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No mesmo dia que Diretor do DER deixou o povo da Capital sem asfalto, gravou video em apoio a candidato e prometendo asfalto

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Elias Rezende mandou retirar a máquina que asfaltava ruas na zona sul da capital

Após mandar retirar a máquina pavimentadora que asfaltava ruas na zona leste de Porto Velho, o diretor-geral do DER, Elias Rezende, aparece no vídeo do candidato a prefeito de Vale do Anari, Afonso Freitas, fazendo politicagem. No Facebook, o candidato diz que 100% das ruas da cidade será asfaltada “com o governo do nosso lado”.

Após evitar contato com a imprensa na última segunda-feira (5), o diretor-geral do DER admitiu através de duas assessoras que mandou retirar a máquina que asfaltava ruas na zona sul. Elias Rezende passou por cima do Ministério Público e do Judiciário, fazendo justiça com as próprias mãos, supostamente incorrendo em crime ao se apoderar do equipamento, que estava sob a guarda da prefeitura.

Elias Rezende, aparece no vídeo do candidato a prefeito de Vale do Anari

Veja o video, publicado no facebook no dia 04 de outubro

Aparentemente ele evitou contato com os jornalistas para não ter que explicar se estava tentando prejudicar a prefeitura para alavancar o candidato do governo na capital. No vídeo postado no Facebook, no entanto, fica claro que a estrutura do DER está sendo utilizada para politicagem, em Vale do Anari, em plena campanha eleitoral. Em Porto Velho, o prefeito não é aliado de Elias Rezende.

Definição de agente público
A definição de agente público está contida no §1º do art. 73 da Lei 9.504/97: trata-se de quem exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nos órgãos ou entidades da administração pública direta, indireta, ou fundacional.

A regra está prevista na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e visa evitar o uso de cargos e funções públicas em benefício de determinadas candidaturas e partidos.

“Uso da máquina”
Para o advogado especialista em direito eleitoral consultado pelo OCOMBATENTE, é um caso grave. “A administração pública não pode ser postar a serviço de um partido ou de um candidato”, afirmou.

Conforme o Tribunal Superior Eleitoral, “As condutas vedadas (Lei das Eleições,
art. 73) constituem-se em espécie do gênero abuso de autoridade. Afastado este,
considerados os mesmos fatos, resultam afastadas aquelas. O fato considerado
como conduta vedada (Lei das Eleições, art. 73) pode ser apreciado como abuso do
poder de autoridade para gerar a inelegibilidade do art. 22 da Lei Complementar
no 64/90. O abuso do poder de autoridade é condenável por afetar a legitimidade
e normalidade dos pleitos e, também, por violar o princípio da isonomia entre os
concorrentes, amplamente assegurado na Constituição da República.” (ARO nº 718,
Acórdão de 24/05/2005, relator Ministro Luiz Carlos Madeira).

Assim, a prática de condutas vedadas pela Lei nº 9.504, de 1997 pode vir a ser
apurada em investigação judicial e ensejar a aplicação do disposto no art. 22 da Lei
Complementar nº 64, de 1990, que trata do uso indevido, desvio ou abuso do poder
econômico ou do poder de autoridade, da utilização indevida de veículos ou meios de
comunicação social, em benefício de candidato ou partido político. (TSE, AG nº 4.511,
Acórdão de 23/03/2004, relator Ministro Fernando Neves da Silva).
Nesse contexto, vale a pena registrar que para o TSE, o “abuso do poder político
qualifica-se quando a estrutura da administração pública é utilizada em benefício de
determinada candidatura ou como forma de prejudicar a campanha de eventuais
adversários, incluindo neste conceito quando a própria relação de hierarquia na
estrutura da administração pública é colocada como forma de coagir servidores a
aderir a esta ou aquela candidatura (…). ” (Recurso Ordinário nº 265041, Relator (a) Min.
Gilmar Mendes, DJE 08/05/2017)

Dois pesos e duas medidas

O nome do governador Marcos Rocha é citado no vídeo. O governador é de Porto Velho, mas não impediu que moradores da capital fossem prejudicados durante a campanha eleitoral. Na zona sul, o comentário geral é que se a prefeitura continuasse asfaltando ruas o candidato do governador seria prejudicado.

Enquanto isso, em Ariquemes o candidato do governo está com a campanha a todo vapor, e a prefeitura utiliza a usina de asfalto do DER. Elias Rezende não tentou tirar a usina daquele município. Lá, o candidato é aliado.

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#Saúde

PAZUELLO DIZ QUE RECEBEMOS 40 MIL DOSES MAIS DO QUE O ACRE

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E agora? Numa reunião ocorrida nesta quarta, em Brasília, o ministro da saúde, Eduardo Pazuello, negou que o Acre tenha recebido mais vacinas do que Rondônia. Participaram do encontro o coordenador da bancada federal, deputado Lúcio Mosquini; os senadores Acir Gurgacz, Confúcio Moura e Marcos Rogério; os deputados Léo Morais, Expedito Netto, Mariana Carvalho, Jaqueline Cassol, Silvia Cristina, Mauro Nazif e Coronel Chrisóstomo. Pazuello negou que esteja havendo prioridade ao Acre e apresentou números diferentes do que estavam sendo divulgados aqui em Rondônia. Ele afirmou que, até agora, tivemos um total de 129 mil doses, enquanto se falava que o total enviado era bem menos: 117 mil. O ministro também disse que, embora num dos lotes, nosso Estado vizinho tenha recebido muito mais do que nós, até agora tivemos nada menos do que 40 mil doses a mais, já que os acreanos tiveram apenas 89 mil unidades de imunizantes. Mosquini registrou que “dias atrás notícia na mídia informava que o Acre recebeu mais vacinas que Rondônia, porém é inverídica. Essa informação foi repassada de forma leviana, pois o que de fato aconteceu foi que o Acre recebeu apenas naquele lote uma quantidade maior, sendo que Rondônia já recebeu 40 mil doses a mais”. Os rondonienses também pediram ao ministro o envio de mais vacinas para atender nosso Estado, nesse momento em que a pandemia assusta cada vez mais.

