‘Se for fake news, não transmita’, diz campanha do TSE

O prefeito é um dos candidatos que mais tem recebido ataques inconsistentes

A fake news de hoje é contra o candidato à prefeitura de Porto Velho Hildon Chaves. O que dizem agora é que ele está vendo investigado pela Polícia Federal. Nos bastidores políticos o comentário geral é que a pessoa que inventou essa estória nem se deu conta de que a prefeitura comprou ônibus escolares com recursos do próprio município, por isso, se houvesse alguma investigação agora, não seria feita pela PF.

A falta de inteligência dos adversários para inventar as famosas fake news fica nítida no momento em que aparecem mais de cem ônibus comprados pelo próprio município, justamente para acabar com o máfia no transporte que existia anteriormente.

Geralmente, candidatos que recorrem às fake news demonstram alguma inteligência, para poder atacar os adversários com algo mais palpável, com alguma coisa na qual os eleitores possam acreditar, por isso está claro que falta assessoria.

O eleitor já sabe muito bem que o candidato que demonstrar estar ligado ao crime organizado é outro. O candidato que já esteve atrás das grades, acusado de desviar recursos públicos, também é outro.

O contrato com as empresas de ônibus que transportavam estudantes com ônibus velhos foi rompido e a prefeitura contratou ônibus novos, deixando alguns de reserva. Se houvesse alguma vantagem indevida, o contrato não teria sido cancelado.

Um exemplo disso aconteceu no governo estadual. Foi denunciada roubalheira na compra de medicamentos e também na aquisição de um hospital nessa época de pandemia por causa do covid-19. Isso tudo sem licitação. É claro que o governo não voltou atrás, o que chamou a atenção do Ministério Público. Dificilmente um contrato vantajoso é cancelado sem determinação judicial.

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