Distante ainda da campanha de 2022, contudo os partidos já se mexem e as lideranças estão inquietas, sabendo que agora é a hora de começar a pensar no assunto e dar o pontapé inicial na preparação

Já há alguns nomes postos para a disputa do governo em 2022. Marcos Rocha, obviamente, vai buscar a reeleição, não se sabe ainda por qual partido. Desde que deixou o PSL, ele ainda não optou por formalizar ingresso em nenhuma outra sigla. Nessa relação, outro nome muito forte é de outro Marcos, o Rogério, senador do DEM que, tanto quanto o atual Governador, está muito próximo do presidente Bolsonaro. O representante de Ji-Paraná no Senado, mais uma vez anda sendo citado como possível ministro no atual governo. Não há dúvida de que esses dois estarão no páreo. Surge agora uma terceira via, muito forte também: o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, conquistou esse direito, por sua administração positiva na Capital, premiada com uma fácil reeleição. Nesse mesmo raciocínio, não se pode esquecer da força eleitoral do deputado Léo Moraes. Um representante ainda jovem, cujo maior sonho é habitar o Palácio Rio Madeira. Claro que a política muda seguidamente e muita coisa ainda pode acontecer, mas, se não houver algum acontecimento radical, que possa mudar esse rumo, há chances reais de que o eleitor encontre as fotos deste quarteto (Marcos Rocha, Marcos Rogério, Hildon Chaves e Léo Moraes), na urna eletrônica, quando for votar para a escolha do Governador de Rondônia em 2022.

Mas os possíveis pretendentes não param por aí. Há que se recordar a liderança do ex-governador Daniel Pereira, hoje comandando o Sebrae e um nome respeitado em todo o Estado. Também nessa relação não se pode esquecer Jesualdo Pires, deputado estadual, duas vezes prefeito de Ji-Paraná e um político que o rondoniense não esquece, por seu elogiado trabalho. Um nome que não pode ser esquecido é o do ex-presidente da Assembleia, Laerte Gomes, que teve um mandato extremamente positivo e que hoje é personagem destacado da política, respeitado em toda a Rondônia. Como o prefeito João Gonçalves Júnior, de Jaru, se diz fora do páreo, a surpresa para 22 pode vir da esquerda. O líder petista Ramon Cujuí, que concorreu à Prefeitura de Porto Velho e teve boa performance, pode aparecer. E o MDB? Depois de pensar em Lúcio Mosquini e João Gonçalves, o partido pode se voltar para um nome consagrado: o do atual senador Confúcio Moura. Ele mesmo tem refugado a ideia, porque, prestes a completar 73 anos (em 16 de maio) ele acha que a hora é de renovar. Mas, se não houver outra alternativa, o duas vezes governador pode interromper sua vida tranquila no Senado, para tentar voltar à cadeira que ocupou por quase oito anos. Distante ainda da campanha de 2022, contudo os partidos já se mexem e as lideranças estão inquietas, sabendo que agora é a hora de começar a pensar no assunto e dar o pontapé inicial na preparação. O tempo voa. Por enquanto, não há novas lideranças que possam ser citadas como prováveis candidatos, mas elas ainda podem surgir. Em breve, saberemos quem, realmente, entra na briga para tentar tirar Marcos Rocha, que faz um bom mandato, da sua cadeira.

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