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Pior que o covid-19: Vírus Nipah pode ser a próxima epidemia, alertam cientistas; conheça

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Anteriormente, a organização holandesa Access to Medicine Foundation também alertou

Enquanto o mundo luta com a epidemia do coronavírus, um novo aviso veio para o vírus Nipah. A Chefe do Departamento de Bioquímica Molecular e Celular da Universidade de Kentucky nos EUA, Dr. Rebecca Dutch afirmou que o vírus Nipah (NiV) poderia causar a próxima epidemia. A taxa de mortalidade desse vírus pode variar de 45 a 75%, que é muito maior do que a taxa em Covid-19.

Anteriormente, a organização holandesa Access to Medicine Foundation também alertou sobre o Nipah, que foi incluído na lista dos vírus mais perigosos para a humanidade pela OMS.

O vírus Nipah (NiV), cientificamente denominado “Nipah henipavirus”, detectado no Sudeste Asiático e fonte natural de morcegos frugívoros, tem potencial para iniciar uma nova epidemia nos próximos anos. Não existe vacina para a doença sem cura e com taxa de mortalidade de até 75%. Atualmente, estima-se que cerca de 700 pessoas no mundo estejam infectadas com o vírus Nipah.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o vírus Nipah pode ser assintomático e causar graves problemas respiratórios, inflamação cerebral e edema cerebral. O Nipah pode ser transmitido aos humanos por morcegos e porcos ou por alimentos contaminados.

O longo período de incubação, 45 dias, do vírus Nipah significa que uma pessoa infectada tem amplas oportunidades de propagá-lo sem perceber que está doente. Além disso, diferentes tipos de animais podem ser infectados, o que aumenta a probabilidade de propagação de doenças. Além disso, as doenças podem ser transmitidas por contato direto ou pelo consumo de alimentos contaminados.

Afirma-se que o vírus Nipah, mais comum em Cingapura, Malásia, Índia e Bangladesh. As farmacêuticas ainda não têm um projeto de desenvolvimento de medicamentos contra o Nipah. Em vez disso, é usada terapia intensiva sintomática contra o Nipah.

ISTO É

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Professores de Física desenvolvem equipamento didático que simula o Efeito Estufa e o Aquecimento Global

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Pesquisadores desenvolveram no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Porto Velho Calama, um equipamento capaz de simular o efeito estufa. O protótipo trata-se de uma ferramenta didática para o ensino da Física e dos fenômenos relacionados à ecologia e ao meio ambiente.

O aparelho foi desenvolvido pelos Professores Paulo Renda Anderson e Cléver Reis Stein, do IFRO/Campus Calama; Carlos Mergulhão Júnior, da Universidade Federal de Rondônia (Unir), e Moacy José Stoffes Júnior, do Instituto Federal do Paraná (IFPR/Campus Telêmaco Borba).

Os resultados da pesquisa foram publicados em um artigo científico na Revista Brasileira de Ensino de Física intitulado “Simulação do Efeito Estufa, da intensificação do Efeito Estufa pela presença de CO2 e do impacto da mudança da cobertura da Terra na temperatura média do meio utilizando o Arduino”.

No artigo, os professores explicaram sobre o funcionamento e a utilização do equipamento, bem como a importância do efeito estufa para a manutenção da vida no planeta Terra, o qual é um processo natural que ocorre na atmosfera e que mantém a temperatura do planeta amena e sem grandes variações e evidenciam que o problema é a exacerbação desse efeito, o que leva ao aquecimento global.

Somado a isso, também é exposta a influência da cobertura do solo na temperatura média do ambiente, a exemplo da mudança de áreas vegetais por áreas urbanas. A ideia para a produção do protótipo, segundo o Professor Paulo Renda, “originou-se perante a escassez de experimentos capazes de demonstrar os fenômenos físicos presentes no estudo desses temas, tanto no ponto de vista científico, quanto do senso comum”.

O equipamento construído consiste em dois ambientes inertes delimitados por cúpulas de vidro e no interior deles são instalados sensores de temperatura e pressão controlados por um software denominado Arduino (IDE). As cúpulas são irradiadas por ondas eletromagnéticas de mesma intensidade e as curvas de temperatura em função do tempo são apresentadas simultaneamente na tela do computador pelo Arduino.

Um dos ambientes está conectado a um cilindro de gás, que tem a função de aumentar a concentração de dióxido de carbono neste ambiente. O equipamento pode, de acordo com os professores, tornar o ensino de Física mais atrativo e interativo, de acordo com as simulações que são possíveis de se realizar, uma vez que se torna uma ferramenta experimental importante para assessorar os professores no processo de ensino e aprendizado.

Segundo o Professor Cléver Stein, líder do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente, Educação e Energia Renovável do IFRO, no qual o projeto foi desenvolvido, a Revista Brasileira de Ensino de Física “consiste no periódico científico de referência nacional no que tange ao avanço da pesquisa brasileira na área de ensino de Física, sendo um marco para as pesquisas desenvolvidas no curso de Licenciatura em Física do campus”.

O docente também destaca que a publicação foi possível em virtude do apoio e fomento ao grupo de pesquisa por parte da Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação (Propesp/IFRO) e do Departamento de Pesquisa, Inovação e Pós- Graduação (Depesp) do Campus Porto Velho Calama.

Leia o artigo completo clicando AQUI.

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