Connect with us

Porto Velho, Rondônia,

#Colunistas

Coluna Simpi – Sustentabilidade – responsabilidade de todos

Published

on

Sustentabilidade – responsabilidade de todos

O conceito de sustentabilidade vem da ideia do desenvolvimento sustentável, um processo irreversível iniciado na década de 80, a partir do relatório das Nações Unidas que mapeou o desenvolvimento de empresas e países. “Chegou-se à conclusão de que estávamos utilizando muito mais recursos do que dispomos. Em outras palavras, é como se estivéssemos explorando vários planetas quando temos apenas um”, explica Monica Kruglianskas, coordenadora de Sustentabilidade da Fundação Instituto de Administração (FIA), em entrevista ao programa “A Hora e a Vez da Pequena Empresa”.

Assim, teve início um movimento para que as empresas, grandes responsáveis pela utilização de recursos naturais, por vezes não renováveis, possam se desenvolver sem destruir. O objetivo é permitir às próximas gerações as mesmas oportunidades quando chegar a vez deles, explica Monica. “A sustentabilidade corporativa vem da necessidade de criar modelos de negócios mais adequados para empresas de todos os setores e tamanhos”.

Segundo a especialista, organizações fora deste movimento podem ser classificadas no conceito de externalidade: quando a produção e o lucro geram impacto negativo no ambiente ou na saúde das pessoas, mas a empresa não arca com esse custo, que acaba ficando para a sociedade, governos e sistemas públicos.

No mundo todo, governos estão se atualizando, punindo empresas irresponsáveis e aplicando impostos altos para forçar a mudança. Também a sociedade está se conscientizando e investidores já cobram das empresas para que ajam de forma responsável. “Questões como estas se convertem em licenças para operar, ou seja, se a empresa não se atualizar, estará fora do mercado. Para a especialista, os pequenos empresários levam vantagem: sustentabilidade requer inovação de processos, o que pode acontecer de maneira muito rápida em negócios menores. “É comum grandes empresas buscarem parceiros inovadores nas micro e pequenas”, conclui. Assista: https://youtu.be/qlrB6iZZo9Q

Declaração anual do MEI já começou

O período para a entrega da declaração anual já começou. Caso o MEI não faça a declaração no período regular, ficará sujeito a uma multa por atraso no envio da declaração, que será expedida pela Receita Federal. O empreendedor também deve examinar se, no ano de 2020, ultrapassou o seu faturamento em até 20%, para transmitir a Declaração Anual do MEI em janeiro e recolher o valor da multa do excedente, gerada na transmissão da declaração, além de proceder com a migração para microempresa e evitar recolhimentos retroativos. O prazo para o enquadramento vai até o dia 29 de janeiro. Se tem dificuldades em fazer sua declaração, procure o Simpi, lá faz para você.

Consequências da pandemia para empresas do Simples

Todo final de ano, a Receita Federal faz uma auditoria para identificar empresas do Simples Nacional com débitos tributários. Os inadimplentes são orientados a regularizar até 31 do mês de janeiro seguinte, sob pena de exclusão. Excepcionalmente, neste início de 2021 isso não ocorrerá em razão da pandemia, informa o advogado Piraci Oliveira. “Entretanto, caso tenha havido distribuição de lucro em 2020, existindo débito tributário, a penalidade é de até 50% do lucro distribuído, limitado ao saldo da dívida apontada” alerta o advogado.

Retomada, inflação e taxa de câmbio

Na avaliação de Ricardo Rocha, professor de Finanças do Insper, a retomada da economia está em curso. “Se o governo fizer um acerto no Congresso para o ajuste fiscal e as vacinas se mostrarem seguras, voltaremos a crescer. A economia chinesa, que é um termômetro mundial, já está voltando”. Para ele a inflação pode ser um problema, pois, em função da pandemia, muitas atividades empresariais foram reduzidas e estoques zerados. “Em casos de retomada muito rápida, há sempre a tentativa de recuperação de preços. Portanto, muita cautela às empresas: controle seu estoque e diversifique fornecedores”, aconselha. Otimista, ele afirma que, se houver recuperação, teremos boa surpresa com a taxa de câmbio.

Comentários

comentários

Continue Reading

#Saúde

SÃO 152 MIL CONTAMINADOS, 134 MIL CURADOS E 3 MIL MORTES EM RONDÔNIA

Published

on

São quase 152 mil pessoas em Rondônia que já tiveram a doença. Isso representa que cerca de nove por cento de toda a nossa população, na faixa dos 1 milhão e 700 mil, já foram contaminadas pelo coronavírus. Se recuperaram, até a quarta-feira, algo em torno de 134 mil, representando 7,8 por cento do total de casos. Ainda temos um número bem próximo de 15.200 casos ativos, ou seja, de pessoas com o vírus e em quarentena e tratamento, o que representa 1 por cento do total dos que já foram contaminados. O pior vem agora: eram 2.916 óbitos até a terça, o que representa que 1,91 por cento dos que foram atingidos pela Covid 19, perderam suas vidas, em Rondônia. Embora seja um dos menores percentuais de mortes do país, ainda assim é um número apavorante. O total de perto de 47.500 vacinados até agora com a primeira dose e quase 10 mil com a segunda, significa que 2,8 por cento de todos os rondonienses já receberam a dosagem inicial e apenas 0,5 por cento já estão 100 por cento imunizados, com as duas doses.

