertaram a quina e têm o direito de receber R$ 41.598,96 cada. Outros 4.898 apostadores cravaram quatro dos números sorteados e podem sacar R$ 630,91 cada.