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Porto Velho, Rondônia,

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Presidente Laerte Gomes solicita ao Corpo de Bombeiros prazo para igrejas se adequarem às normas regulamentadoras da corporação

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Um termo de ajuste de conduta que conceda prazo de dois anos para adequação das igrejas foi solicitado pelo parlamentar

Presidente Laerte Gomes solicita ao Corpo de Bombeiros prazo para igrejas se adequarem às normas regulamentadoras da corporação

Na tarde desta terça-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PDB), acompanhado do deputado estadual Chiquinho da Emater (PSB) recebeu o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia, coronel Gilvander Gregório, o assessor parlamentar da corporação, tenente-coronel Fabrício Costa e os empresários de Ji-Paraná, Eduardo de Almeida, Valter Rigon e João Bartolomeu.

Durante a reunião, o presidente solicitou ao coronel Gregório a confecção de um Termo de Ajuste de Conduta para que as igrejas tenham um prazo de dois anos para se adequarem às novas normas regulamentadoras do Corpo de Bombeiros.

“Essa foi uma solicitação que fizemos em razão da pandemia ocasionada pelo Coronavírus e a todas as dificuldades que estamos vivenciando desde então”, esclareceu Laerte Gomes. Em resposta, o coronel se comprometeu em conversar com sua equipe jurídica e analisar as possibilidades.

Ainda no encontro, o presidente Laerte Gomes foi agraciado com a Medalha Amigo do Corpo de Bombeiros Militar, em reconhecimento aos notáveis serviços prestados à corporação.

“Fiquei muito honrado e aproveito para parabenizar o coronel Gregório pela ascensão ao cargo de comandante-geral dessa importante instituição militar, sabemos que ele é um homem íntegro, de caráter, de palavra. Coloco a Assembleia Legislativa à disposição do Corpo de Bombeiros de Rondônia, concluiu o parlamentar.

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Presidente Alex Redano defende compra de vacinas e multa para quem descumprir protocolos de saúde

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Deputado diz que quem aglomera, ignorando os riscos da contaminação, precisa ser punido com multa
Presidente Alex Redano defende compra de vacinas e multa para quem descumprir protocolos de saúde
O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos) usou a tribuna, por vídeo conferência, na sessão desta terça-feira (02), para também defender a compra de vacinas e a vacinação em massa, como forma de conter o assustador avanço da pandemia do coronavírus.

“Está sendo discutida a criação de um Fundo Estadual para a compra de vacinas, com recursos destinados pelos entes públicos e também pela iniciativa privada. Se por ventura, não usar o dinheiro destinado, ele voltaria a sua origem. A Casa de Leis tem a intenção de contribuir com esse fundo, com as economias de seu orçamento próprio”, afirmou Redano.

Ele informou que há um projeto de lei no Congresso, regulamentando essa questão dos fundos com a intenção de adquirir vacinas, e aproveitou para parabenizar a gestão do ex-presidente Laerte Gomes (PSDB), que promoveu os ajustes administrativos necessários, que permitiram a economia do orçamento próprio, com apoio de todos os parlamentares.

“Estamos num momento muito delicado. Hoje, tivemos a triste notícia do falecimento do servidor Paulo César, o Paulinho, garçom da Casa durante muitos anos, que muito nos entristeceu. Deixo meus sentimentos a sua família e a todas as famílias rondonienses que lamentam a perda de entes queridos com essa terrível doença”, completou.

Multas

Em seguida, Alex Redano passou a defender que haja punição dura, com a aplicação de multas no CPF de cada pessoa que promover aglomerações, andar sem máscaras, não respeitar o distanciamento social e outras medidas previstas no protocolo de saúde.

“Defendo que haja punição severa para que não cumpre os protocolos, que se aglomera, que anda sem máscaras, que brinca com a doença e com a saúde da sociedade. Tem que doer no bolso, que se faça fiscalização e aplique multas no CPF de cada um. A pessoa precisa ser penalizada, para tomar consciência da dura realidade que enfrentamos”, afirmou.

Segundo ele, “não vejo o comércio como um vilão na proliferação da covid-19. Especialmente, os pequenos comércios, que tomam todas as medidas necessárias e possíveis, para garantir a segurança sanitária. Mas, não adianta o comércio tomar os cuidados, se as pessoas não se cuidam, não respeitam os protocolos e colocam a sociedade em risco”.

