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Polícia

Veja o nome das advogadas presas acusadas de lavar dinheiro para o PCC

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A Polícia Civil, em cumprimento a mandados de prisões e buscas determinadas pela justiça paulista em operação contra crimes de lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC) com atuação no Brasil e em países vizinhos, prendeu nesta quarta-feira, em Porto Velho (RO), três advogadas suspeitas de atuarem criminosamente.

Foram confirmadas as prisões de:

Marisâmia Aparecida de Castro Venâncio

Gabriela Silva Ximenes

Kelly Michele de Castro

A advogada Patrícia Muniz também foi alvo de mandados, mas não conseguimos a confirmação se ela foi presa ou apenas sofreu buscas.

Ao todo, são cumpridos 13 mandados de prisão e 23 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo juiz Ulisses Augusto Pascolati Júnior, da 2ª Vara Especializada em Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores.

LEIA MAIS: Tem em RO: MP de SP cumpre mandados de prisão contra advogados suspeitos de levar informações a chefes de facção criminosa presos

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Polícia

OPERAÇÃO ALERTA: PM e órgãos de fiscalização flagram festas clandestinas com dezenas de pessoas em Porto Velho

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A irresponsabilidade de boa parte da população continua alta em Porto Velho, segundo constatação da operação realizada pelo Governo do Estado como forma de frear o avanço do Coronavírus na cidade. Na noite deste sábado, dezenas de pessoas foram flagradas em eventos no centro e Zona Leste da Capital.

Segundo a Secretaria de Comunicação, em apenas um único estabelecimento comercial, um bar frequentado pela classe média de Porto Velho, no centro do Município, 26 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) foram lavrados. Uma equipe da Polícia Militar (PM) que atua na “Patrulha Covid-19” passou pelo local e estranhou a movimentação. “As portas estavam fechadas, mas percebemos movimento e achamos melhor averiguar”, contou um dos policiais.

Os militares bateram à porta, os clientes fizeram silêncio na tentativa de dissuadí-los, mas acabaram sendo flagranteados. A quase 10 quilômetros dali, na zona Leste da capital, uma festa de aniversário que acontecia na rua Sheila Regina foi interrompida pelos agentes públicos que estavam na “Operação Alerta”. Uma denúncia anônima relatou que a aglomeração estava sendo liderada pelo proprietário de uma distribuidora de bebidas do bairro. Ao chegarem no local, os agentes da operação perceberam o momento em que a porta da distribuidora foi fechada. Pelo menos 50 pessoas estavam pelas calçadas bebendo, com som mecânico, churrasqueira acessa, fazendo uso de narguilés e ninguém utilizava máscara.

Um homem assumiu a responsabilidade pelo evento. Visivelmente bêbado, ele disse, inicialmente, que era empresário, mas logo em seguida apresentou outra profissão e durante lavratura do TCO confessou trabalhar em uma oficina de motos. O homem relatou que era seu aniversário e que todas as pessoas presentes ao evento eram seus parentes. Ele colaborou com o Corpo de Bombeiros Militar e com a PM e a festa acabou logo em seguida.

Dezenas de garrafas vazias estavam jogadas pela calçada, indicando que o grupo estava bebendo no local há certo tempo.

Os agentes engajados na “Operação Alerta” também acabaram com uma aglomeração no Skate Park, local bastante frequentado por pessoas que gostam de fazer caminhadas, corridas e jovens que andam de bicicleta e skate.

No momento da abordagem no local, os agentes encontraram dezenas de jovens em momento de descontração. Ao perceberem a chegada das autoridades, os jovens (nenhum de máscara) se dispersaram rapidamente.

As equipes de fiscalização atestam ser inconcebível o posicionamento de grande parte das pessoas autuadas e orientadas na noite deste sábado. A maioria dos flagranteados declarou ter ciência da importância de manter o distanciamento social e das regras sanitárias, sabendo que o Estado vive um momento de muito estresse na rede de saúde, que todas recomendações das autoridades têm o objetivo de evitar aglomeração, mas ainda assim acabam deixando a razão de lado e saem para se divertir em eventos variados.

É comum donos de empresas perceberem a aproximação dos veículos utilizados na Operação e apressarem-se pra fechar a portas, a fim de evitar autuações e até mesmo interdições quando necessário. Uma equipe da PM iniciou suas atividades de combate às aglomerações às 18 horas e passou a noite na missão. As três equipes que atuam na “Operação Alerta” também trabalharam até a madrugada, checando denúncias, conferindo condutas de estabelecimentos e autuando pessoas e empresas que estão em discordância com as orientações do decreto estadual.

