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Porto Velho, Rondônia,

Polícia

Atualizada: PF em conjunto com MP prende 04 prefeitos, de Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e São Francisco do Guaporé e um ex-deputado estadual

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A Polícia Federal , em conjunto com o Ministério Público do Estado de Rondônia pela Procuradoria-Geral de Justiça, deflagrou nesta manhã (25.09.2020), a para apurar crimes contra a Administração Pública.

A investigação, que durou pouco mais de dez meses, teve início em dezembro de 2019 e contou a colaboração de empresário que, recebendo exigência para recebimento de dívidas pela prestação de serviços ao poder público, resolveu contatar as autoridades para denunciar os ilícitos.

Durante o período das investigações provas foram angariadas e filmagens de recebimentos por parte de prefeitos e deputado foram registrados, com centenas de milhares de reais sendo distribuídos em dinheiro vivo.

No dia de hoje, por conta da prerrogativa de foro detida pelos envolvidos, foram cumpridos por ordem do Tribunal de Justiça de Rondônia 4 (cinco) mandados de prisão preventiva em desfavor de prefeitos e mais um mandado (também de prisão preventiva) em desfavor de nacional sem cargo público atualmente (ex-deputado estadual).

Além disso, o Exmo. Sr. Relator determinou o afastamento das funções públicas dos envolvidos e o bloqueio de ativos que ultrapassam R$ 1,5 milhões, valor conectado ao que, em tese, teriam recebido de forma ilícita.

Também foram cumpridos 12 de mandados de busca e apreensão, com 22 (vinte e duas) equipes e envolvimento de mais de 70 (setenta) policiais federais em Ji-Paraná/RO, Cacoal/RO, Rolim de Moura/RO e São Francisco do Guaporé/RO.

O nome da operação, “RECICLAGEM”, remete ao ramo de atividades da empresa envolvida no caso e origem dos recursos ilícitos, sendo decretado sigilo nas investigações pelo Tribunal de Justiça que cuida do caso.

Prefeito de Ji_Paraná sendo preso pela Policia Federal

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#Acre

PF investiga esquema de venda de relíquias arqueológicas encontradas no Acre

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (5) a “Operação Elona”, que investiga possível prática dos crimes de alteração de locais, em razão do valor arqueológico, venda de materiais arqueológicos e estelionato. Nesse sentido, as investigações tiveram início a partir de notícia de crime, informando a possível comercialização de materiais arqueológicos na internet em plataformas digitais.

De acordo com a investigação, um suspeito, que se auto intitula “caçador de relíquias”, retira do Rio Acre, precisamente, na altura do estirão da Gameleira, materiais arqueológicos, sem autorização para tanto.

Segundo a divisão técnica do Iphan-AC, os objetos e relíquias seriam “garrafas de Stoneware (Grés) do século XIX, além de garrafas de vidro provenientes da Holanda, Irlanda, Inglaterra e Portugal. São materiais de diversos tamanhos e tipologias, que foram trazidas para a região na época da Revolução Acreana e, sobretudo, durante os Ciclos da Borracha, possuindo, portanto, mais de 100 anos e, consequentemente, um grande valor histórico”

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Rio Branco na residência do investigado, onde foi localizado grande parte do material arqueológico sob investigação. Foi realizada a prisão em flagrante de um indivíduo na posse das relíquias. Os materiais arqueológicos resgatados foram encaminhados ao IPHAN, a qual fará a destinação adequada para a conservação das relíquias.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações continuarão em andamento para identificar outros envolvidos no esquema de comercialização ilegal de relíquias arqueológicas.

As condutas investigadas estão previstas, respectivamente, no artigo 63 da Lei de Crimes Ambientais (Alterar local especialmente protegido por lei, em razão de seu valor arqueológico, sem autorização da autoridade competente) e Estelionato – Art. 171, §2º, inciso I do Código Penal (Venda de materiais arqueológicos como própria).

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Polícia

Feriadão de Ano Novo teve registro de uma morte nas rodovias federais em Rondônia

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia divulgou na manhã desta terça-feira (5), os números referentes a Operação Rodovida, etapa Ano Novo.

Durante cinco dias (30/12/20 a 3/1/21), foram realizados 16 Comandos de policiamento específicos (equipamentos obrigatórios, motocicletas, ultrapassagem em local proibido) resultando na fiscalização efetiva de 1.244 veículos e 2.308 pessoas.

Os acidentes diminuíram consideravelmente. Na virada dos anos 2019/20, foram registrados 32. Já neste feriado houve 9 ocorrências, totalizando uma redução de 72%.

O número de feridos e de mortes também apresentou queda expressiva. No ano passado, 65 pessoas tiveram lesões e 6 morreram em decorrência de acidentes de trânsito nas rodovias federais em

Rondônia. Já em 2020/21, o número de feridos foi de 11 pessoas e 1 pessoa perdeu a vida. A redução em ambos os índices foi de 83%.

Na área criminal, 16 pessoas foram detidas, sendo dessas 4 por crime de trânsito. Houve também a recuperação de 5 veículos e a apreensão de quase 2 kg de cocaína.

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#Brasil

Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella é preso

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O empresário Rafael Alves, o delegado aposentado Fernando Moraes e o o tesoureiro da campanha de Crivella, Mauro Macedo também foram presos

O prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (Republicanos) foi preso na manhã desta terça-feira (22) em uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio. Faltam apenas nove dias para o fim de seu mandato.

Outras três pessoas também foram presas: o empresário Rafael Alves, o delegado aposentado Fernando Moraes e o o tesoureiro da campanha de Crivella, Mauro Macedo.

O ex-senador Eduardo Lopes, que herdou o cargo de Crivella, também é alvo da operação, mas não foi encontrado em sua casa no Rio. Ele teria se mudado para Belém e deverá se apresentar à polícia. Lopes também foi secretário de Pecuária, Pesca e Abastecimento do governador afastado Wilson Witzel.

Como o vice-prefeito, Fernando McDowell, morreu em maio de 2018, quem assume a prefeitura neste período será o presidente da Câmara de Vereadores, Jorge Felipe (DEM).

A ação é um desdobramento da Operação Hades, que investiga um suposto “QG da Propina” na Prefeitura do Rio, seguindo uma decisão da desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita.

Após ser preso, Crivella disse que a ação é uma “perseguição política” e que espera que seja feita a justiça. “Lutei contra o pedágio ilegal, tirei recursos do carnaval, negociei o VLT, fui o governo que mais atuou contra a corrupção no Rio de Janeiro”, afirmou.

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