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GOVERNO, BANCADA E PREFEITURA: META É COMPRAR 670 MIL DOSES

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A informação foi repassada pelo empresário Chico Holanda, do grupo Pensar Rondônia, pelo governador Marcos Rocha. O Estado pode investir até 40 milhões de reais na compra de vacinas. Rocha convocou o secretário Luiz Fernando, da Sefin, determinando que ele faça estudos urgentes, para tentar buscar esse recurso. Se fosse viável este investimento, o governo rondoniense poderia adquirir um total superior a 465 mil doses, aos valores de hoje, na faixa de 16 dólares cada. A isso se poderia somar os 11 milhões liberados pela bancada federal (cada um dos oito deputados e três senadores), o que permitiria a aquisição de outras 125 mil doses. Acrescente-se também a decisão, reafirmada pelo prefeito Hildon Chaves, de a Prefeitura da Capital buscar mais 80 mil doses, num investimento de 6 milhões e 880 mil reais. Todo esse pacote, se concretizado num prazo razoável, somaria nada menos do que 670 mil doses, o que permitiria vacinar praticamente todos os rondonienses dos chamados grupos de risco. Infelizmente, mesmo com todo esse dinheiro, se ele for mesmo disponibilizado, teria grande dificuldade na aquisição das doses, já que faltam vacinas no mercado e há uma grande disputa em torno delas, não só no Brasil, mas como no mundo todo.

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RONDÔNIA FICA COM MIGALHAS: NOVO LOTE CHEGA COM 5.400 NOVAS DOSES DE VACINAS. O ACRE RECEBE 22 MIL

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Apenas 5.400 vacinas. Isso mesmo. Rondônia, com toda a crise que vive na pandemia, com tantos novos casos, com tantas mortes (só nesta quarta, foram 42 vidas perdidas), com UTIs superlotadas, vivendo perto de um colapso total na saúde, recebeu apenas 5.400 doses, num universo de 3 milhões e 200, em fase de distribuição no país inteiro. São 4 mil doses da Oxford e 1.400 da Coronavac. Para se ter ideia como estamos sendo tratados, nesta situação, pelo Ministério da Saúde, o vizinho Acre, que tem metade da nossa população, vai receber 22 mil doses, 13 mil e pouca da Oxford e o restante da Coronavac. O Amazonas, por exemplo, que tem o dobro da população do nosso Estado, vai receber nada menos do que 120 mil doses. Na região norte, só receberemos um lote maior do que o Amapá (menos da metade da nossa população) e Roraima (menos de 500 mil habitantes). Qual o critério para que tenhamos esse tratamento? A verdade é que estamos silentes demais ante essa posição do governo federal, que toma uma decisão como essa e não se ouve uma gritaria geral, tanto nos lados do governo do Estado quanto da nossa bancada federal. Espera-se que haja protestos veementes não só nessas áreas, como também na Assembleia Legislativa, em função da dramática situação que estamos vivendo. Apenas como exemplo, Rondônia é o segundo Estado do país em mortes, proporcionalmente à sua população adulta. Na hora da distribuição de um lote de vacinas (pequeno, para a enorme necessidade do país), teríamos obrigatoriamente que receber, nesse momento, pelo menos o triplo do que a nós está sendo destinado pelo Ministério da Saúde.

Está na hora de uma sacudida geral nesse esquema de distribuição de vacinas. Temos oito deputados federais e três senadores que têm que se mexer. Não basta tratar de recursos para o Estado e os municípios. Não basta tratar de questões político-partidárias. Todos precisam se unir, agora, nessa enorme crise. E pressionar o governo federal para que tenhamos um tratamento à altura das nossas necessidades. O governador Marcos Rocha, que passou a quarta-feira em Brasília, foi tratar vários assuntos, mas, certamente, deveria mudar todo o foco para a questão prioritária da pandemia, o combate a ela e a liberação de vacinas, mas não em quantidade tão pequena como essa, anunciada nesse novo lote. Nossos Prefeitos precisam entrar nessa guerra. Ela é de todos. Não dá para ficar esperando, de braços cruzados, que continuemos recebendo migalhas. As 5.400 vacinas serão utilizadas em dose única, ou seja, com a perspectiva de que em breve chegue um próximo lote que complemente a imunização, com a segunda dose. Mesmo assim, é um lote muito pequeno. Não é algo contra o que devemos todos nos insurgir?

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