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Porto Velho, Rondônia,

#Colunistas

AS SEQUELAS DO CORONAVÍRUS E A DIFÍCIL RECUPERAÇÃO DE ALGUMAS VÍTIMAS. SECRETÁRIO DE SAÚDE É UMA DELAS

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Há vários exemplos das sequelas que o coronavírus deixa nas pessoas afetadas, mesmo depois de livres da doença. Os efeitos colaterais podem atingir o contaminado, em alguns casos, por vários anos, embora, é claro, na grande maioria das curas, não fique consequência alguma. Em Rondônia, do total de afetados pela doença, 83 por cento já se recuperaram. Muito poucos têm sequelas mais sérias. Mas, é importante destacar que, receber a notícia de que está curado da Covid 19, não significa que o paciente se recuperou de todas as complicações. Nos casos mais graves, principalmente depois de longas internações em UTIs e entubações prologadas, há risco de sequelas no cérebro, nos rins, nos pulmões e coração, mas também, em função da pesada medicação, pode causar a chamada hepatite medicamentosa. Esse caso específico, ocorreu aqui mesmo, com o secretário Fernando Máximo, que ainda se recupera da doença. No caso do pulmão, o alvo favorito do vírus, a volta ao normal é mais difícil. Depois da recuperação, a inflamação pode persistir por semanas, comprometendo o funcionamento do órgão. Podem ficar cicatrizes, chamadas de fibroses, no geral irreversíveis, porque o corona deflagra uma inflamação intensa nos alvéolos e nos pequenos vasos sanguíneos. Fraqueza pulmonar, danos neurológicos, déficits de concentração, menos apetite e até mudanças no humor, fazem parte do que, até agora, já é conhecido como consequências dessa doença, da qual só nos livraremos com vacinas de impeçam que ela chegue ao nosso organismo.

No caso específico do secretário Fernando Máximo, ele foi atingido por uma forma agressiva do vírus e está enfrentando as sequelas. Na linha de frente na guerra contra a doença, desde a primeira hora, Máximo chegou a trabalhar 16 horas por dia, sem se alimentar corretamente, dormindo pouco, “almoçando”, em alguns dias, por volta das cinco da tarde. Seu organismo fragilizou, certamente. A guerra contra a pandemia foi e é uma grande batalha, que, nos últimos dias, ele comanda apenas a distância, pelas sequelas da Covid, que seu organismo ainda enfrenta. Fernando Máximo teve, por exemplo, 50 por cento do seu pulmão comprometido. Ainda está fazendo fisioterapia, para se recuperar. Teve também, por conta do volume de remédios que tomou, uma hepatite medicamentosa, que elevou seus níveis de dosagem do fígado dos normais 400 para quase 2.600. Depois que o vírus sumiu, o secretário continua em casa, fazendo tratamento, fisioterapia, medicado e seu organismo vai retornando, aos poucos, a alguma coisa perto da normalidade. Nessa sexta, ele se submete a mais um pacote de exames, para saber exatamente como está sua recuperação, até aqui. Cuidados, fisioterapia, medicamentos, repouso. Com essas medidas, o secretário espera voltar em breve às suas atividades normais. Ele continua agradecendo às centenas e centenas de mensagens que recebeu e às orações de todos os que o conhecem e admiram seu trabalho, pelo restabelecimento de sua saúde o mais rápido possível.

QUASE 39 MIL JÁ ESTÃO RECUPERADOS

A única boa notícia relacionada com a Covid em Rondônia, nessa quinta-feira, foi o grande número de pessoas que se livraram da doença, depois de infectadas. Quase 39 mil dos 46.676 casos confirmados, mais de 83,55 por cento do total estão livres da doença. Não há números exatos dos que ainda enfrentam sequelas, mas esse número é bastante baixo. O número de pessoas contaminadas voltou a subir. Foram 615 novos casos num só dia, segundo o boletim da Sesau, dos quais 193 em Porto Velho e 162 em Ariquemes, cidade onde a doença voltou com força. Foram também mais 12 mortes, quatro delas na Capital e duas em Vilhena. Ariquemes, Guajará Mirim, Jaru, Rolim de Moura e Alta Floresta tiveram um óbito cada. Até a noite da quinta, 993 vidas foram perdidas no Estado, desde o 1º de maio, quando a primeira morte foi registrada. Os últimos boletins oficiais mostram o aumento no número de casos e de vítimas fatais no Estado, ao contrário das últimas duas semanas, quando houve uma queda de registros de afetados e mortos pela pandemia.