Comentários

comentários

Continue Reading

#Saúde

NO PICO DA CRISE, CHEGOU MAIS UM PEQUENO LOTE DE 17 MIL NOVAS DOSES DE VACINA PARA RONDÔNIA

Published

on

Fomos relegados (de novo!) a um segundo plano. Mesmo com toda a crise que estamos passando; mesmo com quase 120 pessoas esperando leitos de UTIs que estão superlotados; mesmo com o recrudescimento da doença no Estado, quando conseguiu novo lote de vacinas, o Ministério da Saúde priorizou o Amazonas e outras regiões do país, enviando a Rondônia apenas 17 mil doses da Coronavac, que serão usados para imunizar apenas 8.500 pessoas com duas doses. Enquanto o governador Marcos Rocha, emocionado, vai às redes sociais com uma Live dizendo que precisou apertar as normas de isolamento, não criando um Lockdown, mas algo próximo a ele, contra sua vontade, aliás, o governo Bolsonaro, de quem Rocha é aliado de primeira hora, não tem nos dado atenção que merecemos, embora o ministro Pazuello (veja texto abaixo), diga o contrário. Mesmo com os insistentes pedidos de Rocha e do secretário Fernando Máximo, o Ministério da Saúde avisava que não haveria vacinas antes do dia 15. Por caminhos que se desconhece, 24 horas depois dessa informação, apareceram 1 milhão e 976 mil doses, distribuídas para todo o país, com mais uma pequena cota para os rondonienses. Há poucos dias, quando Manaus ganhava 120 mil, o Acre mais de 22 mil, nós aqui, ficávamos com ridículas 5.400 doses. Com todas as vacinas já recebidas anteriormente, cerca de 117 mil doses, já foram vacinadas 47.300 pessoas. Outras 9.650 tomaram a segunda dose. Temos ainda algo em torno de 13 mil doses a serem aplicadas daqueles lotes anteriores (todas para a segunda dose) e mais as novas 17 mil que chegaram na tarde desta quarta.

Tudo isso deixa claro que estamos vivendo momentos terríveis e que não há vacinas suficientes. Todos os dias se anunciam compras de milhares de doses por governo e prefeituras. O presidente Bolsonaro confirmou que até abril teremos mais 150 milhões de doses. Ninguém diz, contudo, onde elas serão encontradas, se são cada vez mais raras para todo o mundo. Ainda estamos longe de nós mesmos produzirmos nossas vacinas. Temos apenas um contingente de cerca de 8 milhões e meio de brasileiros vacinados com a primeira dose e perto de 10 por cento disso, com a segunda. Nesse momento de terror que estamos vivendo, milhões de vacinas seriam o antídoto perfeito não só para salvarmos milhares de vidas, mas para evitarmos uma quebradeira generalizada das empresas e desemprego em massa, por causa de tantos decretos, fechamentos e Lockdowns. Além disso, precisamos implantar com urgência o tratamento precoce e, mais que tudo, impor nossa força perante o governo federal. Tanto a administração estadual quanto a bancada federal têm que esquecer quaisquer outros temas, que não seja a busca de vacinas. Mais vacinas. Muito mais vacinas. Cada um puxando para um lado, não vai dar é em nada. Governo, oito deputados federais, três senadores, 24 deputados federais, 52 prefeitos: todos têm que falar a mesma linguagem, senão não chegaremos a lugar nenhum, no combate ao vírus devastador.

Comentários

comentários

Continue Reading

#Porto Velho

HILDON: SE DNIT NÃO FIZER, PREFEITURA ILUMINARÁ A PONTE QUE SERÁ INAUGURADA AGORA EM MARÇO

Published

on

Aliás, faltou mais um detalhe dos mais importantes no projeto da ponte sobre o Madeirão, na Ponta do Abunã. Como na ponte construída no bairro da Balsa, ligando a BR 319 do lado de cá do rio ao lado de lá, em direção ao Amazonas, não há previsão para a iluminação de uma das mais importantes obras públicas já realizadas na nossa região. Localizada numa área onde não existe extensão de energia, há uma grande dificuldade de se conseguir colocar uma fiação que possa abastecer postes de iluminação sobre a ponte, que está na fase final, com a concretagem do último acesso sendo pronta em 15 dias para, em seguida, começar a fase final de asfaltamento. A ponte será aberta ao tráfego, então, como ocorreu com aquela que atravessa o Rio Madeira, perto do centro de Porto Velho, mas sem luzes. A ponte da Balsa ficou mais de seis anos às escuras, até que a Prefeitura da Capital, via convênio com o Dnit, realizou todo o trabalho. Demorou, mas o serviço feito foi de qualidade elogiável. Agora, o prefeito Hildon Chaves avisa: se o Dnit não implantar a iluminação da nova ponte do Abunã, a Prefeitura da Capital vai fazê-lo. Basta para isso ter condições técnicas. Se isso for confirmado, certamente a nova ponte não ficará meia dúzia de anos na escuridão. Ao menos é o que se espera.

Comentários

comentários

Continue Reading

CADASTRE-SE

Newsletter

* indicates required

Trending