FILOSOFANDO
“Estamos aqui para consultar os interesses do povo. E não para obedecer aos seus desejos.” ROBERT PEEL (1788/1850) foi primeiro ministro da Inglaterra.

ESCUTEI
De um membro do segurança pública estadual ouvi essa pérola: “Até a polícia está assustada com tantos crimes de homicídios e de estupros praticadas em todo o Estado, durante esse ano de 2017, quando não escapam nem os pequenos lugarejos rondonienses”.

E O POVO
Tenho certeza que o medo maior é da população, que se sente insegura em todos os aspectos. É necessário que as forças vivas do estado se debrucem sobre o assunto para uma solução dessa situação dramática e não ficar rebatendo explicações que nada têm de razoáveis.

FRAQUEZA
Os meliantes – sejam no ataque às pessoas para estuprar ou roubar – estão cada vez mais ousados por que sentem a fraqueza do outro lado, ou seja, das autoridades.

SEM APLICAÇÃO
Um dos crimes que mais cresceu nessas paragens foi o roubo de veículo (destaque para motocicletas) pela facilidade que tem de fazer dinheiro rápido com ele. Afinal o ladrão sabe das poucas rotas de fuga existentes no estado. Então, o comércio de peças roubadas é – como dizem fontes da segurança – uma atividade próspera.
Aqui – sempre de acordo com fontes do setor – a Lei do Desmanche ainda não é aplicada. As empresas não registram veículos passíveis de desmonte e nem identificam a origem das peças colocadas no mercado de peças usadas.

CARTÃO
Durante a campanha o prefeito eleito (bem como os demais candidatos) Hildon Chaves prometeu que faria da entrada da cidade e também da orla do Rio Madeira os cartões de visita da cidade para quem viesse conhecer Porto Velho. Ainda não aconteceu: o cenário é de muquifo. Nem as praças públicas existentes sofreram alguma alteração no cenário de ocupação por camelôs e vendedores de contrabando e pirataria. O povo aguarda com ansiedade o resgate dessas promessas…

RECORDE
Nas cinco horas que ficou depondo, Lula disse 86 vezes que não sabia de nada.

LONGA
Ainda não há uma data definida para o fim dessa novela capenga do transporte coletivo de Porto Velho. A solução poderia vir com mais rapidez se o prefeito Hildon simplesmente cancelasse a última manobra de seu antecessor para realizar uma concorrência pública onde o TCE viu um monte de jabuti colocado na árvore. Os novos capítulos para uma solução definitiva deverão – ao contrário do desejo de usuários – serem longos muito longos. Que se manifeste o prefeito…

LENGA-LENGA
Essa é uma estória começada nos tempos em que Jorge Teixeira era o governador rondoniense. Agora a lenga-lenga será reforçada com um desses políticos genéricos de Rondônia anunciando, em breve, que está conseguindo mais uma verba para ser investida no “Distrito Industrial” (quá!quá!quá!quá!quá!) de Porto Velho. Êta povinho que adora um truque de madame.

POLÍTICA
É claro que o novo prefeito de Porto Velho – até por uma questão de formação – teria melhores condições que seus antecessores (que não passaram de cascateiros) para tirar o município da estagnação do setor industrial que se eterniza ao longo tempo. Mas para isso precisa construir um projeto político (de estado) para esse tipo de desenvolvimento e não ficar sendo levado na simples marola dessa Fiero que praticamente não demonstrou, ao longo do anos, afinidade real com o desenvolvimento industrial. Quem sabe um dia teremos por aqui pelo menos um fábrica de pregos…

CORRUPÇÃO
A torcida é grande em favor do procurador Airton Pedro Marin Filho, reconduzido ao cargo de Procurador Geral da Justiça na semana que passou.
Após destacar em seu discurso que a prioridade do Ministério Público rondoniense será combater à corrupção, cresceu a torcida de que o MP vai investigar e fechar ralos por onde jorra o dinheiro público.

NA MIRA
Deve entrar na mira do MP a campanha paga pela Assembléia promovendo uma banda de rock que – como se sabe – nada tem de representativa da cultura musical rondoniense. Se fizer uma investigação mais profunda poderá esclarecer, inclusive, os critérios de escolha dos veículos da mídia premiados para receber o quinhão desse bolo e – quem sabe – sobre os critérios nada republicanos para a escolha da “agência” que toma conta dessa torneira dos milhões.

BEIRADA
Como anda difícil contatar o prefeito Hildon Chaves essa nota reflete apenas inconfidência de um membro da alta esfera da gestão do prefeito tucano. Segundo suas “fortes impressões” o secretário Antônio Ocampo é o que está mais na beirada da tábua dos próximos dispensados. O gentil e sempre sorridente secretário não consegue deixar de frustrar as expectativas do chefe do Executivo.

PRESTIGIADO
O prefeito de Ji-Paraná, engenheiro Jesualdo Pires, ainda goza de alto prestígio de seus munícipes. Mas isso não garante que terá facilidades para concorrer a um cargo majoritário (Senador) na eleição do próximo ano. Nem sendo considerado um “bom prefeito”, Jesualdo rompeu o isolamento político em que vive, em se tratando do espaço geográfico do estado. Para chegar ao patamar mais expressivo da disputa eleitoral do próximo ano, Jesualdo teria de ter profissionais da área de marketing e comunicação capazes de irradiar seu destaque por todo o Estado.

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