Na última sexta-feira (22), o cineasta da Universidade Federal do Cerará e sua equipe, Wolnei Oliveira, esteve visitando a Capital Porto Velho (RO) para conhecer e gravar uma parte do seu filme que estará sendo lançado no ano que vem, 2018.

Wolnei de Oliveira saiu do Ceará para pisar em solo rondoniense e conhecer de perto a história dos bravos remanescentes combatentes da Alemanha Nazista, que em 1942, o então presidente da República Federativa do Brasil, Getúlio Vargas, assinou o Tratado de Washington com o presidente norte-americano Roosevelt, para garantir a produção de 45 mil toneladas de matéria prima das Seringueiras da Amazônia, o látex, que após a extração do produto, era enviado para os Estados Unidos, para a fabricação de botas e derivados da borracha para ajudar as forças aliadas a combaterem a Alemanha Nazista na guerra.

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Após o tratado de Petrópolis, de onde se deu origem a Estrada de Ferro Madeira Mamoré, os soldados foram impulsionados pelo segundo ciclo da borracha, com a promessa da Era Vargas do progresso na região Amazônica sobre a colonização, nordestinos de boa parte do Ceará aceitaram a proposta de defender o Brasil na Segunda Guerra Mundial e se mudaram para o então ex-território de Rondônia.

O vice-presidente do Sindicato dos Soldados da Borracha George Telles de Menezes, vem lutando em Brasília e até mesmo no Exterior, quando George Telles foi ao Estados Unidos denunciar o descaso do governo brasileiro na Comissão de Direitos Humanos, que hoje o sindicato tem uma ação judicial que tramita no superior tribunal de justiça em no Distrito Federal que se trata das violações dos diretos humanos dos nobres combatentes da Amazônia Legal em Rondônia.

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