A “Operação Alerta” liderada pelo Corpo de Bombeiros Militar, contou com a participação da Polícia Militar, Polícia Civil (PC), da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), da Superintendência Estadual de Comunicação (Secom), do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e da Prefeitura de Porto Velho, por intermédio do Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Fazenda, Secretaria Municipal de Saúde e Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos.

Balanço

Na terceira noite da “Operação Alerta”, 32 estabelecimentos comerciais foram visitados pelas equipes, dos quais 18 estavam sem funcionamento, nove foram notificados, quatro estavam em situação regular, 39 Termos Circunstanciados de Ocorrência foram lavrados, uma interdição foi registrada, três orientações feiram feitas e uma autuação registrada.

Embora as equipes de campo da Operação realizam várias atividades fiscalizatórias, o foco principal do grupo é promover a conscientização e garantir meios de que a Saúde Púbica possa atender a população de modo mais eficiente possível. “A orientação da “Operação Alerta” é sempre o não aglomerar”, enfatiza o coronel bombeiro militar, Gilvander Gregório de Lima.

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Polícia

Polícia Federal deflagra Operação Quarta Parcela em Ji-Paraná

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A Operação Quarta Parcela, no combate incessante contra fraudes ao Benefícios Emergenciais, disponibilizados pelo Governo Federal à população carente.

A Polícia Federal deflagrou, na data de hoje (04/03/2021), a Operação Quarta Parcela, no combate incessante contra fraudes ao Benefícios Emergenciais, disponibilizados pelo Governo Federal à população carente.

A presente operação policial é fruto do trabalho conjunto da Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União, Instituições que participam da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE).

Os objetivos da atuação conjunta e estratégica são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas que atuam causando prejuízos aos programas assistenciais e, por consequência, atingindo a parcela da população que necessita desses valores.

Estão sendo cumpridos, na data de hoje 28 Mandados de Busca e Apreensão e 07 Mandados de Sequestro de Bens, perfazendo um total de mais de R$ 170 mil bloqueados por determinação judicial. Estão participando da deflagração 97 Policiais Federais nos Estados do Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Maranhão e São Paulo.

Verificou-se que um dos investigados cometia outros crimes de fraudes eletrônicas com clonagem de cartão de crédito e compras pela internet. Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde, a Polícia Federal prossegue com a realização de ações em prol da sociedade.

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#Acre

PF investiga esquema de venda de relíquias arqueológicas encontradas no Acre

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (5) a “Operação Elona”, que investiga possível prática dos crimes de alteração de locais, em razão do valor arqueológico, venda de materiais arqueológicos e estelionato. Nesse sentido, as investigações tiveram início a partir de notícia de crime, informando a possível comercialização de materiais arqueológicos na internet em plataformas digitais.

De acordo com a investigação, um suspeito, que se auto intitula “caçador de relíquias”, retira do Rio Acre, precisamente, na altura do estirão da Gameleira, materiais arqueológicos, sem autorização para tanto.

Segundo a divisão técnica do Iphan-AC, os objetos e relíquias seriam “garrafas de Stoneware (Grés) do século XIX, além de garrafas de vidro provenientes da Holanda, Irlanda, Inglaterra e Portugal. São materiais de diversos tamanhos e tipologias, que foram trazidas para a região na época da Revolução Acreana e, sobretudo, durante os Ciclos da Borracha, possuindo, portanto, mais de 100 anos e, consequentemente, um grande valor histórico”

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Rio Branco na residência do investigado, onde foi localizado grande parte do material arqueológico sob investigação. Foi realizada a prisão em flagrante de um indivíduo na posse das relíquias. Os materiais arqueológicos resgatados foram encaminhados ao IPHAN, a qual fará a destinação adequada para a conservação das relíquias.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações continuarão em andamento para identificar outros envolvidos no esquema de comercialização ilegal de relíquias arqueológicas.

As condutas investigadas estão previstas, respectivamente, no artigo 63 da Lei de Crimes Ambientais (Alterar local especialmente protegido por lei, em razão de seu valor arqueológico, sem autorização da autoridade competente) e Estelionato – Art. 171, §2º, inciso I do Código Penal (Venda de materiais arqueológicos como própria).

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