NADA MUDOU NA DECISÃO DE HILDON DE NÃO CONCORRER

Mais duas semanas. É esse o tempo que Hildon Chaves ainda vai esperar, antes de anunciar publicamente que não é candidato à reeleição. A transferência do anúncio, pelo Prefeito foi confirmada na manhã desta quinta. Antes de falar à toda a imprensa, sobre sua decisão, Hildon ainda quer resolver algumas questões, inclusive dentro do seu partido. Que ele não irá à reeleição, não resta a menor dúvida. Já decidiu isso com sua família, já comunicou a amigos mais próximos e a assessores com quem tem contato diário. Quer mesmo é se assegurar que todas as obras que estão em andamento em seu governo andam dentro dos cronogramas, que não faltem recursos e quer acompanhar pessoalmente todas elas. Houve aqui e ali alguns eventuais comentários de que a transferência da coletiva da quinta, seria sintoma de que ele poderia mudar de ideia. Sem chance. A decisão está tomada. O que se sabe também é que a deputada federal Mariana Carvalho não entra na disputa pela Prefeitura. O PSDB, por enquanto, tem dois nomes: os dos vereadores Maurício Carvalho e Alan Queiroz. Há uma terceira via: Lindomar Garçon, do Republicanos, vai batalhar pelo apoio dos tucanos.

EYDER E CHRISÓSTOMO: NOMES DO PSL PARA A CAPITAL

O PSL ainda não chegou a um acordo sobre o nome do partido que será lançado como candidato à Prefeitura de Porto Velho. O deputado estadual Eyder Brasil, líder do governo do Estado na Assembleia, reafirmou que está colocando seu nome como pré candidato em novembro. É um nome novo, importante e que está fazendo um bom mandato, mas, ao menos até agora, não houve sinalização de que terá o aval do Palácio Rio Madeira/CPA, até porque o governador, que era companheiro de partido de Eyder, não é mais. Está sem partido. Outro problema é que um grupo que tem à frente o empresário de Vilhena, Jaime Bagattoli, que por pouco não se elegeu ao Senado (e que está liderando a criação do Aliança pelo Brasil, o novo partido do presidente Bolsonaro) quer que o candidato na Capital seja o deputado federal Coronel Chrisóstomo.

GOVERNADOR SÓ SE PRONUNCIOU SOBRE ARIQUEMES

Tanto Bagattoli quanto Chrisóstomo se transformaram, de parceiros de primeira hora, em adversários duríssimos do governo Marcos Rocha. O deputado do PSL, aliás, tem feito vídeos extremamente agressivos contra o governo que ele diz que ajudou a eleger. Sem cargos na administração estadual e sem qualquer influência que pretendia ter, Chrisóstomo tem apenas o grupo de Bagattoli para ajudá-lo na missão de se tornar candidato. Ele e Eyder Brasil, até o momento, são os nomes que o PSL tem para a disputa, caso tiver mesmo alguém comandando uma chapa à Prefeitura. O Palácio Rio Madeira, até agora, tem se mantido ao largo dos debates em relação à administração municipal. O único pronunciamento público até agora sobre as eleições municipais, feita pelo governador Marcos Rocha, foi em Ariquemes. Lá, ele pediu que o atual prefeito Thiago Flores reavaliasse sua decisão anterior de não disputar a reeleição. Ou seja, ficou claro a simpatia de Rocha por um eventual segundo mandato do jovem prefeito de Ariquemes. Em relação a Porto Velho, ao menos até agora, o Governador não se pronunciou e nem disse se participará, de alguma forma, do processo eleitoral.

