Estamos em 2017, porém as discussões e especulações, da campanha do ano que vem, já fazem parte do bastidores políticos rondoniense.
Na questão da eleição majoritária, todos os postulantes, esperam a posição do governador Confúcio Moura.
Vejam bem, assim que as eleições de 2014, se encerram o palanque vencedor, formado por PMDB-PSB-PDT, reelegeu o governador Confúcio e o senador Acir Gurgacz.
A partir daquele momento, a candidatura à governo em 2018, do senador Acir era dita como a postulação oficial do governo peemedebista.
Certo ?

Bom, pelo menos teoricamente, mas em se tratando de política, as coisas não são tão simples assim e o que parece líquido e certo, passa as ser uma conta que não fecha.
Posterior as isso o PMDB, trouxe ao partido um pretenso candidato majoritário para 2018, trata-se do presidente da ALE – Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia, Deputado Maurão de Carvalho.

O senador Acir, passou a ter uma candidatura independente, que soma-se a sua pretensão o apoio pré-anunciado do PSB de Mauro Nazif, Daniel Pereira e Jesualdo Pires.
Certo ?
Depende ! ! !
Ocorre que o governo Confúcio, pretende disputar uma das cadeiras ao Senado da República e que para que isso aconteça ele deverá, renunciar o cargo de governador e sendo assim assume o governo de Rondônia o vice-governador Daniel Pereira – PSB.

Resultado o senador Acir volta a estar isolado, pois difícil acreditar que Daniel Pereira, sendo governador não dispute a reeleição.
Restaria ao senador, como outrora se aliar ao desgastado PT que sempre acompanhou Acir em suas campanhas ou vejam bem buscar uma aliança com ou PSDB de Expedito Junior.
Certo ?
Depende ! ! !

Depende da performance administrativa dos prefeitos tucanos.
Hildon Chaves – Porto Velho, Joãozinho Gonçalves – Jaru e Luiz do Trento – Rolim de Moura, podem se obterem sucesso nas respectivas administrações municipais, encorajar o PSDB em ter uma chapa puro sangue e disputar o governo do estado, sepultando assim uma aliança com o senador Acir.

2018, nos reserva muitas disputas nos bastidores e quase todas alternativas passam pela decisão de renúncia do governador Confúcio Moura.
Quando digo quase todas alternativas é porque tem outra candidatura que podemos discutir caso a justiça permita ser registrada.
Estou falando da candidatura do Senador Ivo Cassol – PP, caso saia candidato o ex-governador, tocador de obras, administrador e dinâmico, poderá mudar todas as postulações, pois existem pré-candidatos que afirmam que caso Cassol seja candidato, as suas pretensões podem mudar, o que sabemos é que enfrentar Cassol em uma campanha majoritária estadual é uma missão ingrata, apesar de ser truculento o senador tem cara de governador e gosta de governar, podem até discordar mais o povo gosta de se sentir governado.

Bom fato é, que, as eleições de 2018, passam por duas decisões; uma pessoal de Confúcio, se renúncia ou não e a outra se o senador Cassol, consegue registrar sua candidatura à governo.

Vamos continuar observando, escutando e atento aos bastidores da política rondoniense.
A eleição é só o ano que vem mais as articulações e a construção de alianças já são discutidas nesse momento.
Nesse momento é o que penso, mas na política, nada é definitivo e permanente e este quadro, pode e vai mudar muitas vezes até as convenções de 2018.

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