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#Porto Velho

Polícia Federal deflagra operação para desarticular esquema criminoso de venda e desmatamento em terra indígena no distrito de Porto Velho

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (07.10.2020), a OPERAÇÃO KAWYRA, visando dar cumprimento a 03 (três) mandados de prisão preventiva, 06 (seis) mandados de prisão domiciliar e 12 (doze) mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho/RO.

A investigação tem como objetivo desarticular organização criminosa instalada na região da Terra Indígena Karipuna, com atuação no distrito de União Bandeirantes, município de Porto Velho/RO, dedicada ao desmatamento, queimadas, loteamento e comercialização ilegal de glebas no interior da Reserva Indígena, popularmente conhecida por “grilagem de terra”.

As ações de hoje, realizadas em conjunto com a FUNAI e o Exército Brasileiro, decorrem da continuidade das investigações iniciadas na “Operação SOS Karipuna”, deflagrada em junho de 2019, na qual foi identificado um grupo que utilizava e permaneceu utilizando uma associação e uma empresa de georreferenciamento para iludir supostos compradores de lotes no interior da TI KARIPUNA, com a falsa promessa de regularização dos terrenos junto aos órgãos responsáveis.

Os investigados responderão, na medida de sua participação, pelos crimes de estelionato (art. 171, CP), invasão de terras da União (art. 20, Lei nº 4.947/66), desmatamento ilegal (art. 50-A, Lei nº 9.605/98), constituição e participação em organização criminosa (art. 2º, Lei nº 12.850/13), bem como lavagem de dinheiro (art. 1º, Lei 9.613/98).

Os presos após ouvidos na sede da Polícia Federal serão encaminhados para o sistema prisional estadual onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

O termo “KAWYRA” tem origem na língua indígena Karipuna e significa “floresta”, em referência à atuação da Polícia Federal no sentido de preservar a vegetação nativa da Reserva Indígena e reprimir a atuação de grupos criminosos na região.

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#Jirau

MAIS UM CRIME AMBIENTAL: Santo Antônio Energia afirma ao Governo Federal em seis meses não terá água para gerar energia e anuncia que lago tem ser aumentado

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A concessionária que administra a hidrelétrica de Santo Antônio, umas das duas usinas no Rio Madeira em Porto Velho, alertou o governo federal que o Estados de Rondônia e Acre podem ficar às escuras ainda no primeiro semestre deste ano. As informações são do Estadão.

No documento, a concessionária explica que o apagão poderá ocorrer devido ao baixo volume de água no reservatório comprometendo a geração de energia.

Nesse sentido, ela pede ao governo que eleve o nível do reservatório, entretanto isso implica em um crime ambiental, com a inundação de uma área de mais de 500 hectares, localizada no Parque do Mapinguari, que já sofreu com a redução de sua área para a implantação do lago artificial.

Seis das cinquenta turbinas da Santo Antônio são responsáveis por atender Rondônia e Acre . O colapso pode ser de 57 dias, com paralisação de 100% da capacidade de produção de energia.

“A usina de Santo Antônio é especialmente importante para o atendimento dos Estados de Rondônia e Acre . A redução poderá afetar o suprimento energético da região, além de ocorrer restrição de atendimento de cerca de 20% da região, com “possibilidade de ocorrer eventos similares verificados recentemente no Amapá”, ou seja, um apagão geral”, diz o documento.

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#Porto Velho

Porto Velho: Pacientes de cidades vizinhas contribuem para sobrecarregar sistema de saúde

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Com taxa de ocupação de 100% dos leitos hospitalares, Porto Velho está com o sistema de saúde em situação crítica, provocada pela pandemia do novo coronavírus. Segundo o prefeito Hildon Chaves, a solução é a vacinação em massa da população, mas o atraso no cronograma nacional de imunização é um fator negativo, embora o país tenha competência reconhecida internacionalmente em campanhas deste tipo.

“O ritmo muito lento da vacinação tira a esperança de solução rápida. Brasil está atrás de mais de 40 nações no cronograma de imunização”, lamentou.
Diversos fatores têm contribuído para que o quadro se agrave ainda mais, segundo o prefeito Hildon Chaves. Um deles, é o fato de devido a curta distância, municípios vizinhos, inclusive de outros estados, procurarem atendimento nas redes municipal e estadual de saúde em Porto Velho. “Atendemos pacientes de Humaitá e Canutama, por exemplo. Mas já recebemos doentes que vieram do Acre e até Manaus buscar ajuda”, disse ele em entrevista ao canal de TV Bandnews.

PROTOCOLOS

Prefeito destacou a resistência de parte da população em cumprir os protocolos
Outra questão que amplia o potencial da pandemia é a resistência de parte da população em cumprir os protocolos de distanciamento. “Parte destas pessoas, provavelmente, está cansada do isolamento, mas uma parte está reticente ao cumprimento das orientações”, acrescentou o prefeito.

Prefeito destacou a resistência de parte da população em cumprir os protocolos

Hildon Chaves explica que pacientes internados apresentam evolução para quadro grave com mais rapidez. Até o ano passado, disse ele, estas ocorrências se davam entre sete a oito dias, agora entre dois a três dias.