CORONEL RONALDO CONFIRMADO PELO SOLIDARIEDADE

Acompanhado do presidente regional do partido, o Solidariedade, o ex governador Daniel Pereira, o pré candidato à Prefeitura, Coronel Ronaldo, até recentemente comandante da Polícia Militar do Estado, começa a ir à mídia, para dar entrevistas, apresentar ideias e se posicionar como pretendente à cadeira de Hildon Chaves. O Coronel, gaúcho, que atuou na PM desde meados dos anos 80, respondeu a várias perguntas dos Dinossauros, no programa Papo de Redação (Parecis FM, 98.1, segunda a sexta, meio dia às 14 horas). Falou sobre saúde, transporte público, obras estruturantes, educação e todos os temas importantes da comunidade. Respondeu também várias perguntas dos ouvintes. Muito respeitado na tropa, onde tem apoio quase unânime, Ronaldo deixou o comando da PM por divergências com seu colega, o coronel Marcos Rocha, que era seu chefe, como Governador do Estado. A convenção do Solidariedade ainda não está agendada, mas a decisão de lançar o nome do Coronel Ronaldo para a Prefeitura já está definida.

GOLPISTAS PEGAM GRANA DO AUXÍLIO EMERGENCIAL

Mais uma operação da Polícia Federal em Porto Velho. É uma atrás da outra! Dessa vez, o alvo foi um grupo de falsários, cujos nomes são mantidos sob o mais absoluto sigilo (já que assim o exige a legislação que protege os direitos dos criminosos), que faturaram mais de 1 milhão e 500 mil reais do auxílio emergencial, que deveria ser pago apenas a pessoas pobres dessa terra. Os bandidos falsificavam carteiras e cartões, usavam maquinas de cartões e tinham acesso a uma extensa relação de beneficiários. Usando o nome dessas vítimas, faziam pedidos do auxilio e recebiam toda a grana. Tem gente graúda envolvida. Carros de luxo foram comprados com o produto do golpe. A eficiente PF não deu moleza para esses usurpadores do dinheiro dos pobres. Quem dá moleza a eles são as leis brasileiras. Só que, daqui a pouco, os nomes dos malandros vão aparecer nas redes sociais. Já que a lei os protege, a opinião pública, é claro, não dá moleza a esse tipo de gente.

FILHOS DA CRIADORA DA VACINA FORAM VOLUNTÁRIOS

Os filhos da cientista Sarah Gilberto, criadora da Universidade de Oxford, explicou que seus filhos, trigêmeos, participaram dos testes do novo medicamento como voluntários e que ela não decidiu por eles. Os filhos, maiores de idade e estudantes universitários, se incluíram nas mais de mil pessoas que estão sendo como uma espécie de cobaias humanas da nova vacina, por decisão de cada um. Notícia que percorreu o mundo, afirmava que, para comprovar a eficiência da vacina que criou, a dra. Sarah tinha decidido vacinar seus próprios filhos, que teriam sido escolhidos por ela, para os testes. Não foi isso o que aconteceu. A vacina de Oxford é, até agora, a maior esperança de um produto eficiente contra o coronavírus. Os testes finais, contudo, ainda não foram concluídos, mas os resultados observados até aqui têm sido positivos. No Brasil, a vacina de Oxford já começou a ser produzida e até dezembro, numa parceria com a Fiocruz, devem chegar ao mercado as primeiras 15 milhões de doses, se o cronograma for mantido. Até maio, caso o andamento dos testes continuem sendo animadores, o governo brasileiro vai investir perto de 2 bilhões de reais na produção de 100 milhões de doses da vacina.

A GUERRA DOS DIREITOS AUTORAIS

Um projeto que tramita em regime de urgência na Câmara Federal, está motivando uma série de protestos entre a classe artística. Pelas redes sociais, nomes como Milton Nascimento, Caetano Velloso, Gilberto Gil, Djavan, Nando Reis, Paula Fernandes e muitos outros, divulgam vídeos, protestando contra projeto que acaba com o pagamento de parte dos direitos autorais pelas músicas tocadas em hotéis e navios. Entidades que representam esses dois setores do turismo, alegam que há anos “o setor de hotéis e navios de cruzeiro vem sofrendo com a cobrança indevida e injusta de direitos autorais provenientes da execução ou até da mera disponibilização de aparelhos de rádios e TVs nos interiores dos apartamentos e cabines”. Ou seja, o pagamento tem que ser feito ao ECAD apenas por haver rádio e TV nos apartamentos e quartos de hotéis e em cabines de navios. Os dois setores consideram que é correto o pagamento apenas às músicas disponibilizadas em locais públicos. O pau está cantando e os autores de algumas das mais belas músicas da nossa história (assim como seus descendentes, que recebem o dinheiro do ECAD), estão berrando contra a medida. A decisão sai nos próximos dias.

