A Coreia do Sul relatou, nesta segunda-feira (13), que ao menos 116 pessoas, inicialmente recuperadas do novo coronavírus, voltaram a se infectar, mas autoridades deram a entender que, em breve, estudarão amenizar as recomendações rigorosas adotadas para evitar novos surtos.

O país só comunicou 25 casos novos nesta segunda-feira, mas o aumento de pacientes “reativados” causou preocupação, enquanto o país se dedica a acabar com as infecções.

Autoridades ainda estão investigando a causa das recaídas aparentes, mas Jeong Eun-kyeong, diretor dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia (KCDC), disse que o vírus pode ter sido reativado, ao invés de os pacientes terem sido reinfectados.

Outros especialistas disseram que exames defeituosos podem estar desempenhando um papel, ou que resquícios do vírus ainda podem estar nos sistemas dos pacientes, mas não serem infecciosos ou ameaçarem o hospedeiro ou outros.

Os 116 casos são mais do que o dobro dos 51 do tipo que a Coreia do Sul relatou uma semana atrás. O “esforço” exigido aos cidadãos, mas é “a única maneira” de combater o vírus.

Brasil

O Ministério da Saúde divulgou, nesta segunda-feira (13), o mais recente balanço sobre a Covid-19. Os principais dados são: 1.328 mortes, eram 1.223 no domingo, aumento de 9%; 23.430 casos confirmados, eram 22.169 no domingo, aumento de 6%; Em sete dias, total de mortes no Brasil subiu 99%; São Paulo tem 608 mortes e 8.895 casos confirmados; 36% das mortes ocorreram entre pessoas com menos de 60 anos; 35% das mortes ocorreram entre pessoas sem doenças preexistentes (como cardiopatias ou diabetes).

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