Para fazer frente ao quadro tão dramático na área de saúde, o prefeito espera resultados positivos decorrentes das ações restritivas decretadas pelo governo estadual, que vão afetar o trânsito de pessoas e alguns setores da economia. “É medida que impacta, mas é necessária para diminuir o ritmo da contaminação”, admitiu.

Porto Velho registrou até agora mais 56 mil casos de pacientes com Covid-19, destes, 48 mil foram curados. Também foram registrados 1.375 óbitos. Neste momento, há 9 mil casos ativos da doença.

Os atendimentos na rede municipal são pré-hospitalares, que vão de casos leves a moderados. No entanto, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) estão atendendo muitos casos graves que aguardam vagas em leitos de UTI. O número de leitos para pacientes com a Covid-19 evoluiu de 50 para 80 desde o início da pandemia.

COMPRA DE VACINA

O Município já firmou compromisso de adesão ao consórcio para a compra de vacinas


O município já firmou compromisso de adesão ao consórcio municipal para a compra de vacinas. A iniciativa, liderada pela Frente Municipal dos Prefeitos, pretende obter preços justos no mercado e aquisição mais rápida. Segundo Hildon Chaves, devem ser investidos cerca de R$ 10 milhões, recursos da União e contrapartida do município.

Texto: Nonato Cruz
Fotos: George Fonseca/ Leandro Morais/ Wesley Pontes

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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#Porto Velho

Prefeito apresenta projeto da EFMM e bairro Lagoa à Comissão de Obras da Câmara Municipal

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Comissão parabenizou pelos projetos que trarão benefícios à população da capital

Os projetos de revitalização da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM) e de drenagem no bairro Lagoa foram apresentados na tarde de quarta-feira (3), pelo Prefeito Hildon Chaves à Comissão de Obras da Câmara Municipal. Importantes para a capital, as ações foram mostradas durante visita com detalhamento.

Orgulhoso do projeto, o prefeito fez questão de apresentar cada detalhe da revitalização do Complexo Turístico Madeira Mamoré à comissão, que é composta pelos vereadores Edmilson Dourado, Everaldo Fogaça e Pastor Vanderley.

Sobre o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, mostrou que a estrutura foi totalmente revitalizada e algumas construções foram acrescentadas ao complexo.

A revitalização foi realizada nos galpões 1, 2 e 3, sendo um galpão oficina, onde serão instaladas 12 lojas, nos moldes de uma pequena galeria comercial. Os galpões 1 e 2 serão destinados para as peças de museu da EFMM, onde também haverá um mezanino.

O galpão 3 será reservado para instalar quatro restaurantes, com mezanino com vista para o Rio Madeira.

Também foi construída uma pista de caminhada, calçada, pavimentação de toda área verde, um teatro de arena, estacionamento para mais de 200 carros, quiosques que vão comportar seis lanchonetes e exposição das locomotivas que estão na EFMM.

“É um prazer receber a comissão de obras neste espaço, que é o principal patrimônio turístico do estado. Aqui é o ponto zero, onde tudo começou. Aqui há um investimento de quase R$ 30 milhões, recursos do Ministério do Turismo, Prefeitura e também compensação social da Usina Hidrelétrica Santo Antônio”, disse o prefeito aos vereadores.

Hildon Chaves destacou ainda que quando assumiu a Prefeitura, em 2017, a revitalização não estava iniciada. “Conseguimos realizar tudo com muito trabalho. Acredito que nesse semestre vamos entregar o complexo totalmente revitalizado”, disse o prefeito.

Localizado às margens do Rio Madeira, numa área de 114.000 m², o Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, além da importância histórica, será de grande relevância para o fomento do turismo e da economia local.

DRENAGEM

Já no bairro Lagoa, zona Leste da cidade, foi apresentada a evolução da galeria subterrânea de esgoto que está sendo construída na rua Dourado.

A obra de drenagem profunda compreende o trecho entre a Avenida Chiquilito Erse (antiga Avenida Rio Madeira) até as proximidades da rua Piratininga, uma galeria que, completa, terá aproximadamente 1,5 quilômetros. “É por esta galeria que será escoada toda a água que passa pelo bairro, um problema antigo que será solucionado”, detalhou Hildon.

A galeria faz parte do pacote de obras destinadas ao bairro Lagoa, que também receberá 10 quilômetros de ruas asfaltadas. A obra utiliza recursos do governo federal com contrapartida do município. A fiscalização é responsabilidade da Secretaria Municipal de Obras (Semob).

Ao término das visitas, a comissão parabenizou o prefeito pelos dois projetos que trarão benefícios à população da capital. “São empreendimentos sonhados pela nossa população, tanto a revitalização da Estrada de Ferro, um espaço público onde as pessoas poderão prestigiar o turismo da nossa cidade e essa obra grandiosa de drenagem do Lagoa, que já era aguardada há muito tempo pela comunidade”, disse o presidente da comissão, Edmilson Dourado.

Texto: Renata Beccária
Fotos: Wesley Pontes e Leandro Morais

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