MENINO QUER DISTÂNCIA DO PAI CRIMINOSO

A vida tem dessas histórias tristes. Bruninho, filho do jogador Bruno com a ex amante Eliza Samúdio, a quem ele mandou assassinar, vive no Mato Grosso e não quer saber de conhecer o pai. Uma criança que está sob os cuidados dos avós, ele só soube recentemente do que aconteceu com sua mãe. Quando perguntado por seus coleguinhas sobre o assunto, só lamenta não ter conhecido sua mãe e que gostaria que o assassino dela ficasse na cadeia para o resto da vida. Infelizmente, Bruninho vive num país onde assassinos andam legalmente à solta, protegidos por decisões legais inacreditáveis, que punem apenas a memória das vítimas. Bruno, que jogou sua carreira no lixo e preferiu mandar matar uma pessoa do que pagar pensão alimentícia, foi condenado a 21 anos de prisão, mas já está solto, cumprindo regime semiaberto. Ele foi contratado recentemente pelo Rio Branco, equipe do Acre, que vai disputar a Série D do Campeonato Brasileiro. Até hoje, o goleiro não reconhece a paternidade do menino, exigindo exames de DNA, mas que eles sejam realizados em Minas Gerais e não no Mato Grosso, onde vive a criança. Bruninho, ao menos por enquanto, tem uma vantagem: está longe do pai criminoso!

PERGUNTINHA

O que você acha que deve ser feito em relação a mais de 680 mil servidores públicos que pediram e receberam indevidamente o auxílio emergencial que deveria ser destinado apenas aos pobres?

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#Saúde

SÃO 152 MIL CONTAMINADOS, 134 MIL CURADOS E 3 MIL MORTES EM RONDÔNIA

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São quase 152 mil pessoas em Rondônia que já tiveram a doença. Isso representa que cerca de nove por cento de toda a nossa população, na faixa dos 1 milhão e 700 mil, já foram contaminadas pelo coronavírus. Se recuperaram, até a quarta-feira, algo em torno de 134 mil, representando 7,8 por cento do total de casos. Ainda temos um número bem próximo de 15.200 casos ativos, ou seja, de pessoas com o vírus e em quarentena e tratamento, o que representa 1 por cento do total dos que já foram contaminados. O pior vem agora: eram 2.916 óbitos até a terça, o que representa que 1,91 por cento dos que foram atingidos pela Covid 19, perderam suas vidas, em Rondônia. Embora seja um dos menores percentuais de mortes do país, ainda assim é um número apavorante. O total de perto de 47.500 vacinados até agora com a primeira dose e quase 10 mil com a segunda, significa que 2,8 por cento de todos os rondonienses já receberam a dosagem inicial e apenas 0,5 por cento já estão 100 por cento imunizados, com as duas doses.

