O processo de separação começou em 2003. Deram entrada nos papéis, ao mesmo tempo em que cada um deles calculava o quanto ($$$) iria ganhar com o divórcio. Muita conversa a partir de então, tentativas de dissuasão e reconciliação, avanços e recuos, até que a transposição dos servidores estaduais para a folha de pagamento da União foi efetivada. Aos poucos, de má vontade, mas foi.

A realidade, ah, a realidade é cruel.

Uma vez separados e lotados em novas casas, um novo regime. Horário de trabalho das 8 às 12 e das 14 às 18 horas, diferente do horário corrido nas repartições estaduais, onde em algumas, se finge que trabalha. Nas federais, pelo contrário, é preciso mostrar resultado.

O que está acontecendo agora é que muitos transpostos não querem deixar as repartições do Estado, mas o governo não os quer mais. E, o pior, os órgãos federais estão precisando de gente para não parar.

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