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#Saúde

NO PICO DA CRISE, CHEGOU MAIS UM PEQUENO LOTE DE 17 MIL NOVAS DOSES DE VACINA PARA RONDÔNIA

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Fomos relegados (de novo!) a um segundo plano. Mesmo com toda a crise que estamos passando; mesmo com quase 120 pessoas esperando leitos de UTIs que estão superlotados; mesmo com o recrudescimento da doença no Estado, quando conseguiu novo lote de vacinas, o Ministério da Saúde priorizou o Amazonas e outras regiões do país, enviando a Rondônia apenas 17 mil doses da Coronavac, que serão usados para imunizar apenas 8.500 pessoas com duas doses. Enquanto o governador Marcos Rocha, emocionado, vai às redes sociais com uma Live dizendo que precisou apertar as normas de isolamento, não criando um Lockdown, mas algo próximo a ele, contra sua vontade, aliás, o governo Bolsonaro, de quem Rocha é aliado de primeira hora, não tem nos dado atenção que merecemos, embora o ministro Pazuello (veja texto abaixo), diga o contrário. Mesmo com os insistentes pedidos de Rocha e do secretário Fernando Máximo, o Ministério da Saúde avisava que não haveria vacinas antes do dia 15. Por caminhos que se desconhece, 24 horas depois dessa informação, apareceram 1 milhão e 976 mil doses, distribuídas para todo o país, com mais uma pequena cota para os rondonienses. Há poucos dias, quando Manaus ganhava 120 mil, o Acre mais de 22 mil, nós aqui, ficávamos com ridículas 5.400 doses. Com todas as vacinas já recebidas anteriormente, cerca de 117 mil doses, já foram vacinadas 47.300 pessoas. Outras 9.650 tomaram a segunda dose. Temos ainda algo em torno de 13 mil doses a serem aplicadas daqueles lotes anteriores (todas para a segunda dose) e mais as novas 17 mil que chegaram na tarde desta quarta.

Tudo isso deixa claro que estamos vivendo momentos terríveis e que não há vacinas suficientes. Todos os dias se anunciam compras de milhares de doses por governo e prefeituras. O presidente Bolsonaro confirmou que até abril teremos mais 150 milhões de doses. Ninguém diz, contudo, onde elas serão encontradas, se são cada vez mais raras para todo o mundo. Ainda estamos longe de nós mesmos produzirmos nossas vacinas. Temos apenas um contingente de cerca de 8 milhões e meio de brasileiros vacinados com a primeira dose e perto de 10 por cento disso, com a segunda. Nesse momento de terror que estamos vivendo, milhões de vacinas seriam o antídoto perfeito não só para salvarmos milhares de vidas, mas para evitarmos uma quebradeira generalizada das empresas e desemprego em massa, por causa de tantos decretos, fechamentos e Lockdowns. Além disso, precisamos implantar com urgência o tratamento precoce e, mais que tudo, impor nossa força perante o governo federal. Tanto a administração estadual quanto a bancada federal têm que esquecer quaisquer outros temas, que não seja a busca de vacinas. Mais vacinas. Muito mais vacinas. Cada um puxando para um lado, não vai dar é em nada. Governo, oito deputados federais, três senadores, 24 deputados federais, 52 prefeitos: todos têm que falar a mesma linguagem, senão não chegaremos a lugar nenhum, no combate ao vírus devastador.

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#Porto Velho

HILDON: SE DNIT NÃO FIZER, PREFEITURA ILUMINARÁ A PONTE QUE SERÁ INAUGURADA AGORA EM MARÇO

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Aliás, faltou mais um detalhe dos mais importantes no projeto da ponte sobre o Madeirão, na Ponta do Abunã. Como na ponte construída no bairro da Balsa, ligando a BR 319 do lado de cá do rio ao lado de lá, em direção ao Amazonas, não há previsão para a iluminação de uma das mais importantes obras públicas já realizadas na nossa região. Localizada numa área onde não existe extensão de energia, há uma grande dificuldade de se conseguir colocar uma fiação que possa abastecer postes de iluminação sobre a ponte, que está na fase final, com a concretagem do último acesso sendo pronta em 15 dias para, em seguida, começar a fase final de asfaltamento. A ponte será aberta ao tráfego, então, como ocorreu com aquela que atravessa o Rio Madeira, perto do centro de Porto Velho, mas sem luzes. A ponte da Balsa ficou mais de seis anos às escuras, até que a Prefeitura da Capital, via convênio com o Dnit, realizou todo o trabalho. Demorou, mas o serviço feito foi de qualidade elogiável. Agora, o prefeito Hildon Chaves avisa: se o Dnit não implantar a iluminação da nova ponte do Abunã, a Prefeitura da Capital vai fazê-lo. Basta para isso ter condições técnicas. Se isso for confirmado, certamente a nova ponte não ficará meia dúzia de anos na escuridão. Ao menos é o que se espera.

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